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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Sexodus II por MILO

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Disfunção sexual não é única ao século XXI - nem, certamente, ao Ocidente. Os "herbívoros" japoneses - homens que afastam-se de sexo [01] e preferem guardar dinheiro e andar longas caminhadas a andar de motocicletas e flertar com garotas - têm sido bem documentados e são considerados por cientistas sociais como o melhor exemplo de sexualidade masculina voltando-se contra si mesma.

Mas apesar de o sexodus, um novo recuo para a solidão por homens ocidentais [02], ter um sabor diferente para isso e uma etiologia dramaticamente diferente da s crises sociais anteriormente observadas, muitas características são idênticas. E o que é problemático acerca de homens jogando a toalha tanto no Oriente quanto no Ocidente é a rapidez com que o desconforto está se espalhando ao longo de várias gerações, abastecida não apenas pela insatisfação sexual mas também pelas pressões econômica e educacional sentidas por muitos jovens rapazes.

Talvez não devêssemos ficar surpresos. É de pouco se espantar que no mundo moderno desorientado, homens deveriam procurar medidas extremas a fim de ajudá-los a relacionar-se, e obter o que desejam, do sexo oposto. Isto provavelmente explica o surgimento de Julien Blanc, que alega que seus seminários podem transformar a forma que mulheres podem responder a ti. Blanc está na extremidade de um movimento conhecido como PUA, "pick-up artists" ou "artistas da sedução".

Mas outras vozes no PUA ou no movimento "pílula vermelha", incluindo Daryush Valizadeh, que identifica-se pelo apelido Roosh V [03], afirmam que há razões estruturais por que a sociedade está afastando-se evolutivamente do contentamento inter-gênero. Parte do problema são as expectativas irrealistas femininas, diz Valizadeh. "Ficar om uma mulher atraente tornou-se extremamente difícil para o homem mediano. Mulheres medianas ou mesmo submedianas de hoje em dia desejam um homem de elite com aparência, músculos, inteligência e confiança além da média.

"Se uma mulher esforçar-se o bastante, ela será capaz de obter uma noitada com um cara 'gostoso' vez em quando porque pode acontecer de ele estar excitado e a fim de uma trepada fácil. A garota então pensa que ela realmente pode ter aquele homem para compromissar-se com ela por um longo período, e assim não dá ao cara mediano uma chance, retendo-a para o tipo de resistindo para o tipo de garanhão com quem ela teve um breve encontro sexual no passado".

Valizadeh tem algumas visões controversas sobre o estado da mulheridade moderna também. Ele diz: "Também é danoso que a atratividade da mulher esteja rapidamente em declínio, principalmente devido à epidemia da obesidade. Não importa o que membros do movimento da 'aceitação gorda' digam, homens têm uma necessidade inata por mulheres em forma. O que ocorre é que poucas mulheres atraentes são deixadas com montantes inimagináveis de atenção".

De acordo com Valizadeh, o mercado sexual atual representa uma distribuição de Pareto aonde "20% dos rapazes no topo detém acesso a 80% das melhores mulheres", o que acaba por ter o efeito de deixar as mulheres aguardando pelo homem perfeito, um homem que obviamente nunca virá.

Valizadeh concorda que o autor sobre masculinidade Jack Donovan que homens têm sido feminizados por uma cultura que rejeita e ridiculariza características e hábitos masculinos. "Boa sorte nomeando um modelo de papel masculino que homens têm hoje em dia que realmente lhes ajude a tornar-se homens", ele nota. Estes pensamentos são ecoados em ocasionalmente rudes mas convincentes blogs voltados para homens, tais como o fenomenalmente popular Chateau Heartiste [04].

Eles são também apoiados pelo estado corrente das guerras sexuais, que são bizarramente constituídas. Uma das coisas notáveis sobre a recente escaramuça de alto padrão com feministas é quão pouco os homens heterossexuais de destaque têm sido envolvidos. Na controversa questão GamerGate, a oposição aos "justiceiros sociais" e às suas tentativas de censura no Twitter tem vindo de gays mais velhos na vida pública [05] e de geeks mais jovens, gamers e evasores; no caso de Matt Taylor, ela veio de geeks e de outras mulheres.

Homens héteros jovens simplesmente não querem mais saber. Eles não estão mais se engajando. Algumas mulheres, também, terrificadas pelo que o feminismo de terceira onda lesbianizado alega fazer em nome delas, desistem do confronto. O absurdo resultado é que geeks, queers e lésbos estão dominando a discussão sobre como homens e mulheres devem interagir. Jack Donovan, por exemplo, é gay, assim como este correspondente que vos escreve. É como se gays fossem os únicos homens deixados preparados para lutar pelo partido da masculinidade.

Homens querem relacionamentos normais que incluam sexo, diz Valizadeh. Alguns destes lerão livros de PUAs ou ir a seminários como os de Roosh V se eles não conseguem ou precisam se treinados com comportamentos de "cavaleiro branco" instilados neles por uma cultura dominada pelas fêmeas. (Homens têm sido ensinados que ser um cara legal faz com que consigam um caso. Isto não é verdade.)

O que atinge várias várias mulheres com estranheza é o quão racional e sistemática é feita muita dessa tomada de decisão pelos homens. Muitos rapazes literalmente realizam uma análise de custo-benefício e decidem que mulheres não valem a pena. São as moças que perdem nesse cenário: homens não querem a estabilizada intimidade emocional que advém de um relacionamento sexual gratificante e podem recolher-se em atividades masturbatórias, prostituição e ficadas de uma noite muito mais confortavelmente.

Mas é exatamente disso que se trata, de um posto masculino de vista: uma evasão racional da educação, trabalho e casamento por parte dos homens que já tiveram que aturar o bastante, como o notável livro de Dra. Helen Smith chamado Men on Strike alertou em julho do ano passado [06]. (O consenso acerca disso cresce rapidamente.)

Homens, guiados - como muitos deles gostam de dizer - pelos fatos e não pela emoção, podem verificar que a sociedade não é justa para com eles e lhes é mais perigosa. Eles apontam para o fato que eles são mais propensos a serem vítimas de assassinato e mais propensos a cometer suicídio. Mulheres não escolhem servir as Forças Armadas e experimentam menos mortes e danos no ambiente de trabalho em geral.

Mulheres obtêm sentenças custodiais mais curtas pelos mesmos crimes. Há mais bolsas de estudos disponíveis para elas nas faculdades. Elas recebem assistência médica melhor e mais barata, e podem selecionar pacotes favoráveis de seguro disponíveis somente para elas. Quando se trata de crianças, mulheres são presumidamente o cuidador primário e recebem tratamento preferencial das Cortes. Elas têm mais e melhores opções contraceptivas.

Mulheres são menos propensas a ficarem sem-teto, desempregadas ou a sofrerem abuso de drogas em relação aos homens. Elas são menos propensas a ficarem deprimidas ou sofrer de doenças mentais. Há menos pressão sobre elas para que alcancem o sucesso financeiro. Elas são menos propensas a viver na pobreza. Elas recebem prioridade em serviços médicos e de emergência.

Alguns podem chamar estas tendências estatísticas de "privilégio feminino". Mesmo assim, em todo canto e em todos os tempos, dizem os defensores dos direitos dos homens, as "experiências vívidas" e opressões percebidas pelas mulheres recebem cem por cento do tempo de exibição midiática, desafiando a realidade de que mulheres não apenas alcançaram a paridade com os homens mas superaram-nos em quase todo aspecto concebível [07]. As desigualdades que subsistem são resultado das escolhas das mulheres, dizem respeitáveis estudiosas feministas como Christina Hoff Sommers, não vieses estruturais.

E mesmo assim homens são constantemente atacados sobre bizarras invenções conceituais como cultura do estupro e privilégio patriarcal. A bizarra mas inevitável conclusão disso tudo é que estas mulheres estão abastecendo sua própria infelicidade ao levar os homens a cogitá-las como objetos sexuais e nada mais, porque o pensamento de engajar-se em um relacionamento com uma mulher é horripilante, ou exaustivo demais para se contemplar. E o sexodus afetará mulheres de forma desproporcionalmente severa porque pesquisas mostram que quando mulheres "agem como homens" ao ter muito sexo casual, elas acabam infelizes, mais propensas a sofrer de depressão e destroem suas chances de assegurar um relacionamento significativo de longa duração [08].


Não são apenas nos video games e no sexo casual que os homens estão se refugiando. Eles também estão imergindo-se em fetiches que para a geração de seus avós relembrariam razões para encarceramento, e as quais os afastam ainda mais do sexo antes mais ajustado. Imagine, por exemplo, a cultura furry e o fetiche de sexo animal antropomórfico, ambos os quais experimentam um crescimento explosivo alimentado pela internet.

O jornal estudantil de Jack Rivlin, The Tab, o qual encontramos na Parte I, notou a tendência espalhando-se pelos campi do Reino Unido [09]. (Ela já é abundante ao longo de todo o EUA.) Outras condutas sexuais alternativas, incluindo homossexualidade e transgenerismo, também são mais prevalente nos campi agora.

"É eminentemente plausível que existe um número maior de pessoas que identificam-se como homossexuais, bi, ou com outras sexualidades que estão felizes em serem rotulados como tais nestes dias", concorda o presidente da Cambridge Union, Tim Squirrell, com quem falamos na Parte I, sobre como os estudantes que ele vê passando pela sua União. "Eu penso que estamos nos tornando mais abertos e aceitáveis para pessoas que vivem diferentes estilos de vida e têm diferentes tipos de identidades".

Emancipação gay, claro, pode não ser uma coisa uniformemente boa para as mulheres. Dependendo de que figuras você acredita - e você é esperto o bastante para não levar as alegações dos grupos de defesa dos gays ou as revistas gays muito a sério, por razões óbvias - algo entre 1% e 10% da população adulta masculina é gay. (Provavelmente é muito mais próximo de 1%).

Há apenas algumas décadas, muitos desses homens - correndo risco de estereotipar, os mais sensíveis, artísticos, atraentes e de maior poder aquisitivo; isto é, perfeito material para bons maridos - acabariam casados, teriam poucos filhos e levariam uma vida dupla perseguindo seus impulsos proibidos. Eles não preocupariam suas esposas por sexo e teriam sido pais grandiosos.

Mas agora eles estão estabelecidos com homens, em muitos casos sem ter filho algum. Em outras palavras, um saudável punhado dos mais desejáveis homens - homens que sem dúvida teriam murmurado favoravelmente a exortações feministas - agora estão fora do mercado, deixando ainda menos homens elegíveis no estoque de namoro.

(Como nota de rodapé, eis um argumento que você não vai ouvir poe aí: homens gays obtêm valores significativamente superiores, em média, de QI, e sabemos que QI é ao menos parcialmente determinado geneticamente. Gays não reproduzem-se tanto, agora que não têm que manter a fachada em relacionamentos heterossexuais. De fato, pesquisas mostram que eles mal reproduzem-se afinal.

É forçoso demais perguntar se a recém-descoberta tolerância da sociedade para com os homossexuais tem tornado a sociedade, hum, bem, um tanto mais estúpida? OK, concordo, isto parece exagerado. Mas enquanto não há dúvida que liberar homens gays da vergonha de suas vidas duplas foi um imperativo moral, impulsionado por compaixão, nenhuma mudança social rápida vem sem seus reveses.)

Tudo isso surgiu antes mesmo de discutirmos o rápido crescimento do sexo sadomasoquista entre os jovens e a "nova frente dos direitos civis" do transgenerismo, uma desordem psiquiátrica atualmente no processo de ser reempacotada pela esquerda como um estilo sexual de vida alternativo. [10]


A resposta à Parte I desta série foi colossal. Até o presente, mais de 300.000 leitores compartilharam-na no Facebook, 16.500 comentaram e mais de 500 homens me escreveram privativamente para expressar sua gratidão, de todos os continentes e de todas as faixas etárias. Os mais jovens falaram de forma especialmente tocante. (Previsivelmente, centenas de feministas furiosas no Twitter zombaram disso como "reclamações mimadas de homens brancos bebezões", o que acaba por provar para mim o ponto da premissa da história.) Aqui estão as mais representativas citações de minhas conversações, reimpressas com permissão.

Mark, 24:

Todos que eu conheço sentem o mesmo. Seu artigo falou diretamente para nós. Não somos todos perdedores e nerds, apenas rapazes normais que ou estão apavorados de sermos acusados de coisas terríveis por harpias ou simplesmente não podem mais ser incomodados. Não acredito que estou dizendo isso mas eu simplesmente não posso mais lidar com as inconveniências femininas.

Mickey:

Eu digo não à coisa toda, mesmo que eu seja seriamente heterossexual e gostaria da intimidade de um relacionamento baseado em respeito mútuo. Bem, eu pensei ter conseguido, mas foi há tanto tempo e o padrão de comportamento para as mulheres permaneceu tão baixo, junto à minha tolerância para idiotices de dinâmica de flerte, que não me parece mais um desejo realista.

Francis, 28:

Eu sou um atleta. Meus pais têm muito dinheiro. Eu tenho uma plenitude de amigos e uma boa vida social. Eu não saio mais com mulheres. Ocasionalmente tenho noitadas, mas na maior parte das vezes preencho meu tempo com outas coisas. Eu fui acusado de molestar uma menina na faculdade e desde então eu simplesmente pensei, "ah, quer saber, que seja". Eu pratico esportes em vez disso.

Tilo, 20:

Eu não sei com certeza, mas seu artigo soou familiar para mim e um monte de amigos. Eu secretamente procuro coisas furry na internet. Eu ficaria horrorizado se meus pais descobrissem, mas isto é tudo que me resta. Meninas são um pesadelo. Eu tenho um irmão de dez anos e ele sente-se da mesma forma. Nós desistimos.

Hector, 26:

Eu mantive-me àquela crendice social por um breve tempo pensando que a necessidade de um relacionamento sério viria com a idade, mas isto nunca aconteceu, e lentamente desisti. Hoje, algumas horas antes de ler seu artigo, estava almoçando com minha mãe e ela continuamente falava de namoradinhas e de como preciso casar, enquanto eu pensava "por que eu iria perder minha vida com essa merda?" e não foi até eu ler seu artigo algumas horas depois que eu entendi. E eu não penso que seja somente a minha geração a ser afetada por isso.

Podemos estar bastante seguros que o sexodus não é algum movimento limítrofe isolado na internet como o "Homens Seguindo Seu Próprio Caminho" (MGTOW) tem sido por vezes caracterizado. Uma combinação de engenharia social desastrosa, privilégios especiais às mulheres, escárnio incessante do homem branco em razão do seu sexo e cor de sua pele e o abandono educacional de meninos [11] já criou uma, se não duas, gerações perdidas.

Homens criaram maior parte do que há de bom no mundo [12]. Os excessos da masculinidade, que se certifique, também são responsáveis por muito do que há de ruim. Mas se pretendemos evitar deslizamento até o declínio, a mediocridade [13] e um mundo onde homens sofrem discriminação ativa, devemos impedir o declínio de atitudes sociais dirigidas a eles antes que toda esperança de reconciliação entre os sexos se perca. Se isto acontecer, serão as mulheres que sofrerão.

Alguns nomes foram modificados


Notas e Links

[01]http://www.slate.com/articles/news_and_politics/foreigners/2009/06/the_herbivores_dilemma.html
[02]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/The-Sexodus-Part-1-The-Men-Giving-Up-On-Women-And-Checking-Out-Of-Society
[03]http://www.rooshv.com/the-roosh-program
[04]https://heartiste.wordpress.com/
[05]http://dish.andrewsullivan.com/2014/11/11/the-sjws-now-get-to-police-speech-on-twitter-ctd/
[06]http://www.amazon.co.uk/Men-Strike-Boycotting-Marriage-Fatherhood/dp/1594036756
[07]http://www.amazon.co.uk/Who-Stole-Feminism-Women-Betrayed/dp/0684801566/ref=asap_B000AP9N5S_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1418122050&sr=1-1
[08]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#5
[09]http://tab.co.uk/2014/07/29/its-like-a-sexuality-these-students-dress-up-as-giant-animals-but-want-to-show-furries-are-people-too/
[10]http://yiannopoulos.net/2014/08/15/transgenderism-is-a-psychiatric-disorder-its-sufferers-need-therapy-not-surgery/
[11]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#4
[12]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/In-defence-of-the-patriarchy
[13]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/11/26/Scientific-Proof-That-Public-Debate-Is-Dominated-By-Stupid-People

META
Título Original The Sexodus, Part 2: Dishonest Feminist Panics Leave Male Sexuality In Crisis
Autor Milo Yiannopoulos
Link Original http://www.breitbart.com/london/2014/12/09/the-sexodus-part-2-dishonest-feminist-panics-leave-male-sexuality-in-crisis/
Link Arquivado http://archive.fo/p6w7u

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sexodus I por MILO

Sexodus, Parte I: Os Homens Desistindo das Mulheres e Abandonando a Sociedade

Sexodus, Parte I: Os Homens Desistindo das Mulheres e Abandonando a Sociedade

"Os garotos da minha geração estão f***dos", diz Rupert, um jovem alemão entusiasta de video games que conheci nos últimos meses. "O casamento está morto [01]. Divórcio implica que você está ferrado pela vida toda. Mulheres desistiram da monogamia, o que as torna desinteressantes para nós acerca de qualquer relacionamento sério ou constituir família. É simplesmente assim que é. Mesmo que encaremos o risco, as possibilidades são de que os filhos nem sejam nossos [02]. Na França, temos até mesmo que pagar pelos filhos que a esposa teve ao longo de casos adulterosos [03].

"Na escola, garotos são ferrados o tempo todo várias vezes. Escolas são projetadas para mulheres [04]. Nos EUA, eles entopem os meninos de Ritalina como se fossem balinhas Skittles para dopá-los. E enquanto meninas são favorecidas para preencher cotas [05], meninos estão descendo para um distante segundo lugar.

"Ninguém da minha geração acredita que conseguirá uma aposentadoria significativa. Temos um terço ou um quarto da riqueza que gerações anteriores tinham [06], e todo mundo está fugindo da educação superior a fim de evitar o desemprego e a pobreza em razão da falta de empregos.

"Tudo isso não seria tão ruim se pelo menos pudéssemos tapear a dor com garotas. Mas somos tratados como pedófilos e estupradores em potencial somente por mostrar interesse. Minha geração é a geração dos bonitinhos" [07], ele suspira, referindo-se a um experimento feito em ratos pelos idos dos anos 1960, o qual supostamente previa um futuro sombrio para a raça humana.

Depois de a superpopulação ter ficado fora de controle, as ratas fêmeas do "universo dos ratos" de John Calhoun pararam de procriar, e os ratos machos abstiveram-se inteiramente da companhia de outros, comendo, dormindo, alimentando-se e enfeitando-se a si mesmos mas fazendo pouca coisa além disso. Eles tinham cascas brilhantes mas vidas vazias.

"Os paralelos são surpreendentes", diz Rupert.


Nunca antes na história as relações entre os sexos têm sido tão recheadas de ansiedade, animosidade e falta de compreensão. Para as feministas radicais, que têm sido a força-motriz por detrás de muitas mudanças sociais tectônicas nas recentes décadas, isto é um sinal de sucesso: elas querem derrubar as instituições e estruturas de poder que apoiam a sociedade, sem importar-se com o efeito colateral. Destruição niilística é parte do seu projeto.

Mas para o restante de nós, a visão da sociedade colapsando, e homens e mulheres ordinários sendo levados a misérias separadas mas iguais, graças a um pequeno mas organizado grupo de agitadores, é dolorosa. Particularmente porque, como um crescente número de observadores sociais está notando, uma geração inteira de jovens - majoritariamente homens - está sendo deixada para trás nos escombros deste projeto de engenharia social.

Comentaristas sociais, jornalistas, acadêmicos, cientistas e os próprios jovens rapazes notaram a tendência: entre homens de 15 a 30 anos, números cada vez maiores estão abandonando a sociedade completamente, desistindo de mulheres, sexo e relacionamentos e enclausurando-se na pornografia, fetiches sexuais, vícios em substâncias tóxicas, video games e, em alguns casos, cultura masculina bárbara, tudo isso isolando-os de um ambiente social hostil e debilitante criado, segundo alguns, pelo movimento feminista moderno.

Dificilmente se pode culpá-los. Cruelmente desprezados como crianções e bebês chorões por recusar-se a condições absurdamente injustas nas escolas, bares, clubes e mais coisas, homens são recriminados se agem e recriminados se não agem: ridicularizados como moradores de porões por evitar mulheres agressivas e exigentes com expectativas irrealísticas, ou chamados de misóginos estupradores meramente por expressar interesse sexual.

Jack Rivlin é editor-chefe do tabloide estudantil start-up The Tab [08], um sucesso fugaz cujo atual subtítulo lê-se: "Vamos parar de escrever quando vocês pararem de ler". Como guia de inteligência por detrás de mais de trinta jornais de estudantes, Rivlin é talvez a pessoa mais bem posicionada no país para observar esta tendência em ação. E ele concorda que a geração corrente de jovens homens acha particularmente difícil comprometer-se com mulheres.

"Meninos adolescentes sempre têm sido inúteis com meninas, mas definitivamente existe um medo de que ser bem-intencionado não é o suficiente, e você pode acabar em problemas só por ser desajeitado", diz ele. "Por exemplo, inclinar-se para um beijo pode te rotular nojento, em vez de apenas inepto".

As novas regras que se espera que os homens sigam nunca são explicadas claramente, diz Rivlin, deixando os garotos desorientados e neuróticos sobre como interagir com garotas. "Isto pode soar como algo bom porque encoraja que os homens usem a abordagem não-romântica mas prática de perguntar às mulheres como eles deveriam agir, mas isto faz com que um monte deles simplesmente desista do jogo e retire-se para o santuário de seus grupos de garotos, onde ser rude com mulheres rende aprovação, e onde você pode em algum grau evitar completamente a socialização individual com o sexo oposto".

"Há também um monte de velhos que ignoram mulheres porque estão assustados e não sabem como agir. Não é necessário dizer que homens que nunca passaram tempo sozinhos com mulheres não são muito bons em relacionamentos".

Rivlin tinha notado a crescente dependência em substâncias, normalmente álcool, que meninos estão usando para acalmar seus nervos. "Eu já soube de um monte de estudantes homens gloriando-se de não ter experimentado sexo sóbrio", ele afirma. "Eles estão obviamente assustados, o que é natural, mas eles estariam bem menos assustados e disfuncionais se compreendessem 'as regras'".

O resultado? "Um monte de homens jovens legais mas esquisitos estão desistindo de abordar porque não há oportunidade para eles de cometer erros sem sofrer um embaraço pior do que antes".

Mais perturbador ainda, este efeito é mais agudamente sentido entre as comunidades mais pobres e menos educadas, onde o pacote de recursos de suporte disponíveis aos homens jovens é minúsculo. Em minha alma mater, a University of Cambridge, o fenômeno quase não é registrado no radar, de acordo com o presidente da sociedade Union, Tim Squirrell.

"Eu não penso que realmente tenha notado alguma mudança recentemente", diz ele. "Este ano foi a introdução de palestras mandatórias de consentimento para novatos, o que eu acredito ser uma coisa boa, e há um grande esforço da Campanha das Mulheres em testar e combater a cultura dos garotos no campus.

A atmosfera aqui é a mesma de um ano atrás - a maior parte de garotos nerds que estão apavorados demais para aproximar-se de qualquer um em primeiro lugar, e daí uma pequena percentagem que é confiante o bastante para fazer algum movimento. Obviamente mulheres têm agência também, e elas abordam homens em números próximos aos que fariam em outros lugares. Certamente não tem havido quaisquer histórias no [jornal do campus] The Tab acerca de um deserto sexual no campus.

"Eu creio que as pessoas estejam provavelmente tendo sexo como nunca", ele acrescenta. Em Cambridge, é claro, isto pode não significar muito, e por uma variedade de razões socioeconômicas e baseadas em classe as tribos em Oxford e Cambridge estão de alguma forma isoladas do efeito da evasão escolar masculina.

Mas mesmo em uma tão prestigiada universidade com uma população largamente de classe média e alta, estas classes mandatórias e condescendentes de "consentimento" ainda são implementadas. Squirrell, que admite ser feminista de centro-direita, pensa que elas são uma boa ideia. Mas acadêmicos como Camille Paglia têm advertido por anos [09] que "diretivas de estupro" no campus colocam mulheres em maior risco, se fazem algo [10].

Mulheres hoje são ensinadas no vitimismo, treinadas para ser agressivamente vulneráveis e convencidas que a menor das infrações, abordagens percebidas ou desentendimentos grosseiros representam um "assalto", "abuso" ou "intimidação". Isto pode funcionar nos confins seguros do campus, onde homens podem ter suas carreiras acadêmicas destruídas pelo mero capricho de uma estudante feminina.

Mas, de acordo com Paglia, quando mulheres vão para o mundo real sem a rede de segurança dos comitês de [combate ao] estupro da faculdade, elas são deixadas totalmente despreparadas para a realidade por vezes violenta da sexualidade masculina. E o pânico e o alarmismo estão servindo para piorar ainda mais para os homens. Ao fim e ao cabo, a educação tornou-se uma experiência miserável para os meninos.


Nas escolas de hoje em dia ao longo da Bretanha e da América, meninos são implacavelmente patologizados [11], como os estudiosos estão alertando desde 2001 [12]. A puerilidade e tempestuosidade tem sido vista como "problemática", com o comportamento das meninas sendo um padrão moral contra o qual os meninos defeituosos são medidos. Quando são achados abaixo do esperado, a solução geralmente são drogas.

Um em cada sete meninos americanos será diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) [13] em algum momento de sua carreira escolar. Será prescrito um poderoso estabilizador de humor, como a Ritalina, a milhões deles, pelo crime de terem nascido homens. Os efeitos colaterais destas drogas [13] podem ser hediondos e incluem morte repentina.

Enquanto isso, homens estão ficando cada vez mais para trás das garotas academicamente, possivelmente porque tem sido dado um foco implacável e bem-financiado às realizações de meninas nas últimas décadas e pouco ou nenhum para meninos que agora estão conquistando graus menores, menos honrarias, menos graus e menos proficiência em economia da informação comercializável. A alfabetização dos meninos, em particular, está em crise ao longo do Ocidente. Temos ficado tão obcecados com as garotas que não notamos que os garotos estão entrando em sérios problemas acadêmicos.

Então, o que aconteceu com aqueles garotos que, em 2001, estavam indo pior que as meninas na escola, eram menos propensos a ir para a faculdade, estavam sendo enterrados de drogas que não precisavam e cujas questões de auto-estima e confiança não estavam apenas sendo ignoradas como também estavam sendo ativamente escarnecidas pelo establishment feminista que tem tamanho poder de estrangulamento sobre os sindicatos de educação e os partidos políticos de inclinação esquerdista?

Resumindo: eles cresceram disfuncionais, desprezados pela sociedade, profundamente miseráveis e, em muitos casos, completamente incapazes de se relacionar com o sexo oposto. São os garotos que têm sido traídos pelo sistema educacional e pela cultura em geral em tão vastos números entre 1990 e 2010 que representam a primeira geração do que eu chamo de sexodus, um abandono em larga escala da sociedade mainstream por parte de homens que decidiram que simplesmente não vão defrontar ou preocupar-se em formar relacionamentos saudáveis e participar mais completamente em suas comunidades locais, democracias nacionais e outras estruturas sociais do mundo real.

Uma segunda geração de sexodus está em gestação hoje, potencialmente com danos ainda maiores sendo feitos a eles pelo ataque de absurdas, hipócritas e flagrantemente misândricas leis [14] como a legislação californiana "sim significa sim" - e pelo feminismo de terceira onda, que domina os jornais como o Guardian e novas companhias midiáticas como Vox e Gawker, mas atualmente está desfrutando de um último suspiro antes de as próprias mulheres rejeitarem-no e por uma margem ainda maior que as presentes 4 em cada 5 mulheres que dizem que não querem nada com a temível palavra com F [15].


O sexodus não veio do nada, e as mesmas pressões que forçaram tantos mileniais a sair da sociedade também exercem pressões na geração de seus genitores. Um pesquisador profissional no final de seus trinta anos, sobre os quais eu tenho conversado neste tópico por alguns meses, pôs de forma picante: "Antigamente, pelo menos, 25 anos, me disseram para fazer mais e manter uma mulher. Mas ninguém me disse o que fariam para me manter"

"Eu posso te dizer como um homem heterossexual casado em gerência, que não desistiu da sociedade, a mensagem das jovenzinhas é: "Não é apenas preferível que vocês vão se foder, mas é imperativo. Vocês devem pagar por tudo e deixar tudo funcionando; mas vocês mesmos e suas preferências e necessidades podem ir à merda e morrer".

Mulheres têm enviado mensagens misturadas nas últimas décadas, deixando os rapazes completamente confusos sobre como eles deveriam apresentar-se às mulheres, o que talvez explique a forte linguagem que alguns deles usem quando descrevendo sua situação. Como o papel do provedor tem sido tirado deles para as mulheres que ganham mais e vão melhor na escola, homens são largados para intuir o que fazer, tentando encontrar um meio virtuoso entre o que as mulheres dizem e o que elas realmente procuram, o que podem ser coisas bem diferentes.

Homens dizem que a disparidade entre o que mulheres dizem e o que fazem nunca foi tão larga. Homens são constantemente informado que devem ser companheiros viajantes delicados e sensíveis no caminho feminista. Mas as mesmas mulheres que dizem que querem um namorado legal e não-ameaçador vão pra casa e desmaiam diante de bonitões estúpidos, de peitoral largo e saturados de testosterona em Game of Thrones. Homens sabem disso, e, para alguns, esta gigante inconsistência faz o joguinho todo aparentar-se muito como um trabalho duro. Por que preocupar-se em tentar notar o que uma mulher quer, quando se pode praticar esportes, masturbar-se ou apenas jogar video games no conforto da própria cama?

Jack Donovan, um escritor radicado em Portland, que escreveu diversos livros sobre homens e masculinidade, cada um deles tendo se tornado um sucesso cultuado [16], diz que o fenômeno já é endêmico entre a população adulta. "Eu vejo um monte de homens jovens, que de outra forma estariam flertando e casando, desistindo das mulheres", explica ele, "Ou desistindo da ideia de ter esposa e família. Isto inclui tanto o tipo de homem que tradicionalmente seria um pouco inábil com mulheres quanto o tipo de homem que não é nem um pouco inábil.

"Eles fizeram uma análise de custo-benefício e notaram que este é um mau negócio. Eles sabem que se investem num casamento e filhos, a mulher pode tomar tudo isso dele por um simples capricho. Então eles usam apps como Tinder e OKCupid para encontrar mulheres a fim de obter sexo protegido e resignam-se a si mesmos a serem 'jogadores', ou quando se cansam disso, 'namorados'".

Ele prossegue: "Quase todos os rapazes jovens têm comparecido em seminários obrigatórios sobre abuso sexual e anti-estupro, e eles sabem que podem ser demitidos, expelidos ou detidos baseados mais ou menos na palavra de qualquer mulher. Eles sabem que são basicamente culpados até provar a inocência na maioria das situações".

Donovan coloca muito da culpa pela forma que homens sentem-se à porta do moderno movimento feminista e o que ele vê como sua desfaçatez. "Os rapazes jovens que mais lutam estão em conflito porque eles estão operando sob a suposição que feministas argumentam de boa-fé", diz ele, "quando de fato elas estão engajadas em uma luta de soma zero por posição sexual, social, política e econômica - e elas estão ganhando".

"A mídia agora permite que feministas radicais moldem todos os debates, em parte porque o sensacionalismo atrai mais cliques que qualquer espécie de discurso justo ou balanceado. Mulheres podem basicamente dizer qualquer coisa sobre homens, não importa o quão degradante, em uma mistura de aplausos e risadas".

Esta certamente tem sido a experiência de diversas coalizões esparsas de homens na mídia recentemente, seja de cientistas escandalizados pelas denúncias de feministas ao Dr Matt Taylor [17], ou video gamers fazendo campanha debaixo do estandarte de uma ética de imprensa que diz que seu movimento é tachado como um grupo de ódio misógino por feministas guerrilheiras fraudulentas [18] e os assim chamados "justiceiros sociais".

Donovan tem visões sobre como foi tão fácil para feministas triunfar nas batalhas midiáticas. "Como os homens instintivamente desejam proteger mulheres e brincar de heróis, se um homem escreve mesmo uma provisional crítica aos homens ou ao feminismo, ele é denunciado por homens e mulheres como algum tipo de extremista demoníaco. A maioria dos livros e blogs de "estudos masculinos" e "direitos masculinos" que não sejam explicitamente pró-feminismo são abarrotados de pedidos de desculpas às mulheres".

"Livros como The Myth of Male Power e sites como A Voice for Men são os bichos-papões favoritos das feministas, mas somente porque eles apontam a hipocrisia unilateral das feministas quando se trata de perseguir a 'igualdade'".

Ao contrário das feministas modernas, que estão inserindo uma cunha de separação entre os sexos, Ativistas pelos Direitos dos Homens "na realidade mostram desejar igualdade sexual", diz ele. Mas autores de estudos masculinos e acadêmicos homens estão constantemente pisando em ovos e certificando-se de não parecerem radicais demais. Suas contrapartidas femininas não têm tal preocupação, é claro, o que ele chama de "feministas hipster", como a Jessica Valenti do jornal Guardian [19] exibindo uma camiseta em que se lê: "EU TOMO BANHO EM LÁGRIMAS DE MACHO".

"Eu sou um crítico do feminismo", diz Donovan. "Mas eu jamais andaria por aí vestindo uma camiseta escrito 'EU FAÇO MULHERES CHORAR'. Isto me faria parecer um otário valentão".

É a contenção dos estudiosos, sociólogos e escritores como Jack Donovan que uma atmosfera de implacável e escarnecedora hostilidade contra homens vinda de figuras de classe média bem mimadinhas da mídia, mais alguns homens colaboradores do projeto feminista, que tem sido parcialmente responsável por uma geração de meninos que simplesmente não quer mais saber de nada.

Na Parte 2 [20], vamos encontrar alguns dos homens que "deram o fora", desistindo do sexo e relacionamentos e se afundaram em perseguições solitárias ou em cultura jovem regada a álcool. E descobriremos que as reais vítimas do feminismo moderno são, é claro, as próprias mulheres, que têm sido deixadas mais solitárias e menos satisfeitas do que elas jamais foram.

Alguns nomes foram modificados


Notas e Links

[01]http://www.politifact.com/new-jersey/statements/2012/feb/20/stephen-sweeney/steve-sweeney-claims-more-two-thirds-marriages-end/
[02]http://blogs.discovermagazine.com/gnxp/2010/06/the-paternity-myth-the-rarity-of-cuckoldry/
[03]http://www.avoiceformen.com/mens-rights/france-upholds-the-ban-on-paternity-tests/
[04]https://www.lifesitenews.com/news/eliminating-feminist-teacher-bias-erases-boys-falling-grades-study-finds
[05]http://imgur.com/0sFuc8d
[06]http://www.pewsocialtrends.org/2011/11/07/the-rising-age-gap-in-economic-well-being/
[07]http://en.wikipedia.org/wiki/John_B._Calhoun#Mouse_experiments
[08]http://kernelmag.dailydot.com/features/interview/3923/moguls-aspirant/
[09]http://time.com/3444749/camille-paglia-the-modern-campus-cannot-comprehend-evil/
[10]http://dailycaller.com/2014/09/30/camille-paglia-gloriously-smacks-down-feminists-unserious-campus-rape-drivel/
[11]https://www.hooktube.com/watch?v=OFpYj0E-yb4
[12]http://www.amazon.co.uk/The-War-Against-Boys-Misguided/dp/0684849577
[13](1, 2) http://www.esquire.com/features/drugging-of-the-american-boy-0414
[14]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/10/02/Everywhere-you-look-sex-is-being-regulated-and-sanitised-We-should-stop-this-nannying-Puritanism
[15]http://www.huffingtonpost.com/2013/04/16/feminism-poll_n_3094917.html
[16]http://www.amazon.com/Jack-Donovan/e/B007LF4QJS/ref=sr_ntt_srch_lnk_1?qid=1417688645&sr=8-1
[17]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/11/15/Brilliant-anti-feminist-spoof-claims-space-scientist-s-shirt-is-sexist
[18]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/09/01/Lying-Greedy-Promiscuous-Feminist-Bullies-are-Tearing-the-Video-Game-Industry-Apart
[19]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/08/12/Guardianistas-are-demanding-free-tampons-on-the-taxpayer-Where-do-I-send-my-wish-list
[20]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/09/The-Sexodus-Part-2-Dishonest-Feminist-Panics-Leave-Male-Sexuality-In-Crisis

META
Título Original The Sexodus, Part 1: The Men Giving Up On Women And Checking Out Of Society
Autor Milo Yiannopoulos
Link Original http://www.breitbart.com/london/2014/12/04/the-sexodus-part-1-the-men-giving-up-on-women-and-checking-out-of-society/
Link Arquivado https://archive.fo/AJFmM

sábado, 29 de outubro de 2016

"Por Que os MGTOW São Misóginos" por Lucius Svartwulf Helsen

Por Que os MGTOW São Misóginos

Uma mulher precisa de homem como um peixe precisa de bicicleta.

Eu tenho ouvido este dito por eras. Eu era jovem e este dito já era velho, o que, apesar de não ser tão longo quanto faz parecer, ainda é antigo o bastante. Porém, esta tem sido largamente considerado uma afirmação aceitável.

Mas quando você diz o equivalente: "Um homem precisa de uma mulher como um peixe precisa de uma bicicleta", algo estranho acontece. Ele é menos homem. É claro que u8m homem precisa de uma mulher, do que seria o homem sem a mulher? Afinal, por detrás de toda mulher está um grande homem (presumivelmente falando para ele ser grande ou fazendo ele ser grande).

E por detrás de cada grande mulher está um homem cansado de suas merdas. Ou era aquela mulher bonita? Não lembro agora.

Para quem ainda não sabe, MGTOW são os Homens que Seguem Seu Próprio Caminho (Men Going Their Own Way). Eles têm recebido nomes depreciativos, como "bebezão", muitos dos quais implicam que eles recusam-se a crescer, estabelecer-se, ser homens adultos responsáveis. Mas o que eles são, em seu coração, é na verdade os homens que decidiram ser o peixe com a bicicleta, eles não precisam de uma mulher na vida.

E eles ganharam o nome misóginos.

Pela maior parte do tempo, eu tenho ficado curioso sobre isso. Então eles não querem relacionar-se com mulheres (ao menos não a longo prazo) e não querem se casar. Dadas minhas próprias experiências quando casais se atacam, ou ao menos divorciam, dificilmente posso repreendê-los. Num nível objetivo de observação dos fatos, um homem está em chances melhores na maior parte dos cassinos do que numa capela de casamento. Mas só porque um homem não quer o aborrecimento de ter prejuízo quando a alternativa é não jogar o jogo, mas em vez disso viver uma vida simples e fácil de viver por si só, eu falhei em ver como isso podia ser ódio contra mulheres. Ódio contra sistemas enviesados certamente, mas ódio contra mulheres?

Tem um meme antigo, não consigo encontrá-lo agora, mas a ideia é essa: Um homem e uma mulher estão jantando em um lugar legal e a mulher diz "Para que você saiba, eu não vou de cara no primeiro encontro" (ou algo do tipo). O homem apenas sorri e responde "tudo bem, eu não estava a fim de fazer sexo com você". Ao que a mulher responde "Ei, como não, tem algo errado comigo?!"

Eu não quero foder, mas ai de ti se não quiser me foder.

Há um claro senso de direito adquirido aí. Mulheres não precisam de homens, mulheres podem não querer dormir com um homem, mas mesmo assim considera-se que homens têm que precisar de mulheres, e querer deitar-se com qualquer mulher. E se eles não precisam de mulher, não querem deitar com uma mulher, então tem algo de errado, e dado que as pessoas não querem pensar mal de si mesmas, deve ser algo na outra pessoa. Se ele não me quer, então ele odeia a mim/odeia mulheres/etc.

Eu estava assistindo a um vídeo sobre ecofeminismo. Em um ponto do vídeo uma das ecofeministas afirmou que homens e mulheres precisam trabalhar juntos, e produzir a natureza das mulheres e a civilização dos homens, encontrar um balanço.

Isto me pegou de assalto, como sendo algo um tanto estranho. Enquanto tem-se essa ... ideia, que mulheres estão mais em sintonia com a natureza (por alguma razão apesar do fato que mulheres largamente residem numa "sociedade/civilização" e foram homens na natureza caçar e pastorear) e o fato que homens são menos conectados com a natureza porque eles fizeram a civilização/as áreas urbanas (majoritariamente para mulheres residir enquanto eles saíam para trabalhar). Mesmo assim um monte do que eu tenho lido na história dos sexos foi que mulheres foram a força civilizatória dos homens, que naturalmente eram bestas rugidoras que trepavam, caçavam e lutavam. Mulheres foram as geradoras do civil, elas civilizaram os homens .. mas mesmo assim mulheres são mais naturais e a civilização malvada foi coisa dos homens ... os quais sem as mulheres reverteriam para um estado natural.

Se você está confuso, ótimo. Eu também estou.

Isso acaba sendo algo como "um homem precisa de uma mulher como um touro precisa de um arreio".

Então mulheres são peixes com bicicletas desnecessárias, mas aparentemente homens devem ser touros precisando de domesticação. E quando homens jogam fora essa domesticação, quando rejeitam seu lugar na sociedade, bem...


... Eles devem odiar mulheres.

Você sabia que o fundador essencial do movimento pelos direitos dos homens e meninos começou como feminista? [NT1]

Sim, de fato ele caminhou inicialmente com grandes nomes do feminismo como Gloria Steinem. Eles eram, pode-se dizer, amigos. E ele entrou nessa porque acreditava em igualdade de gêneros, e acreditava na destruição dos papéis de gênero como conhecidos pela sociedade ocidental. Mas algo interessante aconteceu.

Homens deveriam manter seus papéis de gênero.

Eu queria ainda estar com o artigo que eu li, porque ele era brilhante. Mas mesmo que as feministas destruam os papéis femininos de gênero na sociedade, elas esperam que homens retenham os seus papéis de gênero. O patriarcado foi ruim, OK, mas isto não implica que o marido não deveria continuar trabalhando, pagando as contas, e mantendo todas as outras obrigações de homem. Homens trabalham mais e mais duro que mulheres? Tudo bem. Mulheres deveriam ser capazes de fazer o que querem, mas a sociedade precisa de trabalhos pesados, e por que homens não continuam fazendo-os pelo bem da sociedade?

Mas quando o homem que começou a falar disso tudo e escreveu alguns livros sobre os papéis masculinos de gênero, de como eles eram ruins para os homens, e de como eles deveriam mudar ... algo engraçado aconteceu. Todas aquelas feministas de renome que eram suas amigas ... repentinamente não eram mais suas amigas. Ele não esmoreceu, permaneceu apontando como a sociedade estava danificando os homens ... ele informou aos homens o que as feministas estavam fazendo ... e acabou por tornar-se um misógino. É uma história bem interessante.

Agora estamos em nossa terceira ou quarta geração desde os anos 60 e sua gloriosa expansão feminista. Não temos ideia que existe uma "masculinidade tóxica" por aí que "fere homens tanto quanto fere as mulheres". Existe muita conversa sobre como homens necessitam "mudar, rejeitar a 'narrativa masculina' que lhes foi ensinada e encontrar uma nova forma de ser um homem melhor".

Ironicamente, homens têm feito justamente esse MGTOW. Porque, de verdade, a "masculinidade" tornou-se tóxica. Não, não - não a masculinidade "furor sexual, caçar, lutar" que sempre e constantemente é vista como uma terrível marca de quão monstros os homens são, mas a outra masculinidade. Aquela que está em nosso papel de gênero estabelecido. Carreira, casório, paternidade, essas coisas. Por ora, se não é nos nossos pais, é nos irmãos, ou mesmo amigos que sabemos que se divorciaram, estão encarregados de alimônia e pensão para os filhos, e assim por diante. Uma mulher pode incitar seu marido a subir de carreira e ser proeminente em uma firma, e daí anos depois divorciar-se dele porque "ele nunca esteve em casa para me auxiliar". Mas o homem que não perde todas as suas horas tentando impulsionar-se na força de trabalho, pode ser abandonado porque não é um homem de sucesso. Um pai-caseiro pode ter suas crianças, as quais ele cuidou em tempo integral, tiradas dele porque sua esposa o deixa por ele não ser "homem o suficiente". Um pai que nunca vê as crianças porque estava trabalhando demais a fim de prover-lhes o sustento ... também não era homem o suficiente.

Eu sei disso por experiência própria. Uma das razões pelas quais minha mãe deixou meu pai foi porque ele nunca estava lá, em casa. A verdade é que ele trabalhava num complexo nuclear e era responsável pelo projeto e manutenção das partes cruciais. Partes que, acaso falhassem, levariam não apenas a um desastre, mas a uma cadeia de desastres que poderia varrer não apenas o estado em que morávamos, mas vários ao redor. E ela casou com ele, não apenas sabendo deste seu trabalho ... mas, de acordo com alguns, em razão do que era seu trabalho e quão bem ele pagava (ao menos aqueles que criam menos nela). Vidas dependiam de seu trabalho ... mas ele não estava lá em casa e portanto não era um bom marido, então foda-se.

Quando se vai mais fundo nisso, todo homem não apenas já ouviu essas histórias, ele provavelmente viveu-as ou ao menos teve um melhor amigo que passou por elas. Você ouve mulheres em todo canto reclamando "onde estão os homens bons?", mas você nunca ouve homens fazendo o mesmo. Eles nunca perguntam "para onde foram as boas mulheres". Por quê?

Porque, honestamente, muitos já perderam a esperança de que ainda haja alguma. A reclamação generalizada que tem tomado forma entre os homens não é "onde estão as boas mulheres" mas "amigos em primeiro, mulheres em segundo".

Porque, realmente, por que gastar horas e horas trabalhando, escravizando-se num trabalho quando você pode simplesmente trabalhar o suficiente para sobreviver? Por que ter o estresse de se preocupar como vai conseguir pagar por tudo que sua família, quando você poderia pagar apenas pelo que você quer? Por que gastar uma fortuna numa casa, entrar em dívida, quando você pode gastar alguns meros trocados em alguma alugada com amigos? Amigos que vão jogar WoW ou Halo com você, em vez de insistir que você deva deixar essas coisas de criança, porque tem coisas a serem feitas em casa ... depois de ter passado o dia todo trabalhando.

Minha ex me disse há não muito tempo que "parte" do motivo que a fez me deixar foi porque eu reclamava de minha vida estar um lixo, estar depressivo e ter mais interesse em jogar videogames em vez de "melhorar a situação".

Foi um tanto quanto irônico para mim. Minha vida estava um lixo por causa de coisas que ela tinha feito, minha depressão suicida tinha muito a ver com ela, e eu me enterrei em videogames porque eles eram caóticos o suficiente para afastar os pensamentos suicidas, ao menos temporariamente. Eu tinha pensamentos porque toda vez que eu ia ter com ela para ter algum socorro, perguntando mesmo apenas para saber que existia alguém que se importasse comigo, fui rejeitado repetidamente até culminar num "é por isso que não te acho atraente" quando pedi por um abraço ... enquanto usava toda minha força de vontade para não esfaquear minha veia. A única razão de eu estar vivo hoje depois disso é minha fé ... mas, dada as taxas de suicídio de homens na minha faixa etária ... eu suspeito que a minha história é bastante comum com os que tomam o pior extremo, e que muitos homens ainda vivos encaram uma situação muito semelhante.

Recentemente falou-se de como homens e mulheres percebem sinais diferentemente. Muitas das mulheres com quem trabalho comentaram sobre como todo cara com quem elas agiram amigavelmente pensava que elas estavam interessadas neles. Eu ouvi algum psicólogo falando disso, de como quando mulheres agem quando querem ser amigas é interpretado por homens como interesse sexual, e como ironicamente mulheres interpretam homens demonstrando interesse sexual como meramente querendo ser amigos. Não posso falar do último, mas posso explicar o primeiro.

Homens funcionam, num nível básico, muito como a religião pagã. Presente por presente, lealdade por lealdade, a ligação entre irmãos. Ou, em termos mais modernos, o bro code. Compre uma cerveja para um cara, e ele será seu amigo por uma noite. Compre-lhe um engradado, e vocês poderão ser amigos pela vida. Lute lado a lado com ele numa batalha, e você terá sua lealdade.

Como no jogo sexual se espera que seja cada homem por si, fora disso homens tendem a preferir formar bandos, confrades, grupos que trabalham juntos para superar um obstáculo. E estes grupos podem tornar-se bem, bem unidos, com ligações emocionais muito fortes. Do tipo que te faz saltar numa trincheira no meio de uma tempestade de flechas ou tiros para trazer seu amigo para um lugar seguro mesmo sabendo que ele já está morto.

Quando uma mulher aproxima-se e age "amigavelmente" ela está empenhando ações que homens fazem entre si a fim de provar lealdade, amizade, e fazer seu caminho numa irmandade, ou ter algo a oferecer para juntar-se ao grupo. E um homem repara nisso e diz em seu subconsciente "ah, ela fala nossa língua, talvez ela queira ser uma de nós". E, como ela é mulher, uma parte mais profunda diz "ela fala como nós, talvez possamos confiar nela para transmitir a linhagem, o ato máximo de lealdade compartilhada".

Em cima disso tudo, mulheres agem de maneira incrivelmente hostil contra os homens. Não daquele jeito de trocar socos (se bem que os reportes de violência doméstica mostram que por volta de 50% da violência física é feita por mulheres contra seus parceiros homens). Mas num setor social, isto ocorre muito. Vá a qualquer bar e você verá as moças em grupos. E estes grupos geralmente agirão para evitar que qualquer de seus membros vá para casa com um rapaz. A maioria dos rapazes verá estes grupos e se desesperará, porque para o olho do homem é como encarar uma muralha de proteção. Uma mulher, você pode chegar, por assim dizer. Você pode abordá-la nuam conversa, conhecê-la, mas não num grupo. Você é um homem, e pelo menos uma delas não vai gostar de você e vai influenciar a amiga que você deseja a afastar-se de você.

Esta é uma das coisas que os artistas da sedução treinam. Como dividir, conquistar, distrair, e livrar-se de uma garota. Eles são vistos como misóginos horríveis que "iludem" mulheres para deitar com elas.

Poucos reparam nas infortunadas implicações dessa afirmação.

Que um homem se veja obrigado a "iludir" uma mulher a fim de ter com ela. Muitos veem isso como um ônus sobre o homem, mas é algo mais profundo. A única forma pela qual um homem pode ter com uma mulher é montando um personagem, enganando-a. Em outras palavras, ela se vê a si mesma como tyão melhor que o homem, que ela jamais se rebaixaria ao nível dele. Por que uma princesa se rebaixaria ao nível de um plebeu?

Eu creio, honestamente, que isto aponta algo de pior sobre mulheres, que elas tenham que ser iludidas para ter amor, do que diz sobre homens que tenham que iludir para receber amor.

Mas por vezes isto assemelha-se a um jogo de soma zero. Se você ilude uma mulher por amor, você é um misógino odiador de mulheres. Se você decide que não precisa de mulher, você é um misógino odiador de mulheres. Você não é um homem de verdade se não se estabelece em um canto. Você não está disposto a apoiar uma mulher assim que ela se torna tudo o que puder ser, e você é um porco muito do sexista se quiser que ela te mostre o mesmo apoio.

Ela não quer trepar com você, mas ai de você se negar a trepar com ela. Você é horrível, como pode desvalorizá-la ao não querer fazer dela o objeto de seus desejos, seu porco sexista que objetifica todas as mulheres com seus desejos sexuais primitivos, horrorosos e feios.

Por que raios você não jogaria esse jogo? Por que raios um homem desejaria seguir seu próprio caminho. Você deve odiar mulheres, é por isso.

FootNotes:
  • NT1: Acredito que ele esteja falando de Warren Farrel.
META
Título Original Why MGTOW are Misogynists
Autor Lucius Svartwulf Helsen
Link Original https://sonofhel.com/2015/02/27/why-mgtow-are-misogynists/
Link Arquivado https://archive.today/FRcmj

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

"MGTOW - Um Boicote às Mulheres" por Observing Libertarian

MGTOW - Um Boicote às Mulheres






Eu estava discutindo com um cara hoje sobre MGTOW.

Ele fez a afirmação de que eu sou um misógino que espalha retórica anti-mulher. Então eu o desafiei a encontrar qualquer coisa que eu tenha alguma vez dito que fosse anti-mulher. Recentemente minha tia tem estado preocupada comigo também; ela é um pouco inconstante mas seu coração está no lugar. Ela está bem, eu sei disso.

Ele veio com uma coisa que eu disse, "mulheres não valem meu tempo", ao que respondi assim.

E de fato não valem; isto não é porque eu as odeio. Assistir a filmes também não vale meu tempo, isto quer dizer que odeio cinemas, teatros, atores, atrizes, pipoca e balinhas?

Não, isso quer dizer que eles não valem meu tempo, meu dinheiro, meu esforço. Qual a progressão lógica de incomodar-se? Sair, gastar dinheiro, encontrar uma garota, papear, pagar drinques - opa, não pode fazer nada até ela ficar sóbria de novo, senão é estupro. E então, encontrar com ela de novo, sair para se conhecer, talvez ter um momento legal [1]. Talvez comecemos a nos conhecer melhor, talvez não.

Repito o processo até encontrar uma garota que realmente queira conhecer melhor [2]. Começamos a sair, isso dura algum tempo mas vamos começar a viver juntos ou acabar rompendo depois? As chances são de rompimento. Repito os processos 1 e 2 até encontrar uma mulher para viver junto [3]. Beleza. Vamos nos casar? É provável que não. Repita os processos 1, 2 e 3 até que achemos "A Mulher Certa". E agora, o que acontece? A porcentagem de separação está em 50% - chances são de divórcio.

Então o quê? Perco metade mo meu patrimônio, provavelmento sou forçado a ir para um apartamento que eu tinha desde antes de conhecê-la e há uma grande chance de que eu tenha que pagar alimônia. O que significa que agora eu vivo em servidão, pagando tributo a uma rainha que nunca concordei em servir. Oh, sim - parece fantástico! Me explica, por que, qualquer dessas coisas, vale minha perda de tempo? Não é que eu odeie mulheres; é que o jogo já está com as cartas marcadas, e não existe posição favorável envolvida.

Não há objetivo algum exceto esperar que após o casamento ela não me atire do penhasco. Este é o ponto da coisa toda. Este é o único final feliz possível: eventualmente encontrar alguém que não esteja disposto a puxar o gatilho da pistola apontada na minha testa. Parece adorável, pra caralho!

O jogo é viciado, as cartas estão dadas. É uma completa perda de tempo e uma imensa perda de dinheiro. E eu não sou o único que pensa assim: pela primeira vez na história deste país, há mais adultos não casados do que casados. Então está bem claro que eu não sou o único que acha que o processo todo é perda de tempo. Todos os processos 1, 2, 3, e enfim o casamento, processo 4, apenas para ser mantido na mira da bala o tempo inteiro. Aparentemente isto não parece convencer um monte de outras pessoas além de mim.

Nós solteiros somos maioria neste país. Claramente há algo errado com o processo, porque essa é a primeira vez que esse tipo de coisa aconteceu nos úlimos 238 anos.

Nada no evento leva em conta o quão mal as mulheres tratam os homens em relacionamentos hoje em dia.

O que é mais comumente horrível. Elas constantemente insultam e censuram os homens com quem estão. É comum, elas não pensam nada em tratá-los com toda descortesia possível. Elas tratam seus parceiros homens pior que a completos estranhos. Se uma mulher tratasse uma colega de trabalho da mesma forma que mulheres tratam seus parceiros, elas seriam demitidas por hostilidade no local de trabalho.

E elas não pensam nada sobre isso. Como homem, você tem que simplesmente ignorar. Insultado, degradado em conversas, sendo aviltado na frente dos amigos dela, sendo destratado na frente dos seus próprios amigos, e o que se espera é que você ignore e lide com isso.



Eu tenho uma leve sugestão: me deixa sozinho nessa merda. A coisa toda não vale meu tempo, e qualquer um que espera poder me tratar como lixo e pensa que não vou fazer nada? Sendo bem grosso: eu não sirvo para você. Nenhuma migalha vale ser tratado de forma tão miserável.

Eu jamais bati numa mulher com quem estive junto, jamais forcei uma mulher com quem estivesse junto a nada, jamais conduzi atividade sexual sem consentimento. Eu faço coisas legais, compro alguma coisinha porque penso que vai ser um bom gesto. Dou café da manhã na cama quando ela dorme em casa num dia de folga.

Certa vez ganhei uma moral numa maratoma noturna. Eu estava indo pro terceiro bar, o lugar me chamava escandalosamente. Eu estava em 5 doses duplas à tardezinha (sou russo-irlandês, era só khahua, 20% não bastam para ficar bebum), liguei para minha namorada à época, deixei um recado na caixa de mensagens: "Oi, querida; estou tendo uma noite ótima; bebi cinco doses, estou rodeado de mulheres bonitas e só pensando em ti; queria que estivesses aqui comigo; te vejo depois!" Ela me mandou uma mensagem de texto uma meia hora depois, como ela estava sentada com as amigas desmaiando na mensagem que eu mandei.

Ela teve uma dor de estômago antes, eu fiquei sentado no chão junto a ela enquanto ela estava no sofá, e gentilmente acarinhei seu abdômen até ela se sentir melhor. Seu xampu natural costumava embaraçar seu cabelo, então fiquei por detrás no sofá penteando-a com meus dedos para não fazer nós. Eu sou um cara legal, e eu sempre tratei mulheres excepcionalmente bem.

Das mulheres com quem me relacionei, o que infelizmente são muitas, apenas tive duas que não me trataram comom lixo. Então, mesmo se um cara legal como eu dificilmente é bem tratado, algo está desesperadamente errado.

Então sim, eu não odeio mulheres, jamais odiei. Elas apenas não valem meu tempo dado que tão poucas delas estão dispostas a me tratar como ser humano. Se o casamento não fosse um golpe extorsivo, e mais mulheres de fato dessem aos homens qualquer semelhança de cortesia comum - eu não teria jogado a toalha.

Há apenas quatro coisas que uma mulher pode prover a um homem:
  1. Um lar: Cozinha, limpeza, etc. Isto é um lar. Mulheres não gostam de ser domésticas hoje em dia, muitas delas nem sabem cozinhar afinal. Tudo bem, todo mundo hoje em dia tem que trabalhar, sem problemas. Eu entendo perfeitamente. Sem problemas. Eu posso cozinhar, eu sou bom nisso. Minha mãe me ensinou a cozinhar, para que eu não dependesse de mulher. Obrigado, Mãe!
  2. Companhia: Se ela te trata decentemente... não fica constantemente fazendo e dizendo coisas ruins ou degradantes para você só porque ela pode. Caso contrário, não é companhia. É viver com uma imbecil de colégio que não saiu dessa fase ainda. Se ela não te trata com cortesia mas em vez disso é rude, rancorosa, odiosa ou desprezível contra você, de forma regular, por que ainda vai querer estar junto dela? Eu não quero estar próximo a alguém que será desrespeitosa comigo; por que eu iria querer isso? Isto não faz sentido nenhum afinal
  3. Sexo: o que mulheres estão convictas que todos os homens estão motivados. Pessoalmente não iria querer ter sexo com alguém que não gostasse, veja o quesito acima. Lembre-se, quando uma mulher não quer sexo, é esperado apenas que você lide com isso. Se, porém, um homem não quer sexo, é considerado abuso. "Recusar sexo". Que merda...
  4. Filhos: eu não quero filhos. Bendito seja se você quer, boa sorte com isso. Só mais alguma coisa para ser usada contra você no divórcio.

Então é isso. Não existe nada que uam mulher possa oferecer de valor exceto companhia e sexo. Sexo, eu particularmente não me preocupo, e companhia requeriria uma mulher que não me insulte e me degrade o tempo inteiro. Eu encontrei somente duas em meus casos. Ambas tornaram-se relacionamentos de longa duração, ambos eventualmente terminaram. Diferentes razões, sem amargura. Ainda temos contato, nos falamos ocasionalmente.

Porém, falando de modo geral: mulheres não valem meu tempo. Não quer dizer que eu odeie mulheres - apenas que eu não estou interessado nelas. Feministas têm dois importantes slogans: "seu corpo, suas regras", e "Ela não te deve nada". Bem, isto vale para ambos os lados: "Meu corpo, minhas regras; Eu não devo nada a você".

Até que o casamento não mais seja uma extorsão legalizada, e ou até mulheres entenderem que é inaceitável tratar seus companheiros como lixo descartável, eu não vou interesar-me. Simples assim.

Agora, por que penso que casamento é extorsão? Simples:

Casamento tornou-se uma extorsão legalizada.

"Extorsão: a obtenção de propriedade alheia induzido por uso indevido de força real ou ameaça de força, ou medo, ou sob a aparência de um direito oficial".

Invalidação de acordos pré-nupciais + divórcio sem falhas = confisco de patrimônio + alimônia.

Atualmente na América, casamento é idêntico à definição legal de extorsão. É "a obtenção de propriedade alheia induzida ... sob a aparência de um direito oficial". O sistema legal tem sido manipulado para tornar o casamento a definição legal de extorsão. Sem mais, nem entretantos, ou porquês sobre isso. É, por definição legal estrita, extorsão.


Mulheres podem de fato invocar processos de alimônia contra homens com quem tenham coabitado sem ter com eles casado. "Casamento consuetudinário", varia de estado para estado, mas a possibilidade existe. Se um homem está em um relacionamento de longa duração e vivendo com uma mulher, no estado errado, após romperem, ele pode ser obrigado a pagar alimônia a uma mulher com a qual ele não concordou em casar.

A única forma de sobreviver a esse jogo é recusando-se a jogar quando as chances estão desfavoráveis.

Me perdoem, moças, vocês não valem meu tempo, esforço, dinheiro, ou riscos potenciais. É um cálculo de cursto-benefício, e vocês não estão no azul; vocês são um enorme revés.

Violência Doméstica


Pesquisadores do CDC descobriram fatos interessantes quando examinaram seus próprios dados.

O estudo, pelos pesquisadores do CDC Daniel J. Whitaker, PhD, Tadesse Hailyesus, MS, Monica Swahn, PhD e Linda S. Saltzman, PhD, descobriram um total surpreendente: 70% dos casos de violência não-recíproca foram perpetrados por mulheres.

Os pesquisadores estudaram 11.370 jovens de 18 a 28 anos que tem estado em um total de 18.716 relacionamentos heterossexuais. Eles descobriram que uns 50% dos casos de violência íntima entre parceiros era recíproca, o que eles definiram como "perpetrada por ambos os parceiros", e 50% era não-recíproca. Casos de mulher violenta e homem não violento computaram 70% dos casos não-recíprocos, Enquanto casos de homem violento e mulher não violenta computaram 30% dos casos não-recíprocos. Portanto:

50% de todos os casos de violência íntima entre parceiros em casais heterossexuais envolve violência de ambos os parceiros

35% de todos os casos envolvem uma mulher violenta e um homem não violento

15% de todos os casos envolvem um homem violento e uma mulher não violenta

Mulheres são duas vezes tão violentas em relacionamentos, e mesmo assim temos o Violence Against Women Act e a "política do agressor predominante". Você pode escancaradamente abusar de um homem, incluindo mental, emocional ou até mesmo fisicamente, e se ele te revidar, uma só vez, como resposta a qualquer coisa que não seja um risco à vida, ele vai para a prisão.

Estupro


De acordo com Hanna Rosin em "When Men Are Raped":
Os dados ainda não foram calculados de acordo com a nova definição do FBI, mas Stemple analisa diversos outros estudos nacionais no seu novo artigo, "The Sexual Victimization of Men in America: New Data Challenge Old Assumptions", coautorado com Ilan Meyer e publicado na edição de 17 de abril do American Journal of Public Health. Uma dessas pesquisas é a National Intimate Partner and Sexual Violence Survey de 2010, para a qual o Center for Disease Control inventou uma categoria de violência sexual chamada "sendo levado a penetrar". Esta definição inclui vítimas que foram forçadas a penetrar algúém com suas próprias partes corporais, seja por força física ou coerção, ou quando a vítima estava bêbada ou drogada ou de alguma outra forma impossibilitada de consentir. Quando estes casos são levados em conta, as taxas de contato sexual não-consensual basicamente se equalizaram, com 1,270 milhões de mulheres e 1,267 milhões de homens afirmando serem vítimas de violência sexual.

Eu trato disso em detalhes no meu artigo Cultura do Estupro. Você pode seguir o link para detalhes sobre o tópico. O ponto de eu adicionar isto aqui é dissipar algumas das narrativas de ameaça das feministas acerca dos homens. Eu, porém, incluirei o trecho a seguir sobre por que os dados reportados do CDC sobre o número de homens sendo estuprados parece tão enviesado a favor da vitimização feminina:

Temos a Mary P. Koss - você sabe, da estatística mentirosa do "1 em 4" - para agradecer por ter adicionado "levado a penetrar" à lista de classificações da pesquisa acima do CDC. Ela influenciou o CDC a excluir vítimas homens de predadoras mulheres da classificação de "estupro". Agora se você perguntar a uma pessoa comum "se você fosse levada a ter sexo com alguém sendo fisicamente forçada, ou com uma pistola/faca, coagido por ameaças de violência, ou estando inconsciente, sedado com um boa-noite-cinderela, em coma, ou qualquer outra forma de incapacitação pela qual você é incapaz de prover consentimento ou a atividade sexual é realizada diretamente contra sua vontade, isto seria estupro?", a vasta maioria das pessoas diria que sim, é estupro. Em qualquer momento que alguém conduz sexo contra seu consentimento ou enquanto você é incapaz de prover consentimento, é estupro.

Mas não de acordo com o CDC. Devido às ações tomadas por Koss, "levado a penetrar" foi criado a fim de que homens vítimas de mulheres predadoras pudessem, por definição, serem excluídos da classificação de "vítimas de estupro". Portanto ela pode promover estatísticas feministas sobre mulheres vítimas de estupro, enquanto exclui completamente figuras de homens sendo estuprados por mulheres.

De acordo com o CDC, um homem não pode ser estuprado por uma mulher mesmo que seja fisicamente forçado, intoxicado, inconsciente, dopado, ou de quaisquer outras formas incapacitado por quaisquer outros meios. Por definição legal, ele não pode ser estuprado por uma mulher - não importa o que ocorra. Em vez disso, o caso é referido como "levado a penetrar" e portanto constituído como uma forma de violência sexual, mas não estupro. 


Homens são estuprados com tanta frequência quanto mulheres, e as definições foram mudadas para que estatísticas fictícias não mostrem tal fato. Então, não apenas homens são injustamente encarcerados e processados mediante o uso da política do agressor predominante enquanto mulheres são duas vezes tão violentas, mas também homens são estuprados por mulheres tão frequentemente quanto a situação reversa. Temos um Violence Against Women Act, que não estipula nenhuma proteção aos homens. Somos vitimizados tanto e até mais que mulheres, e as mesmas proteções legais não nos são estendidas. Moças, é isto que vocês desejam para teus irmãos e primos? É nesta sociedade que vocês querem que teus filhos cresçam? Se não, auxiliem-nos.

Também, moças, isto foi somente sobre encontros e coabitação. Homens estão em perigo a cada momento que sequer falem com vocês. Sim, sério.

stopstreetharassment.org

"Visão geral: assédio de rua é qualquer ação ou comentário entre estranhos em locais públicos que seja desrespeitosa, indesejável, ameaçadora ou assediadora e seja motivada por gênero ou orientação sexual ou expressão de gênero.

"Tipos: podem ir desde olhares, assovios, buzinadas, barulhos que imitam beijo, policiamento de gênero, e comentários de avaliação não sexualmente explícitos, até comportamentos mais ameaçadores e insultantes, como gestos vulgares, comentários carregados de sexualidade, nudez explícita provocativa, perseguição até mesmo ações ilegais como masturbação pública, toques sexuais, assalto e assassinato.

Assédio de rua baseado em gênero pode interseccionar-se com racismo, homofomia e transfobia, classismo, e/ou capacitismo (como explorado no Capítulo 3 do livro Stop Street Harassment) para criar um assédio multicamadas.

Um homem parar para dizer "Ei, você está bonita hoje" é assédio de rua sob o rótulo de "comentários de avaliação não sexualmente explícitos".

Que coisa! "Comentários de avaliação não sexualmente explícitos": Homem A observa Mulher B fazer baliza em uma vaga bem apertada e está genuinamente impressionado. Mulher B sai do veículo e Homem A comenta "A competência demonstrada pela sua manobra foi particularmente excepcional e denota um grau de destrezamuito superior ao de um motorista comum - parabéns, moça!". Mulher B denuncia Homem A, apontando enfaticamente com o dedo: "Isto é assédio de rua!".

Elevatorgate


Em julho de 2011, Rebecca Watson, fundadora do website Skepchick, mencionou num vlog uma experiência que teve numa conferência recente. Um homem a abordou num elevador e a convidou para seu quarto no hotel para conversarem sobre o café. O convite deixou Watson desconfortável, e ela sugeriu à sua audiência que eles não dveriam agir daquela forma. Como isto foi uma nota num vídeo mais longo sobre a conferência, ele passou desapercebido, exceto por outras duas mulheres ateístas que discordaram de Watson e acreditavam que o comentário do homem não foi agressivo, e tudo isso acabou evoluindo para a típica discussão horrenda de comentários no Youtube. Mesmo isso não fez ninguém se preocupar.

Uma semana depois, durante a apresentação de uma conferência no Center for Inquiry, Watson discutiu a reação a seu vídeo, citando alguns comentários alarmantes e e-maisl dirigidos a ela. PZ Meyers, amigo de Watson, mais tarde defenderia Watson, argumentando em uma postagem de blog que os insultos e estigmas dirigidos a Watson eram evidência de sexismo dentro da comunidade ateísta.

A sequência de comentários da postagem estava cheioa de histeria e trollagem, quando Richard Dawkins decidiu comentar com uma peça encabeçada "Cara Muslima". Dawkins acusou Watson de hiper-reação, comparando sua experiência com aquela das mulheres forçadas a vestir burcas ou submeter-se a mutilação genital (um clássico exemplo da falácia não-é-pior-que).

Dawkins identifica-se como um forte adepto dos direitos das muheres e é um sonoro oponente do tratamento dado às mulheres pela religião; porém, seus comentários trouxeram a ira de muitos do movimento ateísta.

As coisas no geral recaíram daí, com alguns dos defensores de Watson repetidamente chamando Dawkins de misógino. Um monte de grandes nomes, tentando exibir suas credenciais, veio em apoio ou de Watson ou de Dawkins. A opinião dos peões menores era mista, e por muitas vezes bastante sexista. Todos concordaram se tratar de uma hiper-reação, mas culparam o outro lado.

Em uma mostra de boa-fé, Dawkins desculpou-se pela postagem "Cara Muslima" de passagem em outra postagem. Watson aceitou como sendo melhor que nada.

Tudo porque um homem convidou-a para seu quarto no hotel, e até mesmo de acordo com Watson, ele foi bastante polido. Ela disse que ele falou "Tudo bem então, tenha uma boa noite" e foi-se, como um homem perfeitamente gentil. Eu odeio ter que vos dizer, moças: homens estão em perigo a qualquer hora em que estiveram meramente próximos de vocês. Acham que estou brincando? Exagerando? Sendo hiperbólico? Então pensem mais um pouco.

"Donglegate"[NT1]


Dois homens estavam sussurrando piadinhas entre si, durante uma palestra chata em uma convenção de tecnologia. Uma mulher, que não estava sendo abordada nem foi alvo das ditas piadinhas, ficou ofendida. Ela disparou uma campanha no Twitter contra eles. Na guerra de palavras que resultou-se, todos os três perderam seus empregos. Além disso, Roberts, a mulher que ficou ofendida, dias antes tinha de fato tweetado piadinhas de "dongle" na sua conta.

Só por causa de piadinhas inofensivas e sem vítimas entre si, dois homens perderam seus empregos porque uma mulher sentiu-se ofendida. Ela não era parte da discussão, não era alvo das piadas - de fato, nenhuma mulher era alvo dessas piadas. Eles não estavam discutindo anatomia feminina, nem mesmo estavam fazendo piadas sobre mulheres. Eles estavam entediados, em uma convenção, e cochichando um para o outro a fim de não caírem no sono.

Mesmo assim, porque uma mulher sentiu-se ofendida por uma conversa privada, fazendo o mesmo tipo de anedota que ela fez dias antes em sua própria conta no Twitter, em uma conversa que ela bisbilhotou, dois homens perderam seus empregos e foram publicamente caluniados, escorraçados e assediados.

Homens podem ser punidos por falar com você, ou mesmo por falarem próximos a você. E por "punidos", eu quero dizer, a propósito, que eles podem enfrentar sérias consequências -- incluindo perder suas carreiras -- somente por estar próximos a você. Tudo resume-se a isto.

O problema tem cinco facetas
  1. Feministas incitam intolerância das mulheres para os homens, o que acarreta mais problemas como veremos.
  2. Feministas têm pressionado por mudanças no sistema legal a fim de criminalizar homens. Isto tornou-se possível pelo espírito[NT2] que homens são malignos.
  3. Muitas mulheres não são nada confiáveis e estão perfeitamente dispostas a mentir a fim de te punir por qualquer coisa -- falsas acusações são coisa comum. E raramente são punidas por isso porque "homens são maus, mulheres são boas".
  4. Mesmo quando não acusando de alguma coisa ruim, a maioria das mulheres trata homens como lixo descartável, incluso sendo violentas contra seus parceiros só porque estão irritadas -- e elas não são legalmente responsabilizadas por tais atos. Kelly Brook bateu em dois antigos namorados na cara (soco, não tapa) e riu disso em rede nacional. Homens são maus, logo merecem ser punidos.
  5. O perigo apresentado pelo absoluto volume de mulheres que fazem coisas escandalosas a fim de engravidarem ou casarem e te colocar na berlinda por dinheiro torna bastante perigoso ter associações mais íntimas.

Testes de gravidez positivos na Craiglist, mentir sobre se está tomando a pílula, portar um alfinete para furar a camisinha, mulher guardando o 'conteúdo' do sexo oral e inseminando-se para engravidar, processar para cobrar pensão e ganhar a causa. Outra, um mês atrás, admitiu ter esvaziado o conteúdo da camisinha descartada, inseminando-se para engravidar e processar para cobrar pensão, e ganhou a causa. Homens são responsáveis pelas ações das mulheres...

Então, como agir de maneira inteligente?

Olhe desta forma, acuradamente descrita: Você está numa sala com 300 cestas de palha, e cinco delas contêm uma gema preciosa cada. O valor relativo das gemas varia, mas com cada uma delas você pode ser feliz por um tempo. Se você escolher a gema certa, pode até mesmo ser feliz pelo resto da sua vida.

Nas outras 295 cestas, porém, estão serpentes peçonhentas, de vários tipos e com diversos graus de toxicidade. Algumas causarão dor, outras causarão paralisia temporária, outras provocarão necrose e ressecarão o braço que você colocar na cesta. Algumas são fatais umas outras matam rapidamente, enquanto outras matarão lentamente e com muita dor e sofrimento.

Então, como exatamente você resolve isso e decide em qual cesta colocar a mão? Elas todas parecem idênticas... a maioria nem mesmo tem algum som audível de assovio ou chocalho.

É por isso que os MGTOWs simplesmente abandonam o jogo. A razão entre boas mulheres que valem o tempo dispendido contra todas as tóxicas que temos que deparar pelo caminho não compensa o problema com os riscos. Basta apenas uma má escolha para arruinar completamente ou mesmo exterminar a vida. Escolher qual é qual é assassinato. Escolha a errada e você será espancado, esfaqueado, mutilado, assassinado, difamado, preso sob falsas acusações, coagido a um casamento sob falsas pretensões, ou ser forçado a viver em servidão porque ainda que não haja falha nossa seremos manietados com pensões alimentícias.

Desculpe, moças, existe um monte de bons homens que estariam perfeitamente dispostos a tratar vocês direito, que simplesmente decidiram desistir e não ter nada com vocês. Não é culpa de vocês, das que merecem um bom homem; é culpa das centenas de mulheres tóxicas que um cara possivelmente tropeçará antes de você. Elas são perigosas, existem consequências potencialmente gravosas para a vida de um homem que conhece a mulher errada, ou sequer fala com a mulher errada, ou mesmo fala perto da mulher errada.

Nós sabemos que "nem toda mulher" é assim; o problema é que tem um porrilhão que é assim. Boas mulheres são exceção à regra. Alguém que tratará seu parceiro com gentileza, dignidade, compaixão, consideração; ou, merda, mesmo que apenas consiga tratá-lo com cortesia comum básica... Este não é o padrão, é a exceção.

Existem muito poucas de vós, e totalmente espalhadas, e não temos como escolher uma dentre a multidão, então a escolha do homem ou é jogar o jogo e continuar metendo a mão na cesta procurando uma gema -- apenas para ser mordido a esmagadora maioria das vezes, e esperar que sobreviva tempo o bastante até achar a gema -- ou não participar.

MGTOWs não veem sentido em jogar o jogo; as potenciais recompensas não compensam os riscos de potenciais danos e prejuízos. O jogo estão tão profundamente viciado contra nós que mesmo a finalidade do jogo - sucesso - não é uma vitória de forma alguma. Então, nós não entramos no jogo, e então vocês perdem.

Perdão, moças, mas as coisas só tendem a piorar a não ser que vocês se posicionem e apóiem os homens. Estorsão legalizada somente por viver junto, política do agressor predominante, criminalização de se falar para uma mulher não importa o quão educadamente, criminalização até mesmo de se falar perto de uma mulher. Vocês não podem casualmente ficar de lado e observar os homens sendo perseguidos e não fazer nada a não ser dar as costas e reclamar de homens desistirem de terem relacionamentos com mulheres.


Pew encontrou recente que o número de mulheres de 18 a 34 afirmando que ter um casamento bem-sucedido é uma das coisas mais importantes subiu de 28% para 37% desde 1997. O número de homens jovens adultos dizendo o mesmo caiu de 35% a 29% no mesmo período.

Os achados de Pew despertaram a atenção de um escritor americano que mantém que o feminismo, profundamente arraigado em cada segmento da cultura, tem criado um ambiente no qual os jovens homens acreditam ser mais benéfico simplesmente apartar-se da ideia de casamento completamente.

Também atestado claramemntem em "The War on Men" por Suzanne Venker:

Em resumo, mulheres estão zangadas. Elas também estão defensivas, ainda que muitas vezes sem estarem cientes. Isto é porque elas foram criadas para pensar nos homens como inimigos. Armadas dessa nova atitude, mulheres têm pressionado homens para além de seu pedestal (mulheres têm seu pedestal, mas feministas as convenceram do contrário) e escalarem a fim de tomar o que lhes foi ensinado a crer que é delas por direito

Agora homens não têm para onde ir.

É precisamente esta dinâmica - mulher boa / homem mau - que está destruindo o relacionamento entre os sexos. Mesmo assim, de alguma forma, homens ainda são culpabilizados quando o amor dá errado. Ei, homens têm sido culpabilizados desde que as feministas tomaram as ruas desde a primeira vez em 1970.

Se vocês têm ponderado sobre o que é o MGTOW, eu digo da maneira mais simples e mais verídica possível: é uma retribuição, e tal retribuição é um boicote. Homens são genética, biológica e socialmente condicionados a não querer machucar mulheres, mesmo quando são feridas por elas. MGTOW é um refúgio, um espaço seguro dentro de nós mesmos. É um protesto afirmando que não seremos desumanizados, não seremos criminalizados por termos nascido, não seremos tratados como cidadãos de segunda classe.

Por que chamar isto de retribuição? Simples. A coisa mais danosa que podemos fazer em represália ao tratamento que temos recebido é não ter nada a tratar com vocês. Esta é nossa retribuição, rejeitá-las e deixá-las à deriva, sozinhas e por si mesmas. Enquanto a punição por termos nascido diferentes continuar a piorar, vocês verão mais e mais de nós.

Mais e mais de vocês, moças, ficarão sozinhas. Se não se levantarem e agir por nós, então verão o MGTOW crescer. Este é nosso ato de desafio: Nós não participaremos de jogos centrados em vocês. Nós não prestaremos nenhuma atenção. Nós não as cortejaremos. Nós não planejaremos encontros com vocês. Nós não iremos dormir com vocês. Nós não iremos casar com vocês.

Cada vez mais mulheres terão cada vez menos homens disponíveis, cada vez mais mulheres não desfrutarão a calidez de uma companhia. Não desfrutarão de um efusivo sorriso pela manhã. Não experimentarão o afago de um abraço e de um suave beijo no pescoço. Nada de festanças de casamento, do som dos passos, nenhuma das alegrias de se ter uma família. Não terão ninguém para lhes confortar quando chorarem, solitárias, à noite. Mais de vocês, moças, estarão sozinhas. Homens são de longe mais que capazes de lidar com a solidão. Já estamos acostumados a tanto.

MGTOW é um refúgio dos perigos que mulheres representam aos homens nesta sociedade. MGTOW também é retribuição.



Em 2006, a lésbica feminista Norah Vincent foi entrevistada pelo 20/20 sobre seu livro Self-Made Man. Ela conduziu um estudo de gênero no qual ela mesma se produziu como homem por dezoito meses. Então ela escreveu sobre suas experiências. É um livro fantástico que você pode comprar baratinho. Aliás, eu o recomendo fortemente. Tem seções nele que me fizeram chorar de rir.

Próximo ao fim da entrevista, Miss Vincent disse "Homens estão sofrendo, eles têm problemas diferentes que os das mulheres mas não estão em melhor posição. Eles precisam de nossa simpatia, de nosso amor, e eles precisam uns dos outros mais que qualquer coisa. Eles precisam estar unidos".

O entrevistador então perguntou a Miss Vincent: "Você acredita que mulheres entendem como é ser um homem?".

Miss Vincent respondeu assertivamente: "Não, nem um pouco; nem fazem ideia".

Então, moças, o MGTOW é exatamente o que Norah Vincent prescreveu após passar dezoito meses vivendo como homem. É uma reunião de homens, como proteção contra aqueles que nos abusam, nos violentam, nos processam, e nos demonizam. MGTOW é uma mudança ideológica contra o fazer de tudo para servir às mulheres, e em vez disso investir nas nossas próprias vidas. Nossa retribuição é nosso protesto: um boicote. E tende a reunir mais e mais homens até que as mulheres levantem-se e lutem ao nosso lado. Até que vocês mulheres comecem a posicionar-se contra nós sermos desumanizados apenas por termos nascido diferente, vocês podem esperar o número de homens dispostos a casar decair, cada vez mais.


FootNotes:

[NT1] "Dongle" é qualquer dispositivo de encaixe/conexão, geralmente usado em computadores, a fim de liberar funcionalidades adicionais. Normalmente era usado como sistema de trava, mas hoje em dia abrange diversos dispositivos como receptores de TV, Bluetooth, WiFi etc. 

[NT2] No original, "zeitgeist", algo como "espírito da época"

Masculinidade Tóxica e Feminilidade Tóxica [Karen Straughan]

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