segunda-feira, 13 de novembro de 2017

FEMINISMO COMO MOVIMENTO SUPREMACISTA - UMA CONDENAÇÃO DEVASTADORA

FEMINISMO COMO MOVIMENTO SUPREMACISTA - UMA CONDENAÇÃO DEVASTADORA

FEMINISMO COMO MOVIMENTO SUPREMACISTA - UMA CONDENAÇÃO DEVASTADORA

Este foi originalmente uma postagem de /u/strawberryspringg em outra thread [L01]. Eu copiei aqui porque esta é uma das explicações mais fortes da brecha entre feminismo e direitos dos homens que eu já vi.


Eu costumava ser feminista. Eu era o que Karen Straughan chama "feminista de cafeteria". Basicamente alguém que acredita em igualdade de gênero e assume (erroneamente) que o feminismo é um movimento devotado para este fim.

Feministas de cafeteria não tomaram tempo para estudar a literatura e história do movimento feminista. Você geralmente ouvirá elas dizendo coisas como "às mulheres era negado o direito ao voto" sem notar que a maioria dos homens também não podia votar até bem recentemente. De fato, metade dos homens que foram forçados a lutar e morrer na 2GM não podia votar. Homens de classes média e baixa tiveram que conquistar seus direitos de voto com sangue.

Eu comecei a questionar o feminismo quando meu primo foi horrivelmente tratado pelas Cortes de Família. Sua ex era uma psicótica certificada mas obteve custódia total enquanto ele teve que voltar à casa da mãe dele a fim de sustentar o pródigo estilo de vida dela. Ela fez falsas acusações contra ele. Ele foi alienado de sua filha.

Mais tarde aprendi que feministas repetidamente têm lutado contra projetos de de guarda compartilhada. Isto apesar do fato que dúzias de estudos mostrarem que a guarda compartilhada alinha-se aos melhores interesses da criança (e mesmo da mãe!)

Não somente feministas lutaram contra a guarda compartilhada, elas lutaram contra real igualdade de gênero em cada passo de seu caminho. E isto vai desde o tempo da primeira onda [L02].

Confira este link [L03], ele sumariza muito bem a história. Se algo é visto como colocando iguais responsabilidades sobre os homens ou mesmo ajudando homens e meninos, elas se opõem. Elas veem tudo como umm jogo de soma zero. Isto não é "igualdade". De fato isso lembra, mais de perto, um movimento supremacista. Seu comportamento subitamente passa a fazer sentido quando você considera que as feministas veem homens como seus "inimigos de classe" e "opressores". Por que você iria querer ajudar seus opressores? A ideia como um todo é claramente senil, porque como Warren Farrel notou, não de pode ferir um gênero sem ferir o outro. Após cem anos de feminismo, mulheres estão mais infelizes do que nunca.

A questão do estupro é um exemplo perfeito disso. Três estudos separados [L04] no Canadá revelaram que a maioria dos homens estupradores foram sexualmente abusados por mulheres quando eram crianças. Uma abordagem holística da igualdade de gênero reconheceria o papel que estas mulheres (especialmente as mães) desempenham na criação de homens (e mulheres) violentos. Em vez disso, feministas retratam o comportamento masculino como ocorrendo em um vácuo sem referência ao sexo oposto.

A hipocrisia é infinita. Estudos mostram que homens são tratados muito mais severamente pelo sistema de justiça criminal. Eles recebem em média sentenças 60% mais longas. Porém, em vez de tentar remediar esta injustiça, feministas lutaram no Reino Unido, e obtiveram sucesso, para que as mulheres fossem tratadas com ainda mais leniência. Algumas feministas querem eliminar completamente as prisões! Não estou dizendo que a resposta é tratar mulheres mais severamente em qualquer caso - talvez a resposta seja tratar homens com mais compaixão - ou talvez algo intermediário. Mas é claro que feministas não tem nenhum interesse em igualdade nesta ou em qualquer outra questão.

As estatísticas [L05] são alarmantes. Enquanto feministas choramingam sobre problemas do tipo "A Princesa e a Ervilha" como "manspreading" e "mansplaining", elas ignoram ou menosprezam a mutilação genital masculina (centenas de bebês meninos morrem desta prática todo ano), meninos sofrendo mais violência nas mãos de seus pais, meninos indo mal na escola em razão dos modelos educacionais ginocêntricos, homens vítimas de violência doméstica e abuso sexual, falta de direitos reprodutivos masculinos, falsas acusações que podem arruinar e de fato arruínam a vida dos homens, homens e meninos forçados a lutar e morrer em guerras, homens não tendo direito ao voto sem ter que alistar-se para o serviço militar, a epidemia de suicídio masculino, a disparidade de gênero nas sentenças judiciais, a disparidade de gênero entre os sem-teto, a disparidade de gênero em mortes laborais, homens recebendo menos assistência e auxílio-saúde mesmo que eles paguem mais taxas, homens trabalhando por mais horas, homens morrendo mais cedo etc. etc.

Está abundantemente claro até aqui que o feministo não entendeu nada certo. Homens não querem oprimir mulheres, eles querem protegê-las, e sim, isto tem causado sexismo paternalista e até mesmo "opressão" algumas vezes, mas o homem médio nunca esteve melhor que a mulher média.

Quando feministas falam de problemas dos homens elas dizem "o patriarcado atinge os homens também". Porém é uma piada doentia que vivamos em um "patriarcado" que privilegia homens. Se o que as feministas alegam fosse verdade então o movimento pelos direitos dos hoemns receberia farto suporte do estado. Em vez disso são as próprias feministas que fazem todas as regras.

Um dos principais problemas do feminismo é que fundamentalmemte não compreende como homens operam. Homens no poder não tentam privilegiar seus inimigos de classe e competidores sexuais. Na medida em que existe algum grau de compaixão para as classes média e baixa, ela é majoritariamente reservada para mulheres. Por isso as incontáveis iniciativas estatais para ajudar mulheres mas não homens. Isso é porque homens têm viés extra-grupo para mulheres [L06], ao passo que o mesmo não é verdadeiro em reverso.

Hoje em dia o feminismo revelou-se um movimento supremacista. Ele sempre foi e sempre será enraizado em ressentimento e ódio contra homens, não em um desejo por igualdade. Eles também são autoritários da cabeça aos pés. Eles lutam para censurar pessoas, reverter o direito a um devido processo legal, criminalizam comportamento sexual normal ("consentimento afirmativo" é simplesmente bizarro), eliminam a meritocracia etc.


** Links **

[L01]https://www.reddit.com/r/MensRights/comments/7bopfq/any_exfeminists_here_id_like_to_ask_you_questions/dpjyno5/
[L02]https://www.reddit.com/r/MensRights/comments/6yr51a/was_there_ever_a_good_wave_of_feminism_karen/
[L03]https://www.reddit.com/r/MensRights/comments/g2eme/feminists_tell_you_that_the_solution_to_mens/
[L04]https://canadiancrc.com/The_Invisible_Boy_Report.aspx
[L05]http://www.realsexism.com
[L06]https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/15491274

META
Autor /u/strawberryspringg
Link Original https://www.reddit.com/r/MensRights/comments/7c6do5/feminism_as_a_supremacist_movement_a_devastating/
Link Arquivado http://archive.is/JrAB3

sábado, 11 de novembro de 2017

GirlWritesWhatSelecta - 9

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Um cara com quem eu estava saindo há um tempo disse isso dessa forma:

"Nós estivemos casados por 14 anos. Eu fui obrigado a sustentá-la por mais 17 anos - mais que nosso tempo de casado, puta que pariu, porque ela nunca trabalhou fora de casa. Por que eu deveria sustentar uma mulher com quem não sou mais casado? Por que ainda sou forçado a 'fazer o meu trabalho'? Não é como se tivesse uma ordem judicial dizendo que ela tivesse que comparecer três vezes por semana, cozinhar, limpar e chupar meu pau".


META
Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/MensRights/comments/7b4g3u/_/dpfowjr/
Link Arquivado http://archive.is/cJoWU

GirlWritesWhatSelecta - 8

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Mulheres eram e são tratadas muito mal pela mera tentativa de fazer algo fora da norma social. Então isto é como dizer que uma pessoa recebe a escolha entre morrer e matar alguém é livre para escolher.

Assim como foi com os homens. Assim como foi com todo mundo.

Ainda assim eu penso que mulheres nestas culturas são tratadas pior que os homens.

Eu vou te perguntar uma coisa. Você está alegando que X (o sofrimento das mulheres) é maior que Y (o sofrimento dos homens). Você já mediu Y?

No filme The Rede Pill (no qual eu apareço, diga-se de passagem), Fred Hayward fez uma pergunta.

Como você mede o sofrimento? Como quantifica o sofrimento dos homens e mulheres para que você consiga compará-los? Uma mulher pode sentir que é uma injustiça receber em média 3/4 do ordenado que um homem recebe, mas como você compara isso contra os cinco anos extras de vida que uma mulher tem que o homem não tem? Uma mulher pode perder uma oportunidade de trabalho porque é mulher, mas como você quantifica isso de forma a poder comparar com um homem que perdeu seus direitos de custódia das suas crianças porque é homem?

Eu quero que você observe algumas métricas:

  • Expectativa de vida;
  • Menos poder de gasto versus renda percebida;
  • Probabilidade de morrer por violência;
  • Falta de acesso a cuidados habitacionais e de saúde;
  • Falta de moradia;
  • Risco de invalidez ou morte em razão laboral;
  • Probabilidade de ser vítima de crime;
  • Menor acesso à educação;
  • Acesso a apoios governamentais;
  • Probabilidade de ser detido, acusado, processado e condenado, e extensão da sentença;
  • Probabilidade de ter seus filhos tirados de você por razão nenhuma;
  • Probabilidade de sofrer violência do estado (brutalidade policial).

Em cada uma dessas métricas, negros sofrem mais em média que brancos nos EUA. Você pensaria que estes são indicativos que negros nos EUA estão desprivilegiados em comparação aos brancos, não?

No Ocidente, todas essas métricas aplicam-se mais a homens que a mulheres. Nos países que você está falando, em quase todos eles isto acontece.

Já observou a situação de homens comuns nestas culturas, ou você acha que todos vivem como reis e as mulheres vivem como escravas?

Eu não estou dizendo que homens estão na pior nestas culturas. Como Fred Hayward disse, é difícil quantificar as formas que homens e mulheres sofrem do sexismo. Como você os compara, quando as formas que eles sofrem são diferentes? Você pode dizer "mulheres são mais propensas a isso que homens", mas não pode necessariamente dizer "esta coisa que homens enfrentam é pior que esta outra coisa que mulheres enfrentam".

Tudo que eu sei é que em qualquer cultura onde o estupro de homens é pervasivo e arbitrário, o assassinato de homens é também pervasivo e arbitrário. Quem sofre mais?

Tim Goldich postou um capítulo de seu livro num website. Este foi um dos primeiros artigos que vi que realmente abriu meus olhos para a situação dos homens. No artigo, ele descrevia um artigo de um jornal de grande circulação, chamado "Uma política de estupro"[L01]. O artigo do jornal descrevia um campo de refugiados em uma zona de conflito, onde as mulheres que eram mandadas para coletar lenha para fogueira eram rotineiramente estupradas por milícias quando pegas. Horrível. Era um longo artigo, ao final do qual, de maneira improvisada, o jornalista menciona ter perguntado às mulheres: "se vocês continuam sendo estupradas, por que não mandam os homens buscar lenha?".

As mulheres respondeu: "Quando homens vão, eles são mortos. Quando mulheres vão, elas são apenas estupradas".

E foi isso. Esta foi a única menção sobre o que os homens estavam enfrentando. Nós temos um massivo ponto cego, Karolina, quando se tratam dessas coisas. E se você de alguma forma acha que as coisas são diferentes no terceiro mundo, eu te sugiro olhar um pouco mais fundo. Nós não vemos o sofrimento dos homens aqui - por que deveríamos ver por todo lado? E é sempre bastante conveniente politicamente demonizar os homens de outras culturas. A única coisa mais eficaz que "eles virão maltratar nossas mulheres" é "eles são tão malignos que maltratam suas próprias mulheres".

Isto significa que eu pense que homens se dão mais mal em tais culturas? Não necessariamente. Isto depende da cultura e de como medimos o "se dar mal". Em certas coisas eles se dão mais mal, e em algumas outras não. Mas até que olhe honestamente para a situação real de Y, você não tem nenhuma afirmação racional para argumentar que X > Y.


Links

[L01]http://archive.is/EEpFk (A notícia original no NYTimes)

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Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/MensRights/comments/67jzr5/_/dgx2fbl/
Link Arquivado http://archive.is/Hcww1

domingo, 8 de outubro de 2017

GirlWritesWhatSelecta - 7

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Quem quiser uma cerimônia na igreja pode ter seu desejo negado.

Quem quer uma cerimônia em igreja quando a igreja não quer deve ter seu desejo negado. A não ser que esta linguagem seja parte da bula, sabe-se lá como você vai saber se não haverá igrejas levadas diante de tribunais de direitos humanos por discriminação.

Não tem como. A discussão não houve. A esquerda parece indisposta a discutir para começo de conversa, xingando qualquer um que mencione o assunto de intolerante.

E não, o negócio dos pronomes não é uma questão fundamentalmente diferente.

Se o lobby LGBT estivesse tranquilo quanto o "cada um no seu quadrado" isso não seria problema. Mas eles estão preparados para arrastar pessoas às cortes em razão de declinarem-se a fazer bolos de casamento, ou de ser videógrafo de casamento, ou de sediar o casamento em sua propriedade mesmo que tal propriedade sejam também as suas próprias casas.

O negócio dos pronomes não é uma questão fundamentalmente diferente. É perfeitamente análoga a esta situação.

Uma bula é proposta. Proponentes asseguram ao povo "não se preocupem, ninguém lhes forçará a usar pronomes, ninguém lhes forçará a casar dois machos em sua igreja, ninguém lhes forçará a fazer um bolo para um casório gay, ninguém os forçará a tirar fotos num casório gay ... Fala sério, a bula nem fala dessas coisas".

E então, não ficou sabendo? Assim que a bula é aprovada, todas essas coisas acabam acontecendo. Porque a bula não esclarece nenhuma dessas coisas. Pessoas acabam enfrentando batalhas judiciais longas e caras para proteger seus direitos religiosos. Mesmo em casos que eventualmente vencem, elas acabam gastando uma tonelada de dinheiro e por vezes perdem seus meios de subsistência.


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Autor Karen Straughan
Link Original https://reddit.com/r/MensRights/comments/731chy/_/dnn2orb
Link Arquivado http://archive.is/R7tC2

GirlWritesWhatSelecta - 6

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Desculpe-me, mas é por isso que este movimento não pode avançar! É porque está sendo estrangulado por reacionários e regressistas que querem nos levar de volta aos anos 1950. Não é assim que vocês dirigem um movimento e deveríamos discutir isso.

Bearing trouxe diversas preocupações válidas acerca das potenciais implicações do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Austrália, particularmente sobre liberdade de expressão e religião.

Estas preocupações não foram abordadas em termos do que acontece a alguém que publicamente diz que discorda do casamento gay, igrejas que desejam abster-se de realizar cerimônias gays, negócios que não desejam participar de celebrações gays por questões religiosas etc.

Estes são os pontos onde os direitos constitucionais das pessoas entram em conflito.

Quais direitos devemos priorizar? O direito de um casal gay ter sua cerimônia em uma igreja específica? Ou o direito de aquela igreja em particular declinar de presidir uma união que viola suas crenças religiosas? O casal gay deveria ser forçado a ir a uma igreja diferente que esteja disposta a casá-los? Ou a igreja que eles demandam deveria ser forçada a casá-los?

Quando a Bula C-16 foi proposta no Canadá, a qual instanciaria identidade de gênero e expressão de gênero como categorias protegidas pelos nossos atos de direitos humanos, Jordan Peterson pronunciou-se e alertou a todos que passar a bula da forma que estava seria controle de expressão. Isto não meramente proibiria certos dizeres, mas forçaria as pessoas a engajar em certas expressões -- ela instanciaria um requerimento legal para que as pessoas usassem os pronomes preferidos de qualquer um que alegasse que não se identificam como cisgêneros.

Proponentes da bula disseram "oh, isso já é delírio paranoico! Isso nunca vai acontecer! Tira esse chapéu de papel-alumínio! Não tem sequer nada na bula que menciona pronomes! Pare de ser um preconceituoso transfóbico!". Um ministro conservador sugeriu que a linguagem da bula fosse expandida a fim de incluir uma cláusula garantindo que ela não coagiria legalmente pessoas a usar certas palavras ou discursos. Isto foi, obviamente, recusado, porque é claro que tal cláusula seria completamente desnecessário. A bula nada dizia sobre pronomes ou discurso forçado.

Poucos meses após a bula ter sido aprovada, o CUPE (o maior sindicato do Canadá) soltou um vídeo com a participação de um advogado "não-binário", que estava ensinando as pessoas sobre como elas deveriam usar os pronomes preferidos. A primeiríssima razão de sua lista foi "está na lei". Ele foi citar a Bula C-16 como instanciando em lei uma obrigação de usar os pronomes prediletos das pessoas.

Debaixo das condições descritas no vídeo de Bearing, eu votaria contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo - ainda que eu apoie totalmente.


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Autor Karen Straughan
Link Original https://reddit.com/r/MensRights/comments/731chy/_/dnmzyeu
Link Arquivado http://archive.is/cgxnF

GirlWritesWhatSelecta - 5

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OK, então, sob a Sharia, quando um homem e uma mulher estão por casar (seja o casamento arranjado ou não), eles assentam-se junto com seus advogados e negociam um mahr.

Este é o "presente da noiva". É uma soma de dinheiro que o homem empenha a ela como sua "garantia". (Sob a Sharia, mulheres casadas detêm sua renda e propriedade inteiramente para si mesmas, mas são intituladas a serem sustentadas pelos seus maridos. Basicamente, "o que é meu é meu e o que é seu é nosso, mozão". Isto é importante a fim de entender o real impacto do mahr.)

Mahr pode ser dinheiro, mas não precisa ser. Pode ser um presente em terras, outra propriedade real, gado, &c. Mas na maior parte dos casos, até onde se, inclui um presente de entrada em moedas de ouro, e o resto é considerado um "débito em papel" que a esposa pode invocar a qualquer momento.

As somas diferem, dependendo da classe e do status (e de quão bom o advogado da mulher seja). Quando meu amigo Aladdhin (nós chamamos ele de Alex) voltou ao Líbano para formalizar seu compromisso, o total acordado foi de $35.000, incluindo $4.000 em moedas de ouro como entrada e $31.000 deferidos. Esta não é uma soma pequena, dado que Alex trabalhava como "expo" e ocasionalmente cozinhava no Tony Roma por $14 a hora. Estamos falando de mais de um ano em salário bruto, próximo a um ano e meio depois dos impostos.

Outro colaborador meu, Saddadhin (Sam, também do Líbano), quando casou há 10 anos, negociou um mahr de quase $70.000. Sam trabalhava em três empregos (um integral, outro parcial, e um terceiro casual), inicialmente como expo no restaurante, então como cozinheiro gerente, como entregador em suas folgas, e renovando casas informalmente para o irmão, um contratante independente. Ele tem cinco filhos, incluindo duas gêmeas que devem ter uns 4 anos hoje em dia se não me engano.

Estes dois homens têm uma vantagem sobre homens voltando ao lar. Mesmo trabalhando nos trabalhos deles, eles ganham mais por ano que, digamos, uma pessoa média no Irã (renda média familiar anual de $8.000, mahr médio de mais de $50.000).

Então, de qualquer forma, o mahr existe para garantir que a mulher é sustentada no evento de algo der errado. Geralmente ele é atrelado no momento em que assinam, mesmo antes de estarem tecnicamente casados (de tal forma, se ele rompe o compromisso, ele está endividado em muito dinheiro). Além do mahr, mulheres, assim que oficialmente casadas, são intituladas a uma alimônia mensal se seus maridos divorciam-se sem causa. (E, interessantemente, se ela sente que ele não a está sustentando de acordo com a capacidade dele enquanto estão casados, ela pode requerer em uma corte judicial que ele a pague uma alimônia enquanto ainda estão casados, para cobrir necessidades como vestuário, artigos de higiene pessoal &c.)

Quando o homem morre, o mahr é extraído de suas propriedades antes de qualquer divisão na forma de herança a seus filhos. Ela pega as suas verbas compensatórias. Os filhos pegam uma parte do que sobrar, e se sobrar. Se não tiver o suficiente nas propriedades a fim de cobrir o montante, os pais ou irmãos dele podem ser requeridos a pagar. E claro, enquanto viúva, se ela tem pai, irmãos ou filhos vivos, ela está intitulada a ser sustentada por eles até recasar. Suas filhas também estão igualmente intituladas ao suporte financeiro dos irmãos (se tiver) até elas mesmas casarem. É por isso que sob a Sharia os filhos herdam o dobro da porção das filhas - porque eles também herdam a obrigação de seus pais em pagar por todas as necessidades das irmãs (comida, abrigo, educação &c).

Então, basicamente, se o homem divorcia-se de sua esposa sem causa (como é de seu direito), ele é obrigado a pagá-la o restante de seu mahr (usualmente dentro de um par de meses), e também a pagar-lhe uma alimônia mensal até ela morrer ou recasar. Se ele tem motivo, em alguns casos será absolvido da obrigação de pagar ambos, em alguns casos terá que pagar uma porção reduzida, e em alguns casos será obrigado a pagar um ou outro. Isto é, sua obrigação de pagar mahr e alimônia será reduzida ou eliminada se ele tem causa suficiente para divórcio. Mas se ele não tem causa, ele será posto para pagar ambas integralmente.

Teve muito clamor na mídia ocidental quando o Irã impôs regras mais estritas sobre o que constituiriam as "bases para divórcio" das mulheres.

Estas novas bases "mais estritas" incluíam:

  • ele não fez sexo com ela por seis meses ou mais;
  • ele tem um trabalho pelo qual a esposa sente-se humilhada;
  • se a situação no lar é tal que a esposa tenha que sofrer injúria física ou financeira, ou "injúria à sua dignidade" (isto incluiria ficar na mão das outras esposas, se ele tem mais de uma);
  • impotência por parte do marido;
  • se o marido não a engravidou nos cinco primeiros anos de casamento.

Isto parece bem injusto e sexista quando tudo que você ouve na mídia ocidental é que mulheres requerem bases legais para o divórcio, enquanto o homem pode divorciar-se por qualquer razão ou por razão nenhuma afinal.

Mas no Irã, mesmo após as novas diretrizes mais estritas serem promulgadas, 70% dos divórcios são iniciados pela mulher.

Certamente, meu amigo Alex pode (estritamente sob os termos da Sharia) divorciar-se de sua nova esposa por qualquer motivo, ou sem motivo algum, mas se ele não tiver um bom motivo, ele terá que pagar a ela $31.000 em um montante fixo dentro de poucos meses do divórcio, e também pagá-la uma alimônia mensal até ela morrer ou recasar. E os termos do casamento acerca do intitulamento de sua esposa ao seu sustento são tais que ele não pode simplesmente começar a poupar dinheiro a fim de economizar para este dia. Ele deve sustentá-la em um nível comensurável com sua renda e padrão social, ou ela pode requerer legalmente ter uma alimônia mensal paga diretamente por ele a ela de forma que ela possa ter belas roupas e sair para almoçar com as amigas e comprar cosméticos caros se ele puder proporcioná-los. Ele não terá permissão, se processado numa corte da Sharia, de mantê-la em farrapos enquanto ele está coletando uma boa renda.

Os costumes e requerimentos legais deste papel ativamente impedem-no de sequer divorciar de sua esposa só porque "não está 100% contente". Ele não pode economizar para o momento em que ele poderia dar-se ao luxo de assim o fazer e ainda provê-la como a lei requer.

Esposas podem às vezes assegurar um divórcio nas cortes sem bases (se elas forem persistentes, ou o homem não contesta, geralmente será concedido), mas se elas o fazem, o pior que acontece é que elas não conseguem ganhar a loteria. Elas vão embora com menos do que teriam, ou com nada.

Aqui no ocidente, nós ouvimos falar sobre como as filhas herdam metade do total que os seus irmãos herdam, mas nós não ouvimos falar que seus irmãos tornam-se seus sustentos financeiros legalmente obrigados quando o pai morre. Se eu fosse fazer meu próprio testamento, e soubesse que minha filha seria legalmente intitulada a ser sustentada financeiramente pelos meus filhos, eu deixaria praticamente toda minha herança aos meus filhos, e não apenas dar a eles o dobro do que deixaria à irmã deles. Eu certamente não lhes deixaria porções iguais, sabendo que munha filha jamais precisaria ser auto-suficiente e meus filhos seriam forçados a tomar responsabilidades por ela.

Nós no Ocidente costumamos ouvir sobre como as mulheres que querem divórcio precisam de bases, enquanto homens não, e como isso é injusto demais, porque implica que mulheres não tenham o mesmo direito de divórcio que os homens têm. Mas não ouvimos sobre o mahr e a alimônia que homens são obrigados a pagar se divorciarem-se sem motivos, e certamente não ouvimos falar sobre como, apesar disso, homens quase nunca se divorciam sem motivo, que mesmo sob essas condições a maioria dos divórcios é iniciada pela mulher, e que estas "bases" para divórcio incluem "ele trabalha no McDonals, e isso é vergonhoso para mim".

Nós ficamos sabendo sobre como homens sob a Sharia têm direito ao sexo com suas esposas, e isto é estupro. O que não ouvimos sobre é que se ele não tem sexo com ela por seis meses, ou não pode ter sexo com ela porque está impotente, ele será forçado a pagá-la toda aquela dinheirama e não terá sequer alguém para cozinhar para ele ou limpar sua casa enquanto trabalha 70 horas semanais para receber salário e manter-se longe da prisão.

Qual a diferença entre "se você não fizer sexo comigo, me é permitido, após tentar várias estratégias distintas como dar um gelo, dar palmadas na sua bunda dentro de certos limites legais para assegurar que não te desfigure ou cause dano permanente" (que é o que é dito sob a Sharia acerca dos direitos do marido ao sexo), e "se você não fizer sexo comigo, eu estou intitulada a ir embora com um total de sete anos de renda média familiar, mais alimônia, e se você não puder pagar vai preso (em um país islâmico, que não pode ser moleza se comparado aos EUA, francamente)"?

E eu quero que saiba que eu não endorso nada disso. Mas estamos recebendo uma representação seriamente enviesada de como as coisas funcionam em outras culturas.

Alguns países muçulmanos têm emendado suas leis para estipular que meninas herdam uma fatia igual a de seus irmãos na herança do pai. O que eles não fizeram foi emendar as leis que obrigam seus irmãos e maridos a financeiramente sustentá-las. Quando um homem herda, ele ainda tem que partilhar sua herança com as mulheres de sua família, e quando uma mulher herda seu quinhão agora igualitário, ela fica com tudo para ela. Como essa porra pode ser justa?

De qualquer forma eu espero que isso te ajude a compreender que nem tudo são flores e bombons para os homens nesses países, e que simplesmente não ouvimos falar sobre o outro lado das coisas aqui no Ocidente. Se tudo o que eu ouvisse fosse a mídia ocidental, eu estaria 100% certa de que as mulheres estão muito mal naquelas culturas. Mas sabendo o que eu sei, não estou tão certa disso.


META
Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/MensRights/comments/67jzr5/_/dgya0gh/
Link Arquivado http://archive.is/gZwVE

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Sexodus II por MILO

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Disfunção sexual não é única ao século XXI - nem, certamente, ao Ocidente. Os "herbívoros" japoneses - homens que afastam-se de sexo [01] e preferem guardar dinheiro e andar longas caminhadas a andar de motocicletas e flertar com garotas - têm sido bem documentados e são considerados por cientistas sociais como o melhor exemplo de sexualidade masculina voltando-se contra si mesma.

Mas apesar de o sexodus, um novo recuo para a solidão por homens ocidentais [02], ter um sabor diferente para isso e uma etiologia dramaticamente diferente da s crises sociais anteriormente observadas, muitas características são idênticas. E o que é problemático acerca de homens jogando a toalha tanto no Oriente quanto no Ocidente é a rapidez com que o desconforto está se espalhando ao longo de várias gerações, abastecida não apenas pela insatisfação sexual mas também pelas pressões econômica e educacional sentidas por muitos jovens rapazes.

Talvez não devêssemos ficar surpresos. É de pouco se espantar que no mundo moderno desorientado, homens deveriam procurar medidas extremas a fim de ajudá-los a relacionar-se, e obter o que desejam, do sexo oposto. Isto provavelmente explica o surgimento de Julien Blanc, que alega que seus seminários podem transformar a forma que mulheres podem responder a ti. Blanc está na extremidade de um movimento conhecido como PUA, "pick-up artists" ou "artistas da sedução".

Mas outras vozes no PUA ou no movimento "pílula vermelha", incluindo Daryush Valizadeh, que identifica-se pelo apelido Roosh V [03], afirmam que há razões estruturais por que a sociedade está afastando-se evolutivamente do contentamento inter-gênero. Parte do problema são as expectativas irrealistas femininas, diz Valizadeh. "Ficar om uma mulher atraente tornou-se extremamente difícil para o homem mediano. Mulheres medianas ou mesmo submedianas de hoje em dia desejam um homem de elite com aparência, músculos, inteligência e confiança além da média.

"Se uma mulher esforçar-se o bastante, ela será capaz de obter uma noitada com um cara 'gostoso' vez em quando porque pode acontecer de ele estar excitado e a fim de uma trepada fácil. A garota então pensa que ela realmente pode ter aquele homem para compromissar-se com ela por um longo período, e assim não dá ao cara mediano uma chance, retendo-a para o tipo de resistindo para o tipo de garanhão com quem ela teve um breve encontro sexual no passado".

Valizadeh tem algumas visões controversas sobre o estado da mulheridade moderna também. Ele diz: "Também é danoso que a atratividade da mulher esteja rapidamente em declínio, principalmente devido à epidemia da obesidade. Não importa o que membros do movimento da 'aceitação gorda' digam, homens têm uma necessidade inata por mulheres em forma. O que ocorre é que poucas mulheres atraentes são deixadas com montantes inimagináveis de atenção".

De acordo com Valizadeh, o mercado sexual atual representa uma distribuição de Pareto aonde "20% dos rapazes no topo detém acesso a 80% das melhores mulheres", o que acaba por ter o efeito de deixar as mulheres aguardando pelo homem perfeito, um homem que obviamente nunca virá.

Valizadeh concorda que o autor sobre masculinidade Jack Donovan que homens têm sido feminizados por uma cultura que rejeita e ridiculariza características e hábitos masculinos. "Boa sorte nomeando um modelo de papel masculino que homens têm hoje em dia que realmente lhes ajude a tornar-se homens", ele nota. Estes pensamentos são ecoados em ocasionalmente rudes mas convincentes blogs voltados para homens, tais como o fenomenalmente popular Chateau Heartiste [04].

Eles são também apoiados pelo estado corrente das guerras sexuais, que são bizarramente constituídas. Uma das coisas notáveis sobre a recente escaramuça de alto padrão com feministas é quão pouco os homens heterossexuais de destaque têm sido envolvidos. Na controversa questão GamerGate, a oposição aos "justiceiros sociais" e às suas tentativas de censura no Twitter tem vindo de gays mais velhos na vida pública [05] e de geeks mais jovens, gamers e evasores; no caso de Matt Taylor, ela veio de geeks e de outras mulheres.

Homens héteros jovens simplesmente não querem mais saber. Eles não estão mais se engajando. Algumas mulheres, também, terrificadas pelo que o feminismo de terceira onda lesbianizado alega fazer em nome delas, desistem do confronto. O absurdo resultado é que geeks, queers e lésbos estão dominando a discussão sobre como homens e mulheres devem interagir. Jack Donovan, por exemplo, é gay, assim como este correspondente que vos escreve. É como se gays fossem os únicos homens deixados preparados para lutar pelo partido da masculinidade.

Homens querem relacionamentos normais que incluam sexo, diz Valizadeh. Alguns destes lerão livros de PUAs ou ir a seminários como os de Roosh V se eles não conseguem ou precisam se treinados com comportamentos de "cavaleiro branco" instilados neles por uma cultura dominada pelas fêmeas. (Homens têm sido ensinados que ser um cara legal faz com que consigam um caso. Isto não é verdade.)

O que atinge várias várias mulheres com estranheza é o quão racional e sistemática é feita muita dessa tomada de decisão pelos homens. Muitos rapazes literalmente realizam uma análise de custo-benefício e decidem que mulheres não valem a pena. São as moças que perdem nesse cenário: homens não querem a estabilizada intimidade emocional que advém de um relacionamento sexual gratificante e podem recolher-se em atividades masturbatórias, prostituição e ficadas de uma noite muito mais confortavelmente.

Mas é exatamente disso que se trata, de um posto masculino de vista: uma evasão racional da educação, trabalho e casamento por parte dos homens que já tiveram que aturar o bastante, como o notável livro de Dra. Helen Smith chamado Men on Strike alertou em julho do ano passado [06]. (O consenso acerca disso cresce rapidamente.)

Homens, guiados - como muitos deles gostam de dizer - pelos fatos e não pela emoção, podem verificar que a sociedade não é justa para com eles e lhes é mais perigosa. Eles apontam para o fato que eles são mais propensos a serem vítimas de assassinato e mais propensos a cometer suicídio. Mulheres não escolhem servir as Forças Armadas e experimentam menos mortes e danos no ambiente de trabalho em geral.

Mulheres obtêm sentenças custodiais mais curtas pelos mesmos crimes. Há mais bolsas de estudos disponíveis para elas nas faculdades. Elas recebem assistência médica melhor e mais barata, e podem selecionar pacotes favoráveis de seguro disponíveis somente para elas. Quando se trata de crianças, mulheres são presumidamente o cuidador primário e recebem tratamento preferencial das Cortes. Elas têm mais e melhores opções contraceptivas.

Mulheres são menos propensas a ficarem sem-teto, desempregadas ou a sofrerem abuso de drogas em relação aos homens. Elas são menos propensas a ficarem deprimidas ou sofrer de doenças mentais. Há menos pressão sobre elas para que alcancem o sucesso financeiro. Elas são menos propensas a viver na pobreza. Elas recebem prioridade em serviços médicos e de emergência.

Alguns podem chamar estas tendências estatísticas de "privilégio feminino". Mesmo assim, em todo canto e em todos os tempos, dizem os defensores dos direitos dos homens, as "experiências vívidas" e opressões percebidas pelas mulheres recebem cem por cento do tempo de exibição midiática, desafiando a realidade de que mulheres não apenas alcançaram a paridade com os homens mas superaram-nos em quase todo aspecto concebível [07]. As desigualdades que subsistem são resultado das escolhas das mulheres, dizem respeitáveis estudiosas feministas como Christina Hoff Sommers, não vieses estruturais.

E mesmo assim homens são constantemente atacados sobre bizarras invenções conceituais como cultura do estupro e privilégio patriarcal. A bizarra mas inevitável conclusão disso tudo é que estas mulheres estão abastecendo sua própria infelicidade ao levar os homens a cogitá-las como objetos sexuais e nada mais, porque o pensamento de engajar-se em um relacionamento com uma mulher é horripilante, ou exaustivo demais para se contemplar. E o sexodus afetará mulheres de forma desproporcionalmente severa porque pesquisas mostram que quando mulheres "agem como homens" ao ter muito sexo casual, elas acabam infelizes, mais propensas a sofrer de depressão e destroem suas chances de assegurar um relacionamento significativo de longa duração [08].


Não são apenas nos video games e no sexo casual que os homens estão se refugiando. Eles também estão imergindo-se em fetiches que para a geração de seus avós relembrariam razões para encarceramento, e as quais os afastam ainda mais do sexo antes mais ajustado. Imagine, por exemplo, a cultura furry e o fetiche de sexo animal antropomórfico, ambos os quais experimentam um crescimento explosivo alimentado pela internet.

O jornal estudantil de Jack Rivlin, The Tab, o qual encontramos na Parte I, notou a tendência espalhando-se pelos campi do Reino Unido [09]. (Ela já é abundante ao longo de todo o EUA.) Outras condutas sexuais alternativas, incluindo homossexualidade e transgenerismo, também são mais prevalente nos campi agora.

"É eminentemente plausível que existe um número maior de pessoas que identificam-se como homossexuais, bi, ou com outras sexualidades que estão felizes em serem rotulados como tais nestes dias", concorda o presidente da Cambridge Union, Tim Squirrell, com quem falamos na Parte I, sobre como os estudantes que ele vê passando pela sua União. "Eu penso que estamos nos tornando mais abertos e aceitáveis para pessoas que vivem diferentes estilos de vida e têm diferentes tipos de identidades".

Emancipação gay, claro, pode não ser uma coisa uniformemente boa para as mulheres. Dependendo de que figuras você acredita - e você é esperto o bastante para não levar as alegações dos grupos de defesa dos gays ou as revistas gays muito a sério, por razões óbvias - algo entre 1% e 10% da população adulta masculina é gay. (Provavelmente é muito mais próximo de 1%).

Há apenas algumas décadas, muitos desses homens - correndo risco de estereotipar, os mais sensíveis, artísticos, atraentes e de maior poder aquisitivo; isto é, perfeito material para bons maridos - acabariam casados, teriam poucos filhos e levariam uma vida dupla perseguindo seus impulsos proibidos. Eles não preocupariam suas esposas por sexo e teriam sido pais grandiosos.

Mas agora eles estão estabelecidos com homens, em muitos casos sem ter filho algum. Em outras palavras, um saudável punhado dos mais desejáveis homens - homens que sem dúvida teriam murmurado favoravelmente a exortações feministas - agora estão fora do mercado, deixando ainda menos homens elegíveis no estoque de namoro.

(Como nota de rodapé, eis um argumento que você não vai ouvir poe aí: homens gays obtêm valores significativamente superiores, em média, de QI, e sabemos que QI é ao menos parcialmente determinado geneticamente. Gays não reproduzem-se tanto, agora que não têm que manter a fachada em relacionamentos heterossexuais. De fato, pesquisas mostram que eles mal reproduzem-se afinal.

É forçoso demais perguntar se a recém-descoberta tolerância da sociedade para com os homossexuais tem tornado a sociedade, hum, bem, um tanto mais estúpida? OK, concordo, isto parece exagerado. Mas enquanto não há dúvida que liberar homens gays da vergonha de suas vidas duplas foi um imperativo moral, impulsionado por compaixão, nenhuma mudança social rápida vem sem seus reveses.)

Tudo isso surgiu antes mesmo de discutirmos o rápido crescimento do sexo sadomasoquista entre os jovens e a "nova frente dos direitos civis" do transgenerismo, uma desordem psiquiátrica atualmente no processo de ser reempacotada pela esquerda como um estilo sexual de vida alternativo. [10]


A resposta à Parte I desta série foi colossal. Até o presente, mais de 300.000 leitores compartilharam-na no Facebook, 16.500 comentaram e mais de 500 homens me escreveram privativamente para expressar sua gratidão, de todos os continentes e de todas as faixas etárias. Os mais jovens falaram de forma especialmente tocante. (Previsivelmente, centenas de feministas furiosas no Twitter zombaram disso como "reclamações mimadas de homens brancos bebezões", o que acaba por provar para mim o ponto da premissa da história.) Aqui estão as mais representativas citações de minhas conversações, reimpressas com permissão.

Mark, 24:

Todos que eu conheço sentem o mesmo. Seu artigo falou diretamente para nós. Não somos todos perdedores e nerds, apenas rapazes normais que ou estão apavorados de sermos acusados de coisas terríveis por harpias ou simplesmente não podem mais ser incomodados. Não acredito que estou dizendo isso mas eu simplesmente não posso mais lidar com as inconveniências femininas.

Mickey:

Eu digo não à coisa toda, mesmo que eu seja seriamente heterossexual e gostaria da intimidade de um relacionamento baseado em respeito mútuo. Bem, eu pensei ter conseguido, mas foi há tanto tempo e o padrão de comportamento para as mulheres permaneceu tão baixo, junto à minha tolerância para idiotices de dinâmica de flerte, que não me parece mais um desejo realista.

Francis, 28:

Eu sou um atleta. Meus pais têm muito dinheiro. Eu tenho uma plenitude de amigos e uma boa vida social. Eu não saio mais com mulheres. Ocasionalmente tenho noitadas, mas na maior parte das vezes preencho meu tempo com outas coisas. Eu fui acusado de molestar uma menina na faculdade e desde então eu simplesmente pensei, "ah, quer saber, que seja". Eu pratico esportes em vez disso.

Tilo, 20:

Eu não sei com certeza, mas seu artigo soou familiar para mim e um monte de amigos. Eu secretamente procuro coisas furry na internet. Eu ficaria horrorizado se meus pais descobrissem, mas isto é tudo que me resta. Meninas são um pesadelo. Eu tenho um irmão de dez anos e ele sente-se da mesma forma. Nós desistimos.

Hector, 26:

Eu mantive-me àquela crendice social por um breve tempo pensando que a necessidade de um relacionamento sério viria com a idade, mas isto nunca aconteceu, e lentamente desisti. Hoje, algumas horas antes de ler seu artigo, estava almoçando com minha mãe e ela continuamente falava de namoradinhas e de como preciso casar, enquanto eu pensava "por que eu iria perder minha vida com essa merda?" e não foi até eu ler seu artigo algumas horas depois que eu entendi. E eu não penso que seja somente a minha geração a ser afetada por isso.

Podemos estar bastante seguros que o sexodus não é algum movimento limítrofe isolado na internet como o "Homens Seguindo Seu Próprio Caminho" (MGTOW) tem sido por vezes caracterizado. Uma combinação de engenharia social desastrosa, privilégios especiais às mulheres, escárnio incessante do homem branco em razão do seu sexo e cor de sua pele e o abandono educacional de meninos [11] já criou uma, se não duas, gerações perdidas.

Homens criaram maior parte do que há de bom no mundo [12]. Os excessos da masculinidade, que se certifique, também são responsáveis por muito do que há de ruim. Mas se pretendemos evitar deslizamento até o declínio, a mediocridade [13] e um mundo onde homens sofrem discriminação ativa, devemos impedir o declínio de atitudes sociais dirigidas a eles antes que toda esperança de reconciliação entre os sexos se perca. Se isto acontecer, serão as mulheres que sofrerão.

Alguns nomes foram modificados


Notas e Links

[01]http://www.slate.com/articles/news_and_politics/foreigners/2009/06/the_herbivores_dilemma.html
[02]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/The-Sexodus-Part-1-The-Men-Giving-Up-On-Women-And-Checking-Out-Of-Society
[03]http://www.rooshv.com/the-roosh-program
[04]https://heartiste.wordpress.com/
[05]http://dish.andrewsullivan.com/2014/11/11/the-sjws-now-get-to-police-speech-on-twitter-ctd/
[06]http://www.amazon.co.uk/Men-Strike-Boycotting-Marriage-Fatherhood/dp/1594036756
[07]http://www.amazon.co.uk/Who-Stole-Feminism-Women-Betrayed/dp/0684801566/ref=asap_B000AP9N5S_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1418122050&sr=1-1
[08]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#5
[09]http://tab.co.uk/2014/07/29/its-like-a-sexuality-these-students-dress-up-as-giant-animals-but-want-to-show-furries-are-people-too/
[10]http://yiannopoulos.net/2014/08/15/transgenderism-is-a-psychiatric-disorder-its-sufferers-need-therapy-not-surgery/
[11]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#4
[12]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/In-defence-of-the-patriarchy
[13]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/11/26/Scientific-Proof-That-Public-Debate-Is-Dominated-By-Stupid-People

META
Título Original The Sexodus, Part 2: Dishonest Feminist Panics Leave Male Sexuality In Crisis
Autor Milo Yiannopoulos
Link Original http://www.breitbart.com/london/2014/12/09/the-sexodus-part-2-dishonest-feminist-panics-leave-male-sexuality-in-crisis/
Link Arquivado http://archive.fo/p6w7u

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