segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Sexodus II por MILO

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Disfunção sexual não é única ao século XXI - nem, certamente, ao Ocidente. Os "herbívoros" japoneses - homens que afastam-se de sexo [01] e preferem guardar dinheiro e andar longas caminhadas a andar de motocicletas e flertar com garotas - têm sido bem documentados e são considerados por cientistas sociais como o melhor exemplo de sexualidade masculina voltando-se contra si mesma.

Mas apesar de o sexodus, um novo recuo para a solidão por homens ocidentais [02], ter um sabor diferente para isso e uma etiologia dramaticamente diferente da s crises sociais anteriormente observadas, muitas características são idênticas. E o que é problemático acerca de homens jogando a toalha tanto no Oriente quanto no Ocidente é a rapidez com que o desconforto está se espalhando ao longo de várias gerações, abastecida não apenas pela insatisfação sexual mas também pelas pressões econômica e educacional sentidas por muitos jovens rapazes.

Talvez não devêssemos ficar surpresos. É de pouco se espantar que no mundo moderno desorientado, homens deveriam procurar medidas extremas a fim de ajudá-los a relacionar-se, e obter o que desejam, do sexo oposto. Isto provavelmente explica o surgimento de Julien Blanc, que alega que seus seminários podem transformar a forma que mulheres podem responder a ti. Blanc está na extremidade de um movimento conhecido como PUA, "pick-up artists" ou "artistas da sedução".

Mas outras vozes no PUA ou no movimento "pílula vermelha", incluindo Daryush Valizadeh, que identifica-se pelo apelido Roosh V [03], afirmam que há razões estruturais por que a sociedade está afastando-se evolutivamente do contentamento inter-gênero. Parte do problema são as expectativas irrealistas femininas, diz Valizadeh. "Ficar om uma mulher atraente tornou-se extremamente difícil para o homem mediano. Mulheres medianas ou mesmo submedianas de hoje em dia desejam um homem de elite com aparência, músculos, inteligência e confiança além da média.

"Se uma mulher esforçar-se o bastante, ela será capaz de obter uma noitada com um cara 'gostoso' vez em quando porque pode acontecer de ele estar excitado e a fim de uma trepada fácil. A garota então pensa que ela realmente pode ter aquele homem para compromissar-se com ela por um longo período, e assim não dá ao cara mediano uma chance, retendo-a para o tipo de resistindo para o tipo de garanhão com quem ela teve um breve encontro sexual no passado".

Valizadeh tem algumas visões controversas sobre o estado da mulheridade moderna também. Ele diz: "Também é danoso que a atratividade da mulher esteja rapidamente em declínio, principalmente devido à epidemia da obesidade. Não importa o que membros do movimento da 'aceitação gorda' digam, homens têm uma necessidade inata por mulheres em forma. O que ocorre é que poucas mulheres atraentes são deixadas com montantes inimagináveis de atenção".

De acordo com Valizadeh, o mercado sexual atual representa uma distribuição de Pareto aonde "20% dos rapazes no topo detém acesso a 80% das melhores mulheres", o que acaba por ter o efeito de deixar as mulheres aguardando pelo homem perfeito, um homem que obviamente nunca virá.

Valizadeh concorda que o autor sobre masculinidade Jack Donovan que homens têm sido feminizados por uma cultura que rejeita e ridiculariza características e hábitos masculinos. "Boa sorte nomeando um modelo de papel masculino que homens têm hoje em dia que realmente lhes ajude a tornar-se homens", ele nota. Estes pensamentos são ecoados em ocasionalmente rudes mas convincentes blogs voltados para homens, tais como o fenomenalmente popular Chateau Heartiste [04].

Eles são também apoiados pelo estado corrente das guerras sexuais, que são bizarramente constituídas. Uma das coisas notáveis sobre a recente escaramuça de alto padrão com feministas é quão pouco os homens heterossexuais de destaque têm sido envolvidos. Na controversa questão GamerGate, a oposição aos "justiceiros sociais" e às suas tentativas de censura no Twitter tem vindo de gays mais velhos na vida pública [05] e de geeks mais jovens, gamers e evasores; no caso de Matt Taylor, ela veio de geeks e de outras mulheres.

Homens héteros jovens simplesmente não querem mais saber. Eles não estão mais se engajando. Algumas mulheres, também, terrificadas pelo que o feminismo de terceira onda lesbianizado alega fazer em nome delas, desistem do confronto. O absurdo resultado é que geeks, queers e lésbos estão dominando a discussão sobre como homens e mulheres devem interagir. Jack Donovan, por exemplo, é gay, assim como este correspondente que vos escreve. É como se gays fossem os únicos homens deixados preparados para lutar pelo partido da masculinidade.

Homens querem relacionamentos normais que incluam sexo, diz Valizadeh. Alguns destes lerão livros de PUAs ou ir a seminários como os de Roosh V se eles não conseguem ou precisam se treinados com comportamentos de "cavaleiro branco" instilados neles por uma cultura dominada pelas fêmeas. (Homens têm sido ensinados que ser um cara legal faz com que consigam um caso. Isto não é verdade.)

O que atinge várias várias mulheres com estranheza é o quão racional e sistemática é feita muita dessa tomada de decisão pelos homens. Muitos rapazes literalmente realizam uma análise de custo-benefício e decidem que mulheres não valem a pena. São as moças que perdem nesse cenário: homens não querem a estabilizada intimidade emocional que advém de um relacionamento sexual gratificante e podem recolher-se em atividades masturbatórias, prostituição e ficadas de uma noite muito mais confortavelmente.

Mas é exatamente disso que se trata, de um posto masculino de vista: uma evasão racional da educação, trabalho e casamento por parte dos homens que já tiveram que aturar o bastante, como o notável livro de Dra. Helen Smith chamado Men on Strike alertou em julho do ano passado [06]. (O consenso acerca disso cresce rapidamente.)

Homens, guiados - como muitos deles gostam de dizer - pelos fatos e não pela emoção, podem verificar que a sociedade não é justa para com eles e lhes é mais perigosa. Eles apontam para o fato que eles são mais propensos a serem vítimas de assassinato e mais propensos a cometer suicídio. Mulheres não escolhem servir as Forças Armadas e experimentam menos mortes e danos no ambiente de trabalho em geral.

Mulheres obtêm sentenças custodiais mais curtas pelos mesmos crimes. Há mais bolsas de estudos disponíveis para elas nas faculdades. Elas recebem assistência médica melhor e mais barata, e podem selecionar pacotes favoráveis de seguro disponíveis somente para elas. Quando se trata de crianças, mulheres são presumidamente o cuidador primário e recebem tratamento preferencial das Cortes. Elas têm mais e melhores opções contraceptivas.

Mulheres são menos propensas a ficarem sem-teto, desempregadas ou a sofrerem abuso de drogas em relação aos homens. Elas são menos propensas a ficarem deprimidas ou sofrer de doenças mentais. Há menos pressão sobre elas para que alcancem o sucesso financeiro. Elas são menos propensas a viver na pobreza. Elas recebem prioridade em serviços médicos e de emergência.

Alguns podem chamar estas tendências estatísticas de "privilégio feminino". Mesmo assim, em todo canto e em todos os tempos, dizem os defensores dos direitos dos homens, as "experiências vívidas" e opressões percebidas pelas mulheres recebem cem por cento do tempo de exibição midiática, desafiando a realidade de que mulheres não apenas alcançaram a paridade com os homens mas superaram-nos em quase todo aspecto concebível [07]. As desigualdades que subsistem são resultado das escolhas das mulheres, dizem respeitáveis estudiosas feministas como Christina Hoff Sommers, não vieses estruturais.

E mesmo assim homens são constantemente atacados sobre bizarras invenções conceituais como cultura do estupro e privilégio patriarcal. A bizarra mas inevitável conclusão disso tudo é que estas mulheres estão abastecendo sua própria infelicidade ao levar os homens a cogitá-las como objetos sexuais e nada mais, porque o pensamento de engajar-se em um relacionamento com uma mulher é horripilante, ou exaustivo demais para se contemplar. E o sexodus afetará mulheres de forma desproporcionalmente severa porque pesquisas mostram que quando mulheres "agem como homens" ao ter muito sexo casual, elas acabam infelizes, mais propensas a sofrer de depressão e destroem suas chances de assegurar um relacionamento significativo de longa duração [08].


Não são apenas nos video games e no sexo casual que os homens estão se refugiando. Eles também estão imergindo-se em fetiches que para a geração de seus avós relembrariam razões para encarceramento, e as quais os afastam ainda mais do sexo antes mais ajustado. Imagine, por exemplo, a cultura furry e o fetiche de sexo animal antropomórfico, ambos os quais experimentam um crescimento explosivo alimentado pela internet.

O jornal estudantil de Jack Rivlin, The Tab, o qual encontramos na Parte I, notou a tendência espalhando-se pelos campi do Reino Unido [09]. (Ela já é abundante ao longo de todo o EUA.) Outras condutas sexuais alternativas, incluindo homossexualidade e transgenerismo, também são mais prevalente nos campi agora.

"É eminentemente plausível que existe um número maior de pessoas que identificam-se como homossexuais, bi, ou com outras sexualidades que estão felizes em serem rotulados como tais nestes dias", concorda o presidente da Cambridge Union, Tim Squirrell, com quem falamos na Parte I, sobre como os estudantes que ele vê passando pela sua União. "Eu penso que estamos nos tornando mais abertos e aceitáveis para pessoas que vivem diferentes estilos de vida e têm diferentes tipos de identidades".

Emancipação gay, claro, pode não ser uma coisa uniformemente boa para as mulheres. Dependendo de que figuras você acredita - e você é esperto o bastante para não levar as alegações dos grupos de defesa dos gays ou as revistas gays muito a sério, por razões óbvias - algo entre 1% e 10% da população adulta masculina é gay. (Provavelmente é muito mais próximo de 1%).

Há apenas algumas décadas, muitos desses homens - correndo risco de estereotipar, os mais sensíveis, artísticos, atraentes e de maior poder aquisitivo; isto é, perfeito material para bons maridos - acabariam casados, teriam poucos filhos e levariam uma vida dupla perseguindo seus impulsos proibidos. Eles não preocupariam suas esposas por sexo e teriam sido pais grandiosos.

Mas agora eles estão estabelecidos com homens, em muitos casos sem ter filho algum. Em outras palavras, um saudável punhado dos mais desejáveis homens - homens que sem dúvida teriam murmurado favoravelmente a exortações feministas - agora estão fora do mercado, deixando ainda menos homens elegíveis no estoque de namoro.

(Como nota de rodapé, eis um argumento que você não vai ouvir poe aí: homens gays obtêm valores significativamente superiores, em média, de QI, e sabemos que QI é ao menos parcialmente determinado geneticamente. Gays não reproduzem-se tanto, agora que não têm que manter a fachada em relacionamentos heterossexuais. De fato, pesquisas mostram que eles mal reproduzem-se afinal.

É forçoso demais perguntar se a recém-descoberta tolerância da sociedade para com os homossexuais tem tornado a sociedade, hum, bem, um tanto mais estúpida? OK, concordo, isto parece exagerado. Mas enquanto não há dúvida que liberar homens gays da vergonha de suas vidas duplas foi um imperativo moral, impulsionado por compaixão, nenhuma mudança social rápida vem sem seus reveses.)

Tudo isso surgiu antes mesmo de discutirmos o rápido crescimento do sexo sadomasoquista entre os jovens e a "nova frente dos direitos civis" do transgenerismo, uma desordem psiquiátrica atualmente no processo de ser reempacotada pela esquerda como um estilo sexual de vida alternativo. [10]


A resposta à Parte I desta série foi colossal. Até o presente, mais de 300.000 leitores compartilharam-na no Facebook, 16.500 comentaram e mais de 500 homens me escreveram privativamente para expressar sua gratidão, de todos os continentes e de todas as faixas etárias. Os mais jovens falaram de forma especialmente tocante. (Previsivelmente, centenas de feministas furiosas no Twitter zombaram disso como "reclamações mimadas de homens brancos bebezões", o que acaba por provar para mim o ponto da premissa da história.) Aqui estão as mais representativas citações de minhas conversações, reimpressas com permissão.

Mark, 24:

Todos que eu conheço sentem o mesmo. Seu artigo falou diretamente para nós. Não somos todos perdedores e nerds, apenas rapazes normais que ou estão apavorados de sermos acusados de coisas terríveis por harpias ou simplesmente não podem mais ser incomodados. Não acredito que estou dizendo isso mas eu simplesmente não posso mais lidar com as inconveniências femininas.

Mickey:

Eu digo não à coisa toda, mesmo que eu seja seriamente heterossexual e gostaria da intimidade de um relacionamento baseado em respeito mútuo. Bem, eu pensei ter conseguido, mas foi há tanto tempo e o padrão de comportamento para as mulheres permaneceu tão baixo, junto à minha tolerância para idiotices de dinâmica de flerte, que não me parece mais um desejo realista.

Francis, 28:

Eu sou um atleta. Meus pais têm muito dinheiro. Eu tenho uma plenitude de amigos e uma boa vida social. Eu não saio mais com mulheres. Ocasionalmente tenho noitadas, mas na maior parte das vezes preencho meu tempo com outas coisas. Eu fui acusado de molestar uma menina na faculdade e desde então eu simplesmente pensei, "ah, quer saber, que seja". Eu pratico esportes em vez disso.

Tilo, 20:

Eu não sei com certeza, mas seu artigo soou familiar para mim e um monte de amigos. Eu secretamente procuro coisas furry na internet. Eu ficaria horrorizado se meus pais descobrissem, mas isto é tudo que me resta. Meninas são um pesadelo. Eu tenho um irmão de dez anos e ele sente-se da mesma forma. Nós desistimos.

Hector, 26:

Eu mantive-me àquela crendice social por um breve tempo pensando que a necessidade de um relacionamento sério viria com a idade, mas isto nunca aconteceu, e lentamente desisti. Hoje, algumas horas antes de ler seu artigo, estava almoçando com minha mãe e ela continuamente falava de namoradinhas e de como preciso casar, enquanto eu pensava "por que eu iria perder minha vida com essa merda?" e não foi até eu ler seu artigo algumas horas depois que eu entendi. E eu não penso que seja somente a minha geração a ser afetada por isso.

Podemos estar bastante seguros que o sexodus não é algum movimento limítrofe isolado na internet como o "Homens Seguindo Seu Próprio Caminho" (MGTOW) tem sido por vezes caracterizado. Uma combinação de engenharia social desastrosa, privilégios especiais às mulheres, escárnio incessante do homem branco em razão do seu sexo e cor de sua pele e o abandono educacional de meninos [11] já criou uma, se não duas, gerações perdidas.

Homens criaram maior parte do que há de bom no mundo [12]. Os excessos da masculinidade, que se certifique, também são responsáveis por muito do que há de ruim. Mas se pretendemos evitar deslizamento até o declínio, a mediocridade [13] e um mundo onde homens sofrem discriminação ativa, devemos impedir o declínio de atitudes sociais dirigidas a eles antes que toda esperança de reconciliação entre os sexos se perca. Se isto acontecer, serão as mulheres que sofrerão.

Alguns nomes foram modificados


Notas e Links

[01]http://www.slate.com/articles/news_and_politics/foreigners/2009/06/the_herbivores_dilemma.html
[02]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/The-Sexodus-Part-1-The-Men-Giving-Up-On-Women-And-Checking-Out-Of-Society
[03]http://www.rooshv.com/the-roosh-program
[04]https://heartiste.wordpress.com/
[05]http://dish.andrewsullivan.com/2014/11/11/the-sjws-now-get-to-police-speech-on-twitter-ctd/
[06]http://www.amazon.co.uk/Men-Strike-Boycotting-Marriage-Fatherhood/dp/1594036756
[07]http://www.amazon.co.uk/Who-Stole-Feminism-Women-Betrayed/dp/0684801566/ref=asap_B000AP9N5S_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1418122050&sr=1-1
[08]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#5
[09]http://tab.co.uk/2014/07/29/its-like-a-sexuality-these-students-dress-up-as-giant-animals-but-want-to-show-furries-are-people-too/
[10]http://yiannopoulos.net/2014/08/15/transgenderism-is-a-psychiatric-disorder-its-sufferers-need-therapy-not-surgery/
[11]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#4
[12]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/In-defence-of-the-patriarchy
[13]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/11/26/Scientific-Proof-That-Public-Debate-Is-Dominated-By-Stupid-People

META
Título Original The Sexodus, Part 2: Dishonest Feminist Panics Leave Male Sexuality In Crisis
Autor Milo Yiannopoulos
Link Original http://www.breitbart.com/london/2014/12/09/the-sexodus-part-2-dishonest-feminist-panics-leave-male-sexuality-in-crisis/
Link Arquivado http://archive.fo/p6w7u

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sexodus I por MILO

Sexodus, Parte I: Os Homens Desistindo das Mulheres e Abandonando a Sociedade

Sexodus, Parte I: Os Homens Desistindo das Mulheres e Abandonando a Sociedade

"Os garotos da minha geração estão f***dos", diz Rupert, um jovem alemão entusiasta de video games que conheci nos últimos meses. "O casamento está morto [01]. Divórcio implica que você está ferrado pela vida toda. Mulheres desistiram da monogamia, o que as torna desinteressantes para nós acerca de qualquer relacionamento sério ou constituir família. É simplesmente assim que é. Mesmo que encaremos o risco, as possibilidades são de que os filhos nem sejam nossos [02]. Na França, temos até mesmo que pagar pelos filhos que a esposa teve ao longo de casos adulterosos [03].

"Na escola, garotos são ferrados o tempo todo várias vezes. Escolas são projetadas para mulheres [04]. Nos EUA, eles entopem os meninos de Ritalina como se fossem balinhas Skittles para dopá-los. E enquanto meninas são favorecidas para preencher cotas [05], meninos estão descendo para um distante segundo lugar.

"Ninguém da minha geração acredita que conseguirá uma aposentadoria significativa. Temos um terço ou um quarto da riqueza que gerações anteriores tinham [06], e todo mundo está fugindo da educação superior a fim de evitar o desemprego e a pobreza em razão da falta de empregos.

"Tudo isso não seria tão ruim se pelo menos pudéssemos tapear a dor com garotas. Mas somos tratados como pedófilos e estupradores em potencial somente por mostrar interesse. Minha geração é a geração dos bonitinhos" [07], ele suspira, referindo-se a um experimento feito em ratos pelos idos dos anos 1960, o qual supostamente previa um futuro sombrio para a raça humana.

Depois de a superpopulação ter ficado fora de controle, as ratas fêmeas do "universo dos ratos" de John Calhoun pararam de procriar, e os ratos machos abstiveram-se inteiramente da companhia de outros, comendo, dormindo, alimentando-se e enfeitando-se a si mesmos mas fazendo pouca coisa além disso. Eles tinham cascas brilhantes mas vidas vazias.

"Os paralelos são surpreendentes", diz Rupert.


Nunca antes na história as relações entre os sexos têm sido tão recheadas de ansiedade, animosidade e falta de compreensão. Para as feministas radicais, que têm sido a força-motriz por detrás de muitas mudanças sociais tectônicas nas recentes décadas, isto é um sinal de sucesso: elas querem derrubar as instituições e estruturas de poder que apoiam a sociedade, sem importar-se com o efeito colateral. Destruição niilística é parte do seu projeto.

Mas para o restante de nós, a visão da sociedade colapsando, e homens e mulheres ordinários sendo levados a misérias separadas mas iguais, graças a um pequeno mas organizado grupo de agitadores, é dolorosa. Particularmente porque, como um crescente número de observadores sociais está notando, uma geração inteira de jovens - majoritariamente homens - está sendo deixada para trás nos escombros deste projeto de engenharia social.

Comentaristas sociais, jornalistas, acadêmicos, cientistas e os próprios jovens rapazes notaram a tendência: entre homens de 15 a 30 anos, números cada vez maiores estão abandonando a sociedade completamente, desistindo de mulheres, sexo e relacionamentos e enclausurando-se na pornografia, fetiches sexuais, vícios em substâncias tóxicas, video games e, em alguns casos, cultura masculina bárbara, tudo isso isolando-os de um ambiente social hostil e debilitante criado, segundo alguns, pelo movimento feminista moderno.

Dificilmente se pode culpá-los. Cruelmente desprezados como crianções e bebês chorões por recusar-se a condições absurdamente injustas nas escolas, bares, clubes e mais coisas, homens são recriminados se agem e recriminados se não agem: ridicularizados como moradores de porões por evitar mulheres agressivas e exigentes com expectativas irrealísticas, ou chamados de misóginos estupradores meramente por expressar interesse sexual.

Jack Rivlin é editor-chefe do tabloide estudantil start-up The Tab [08], um sucesso fugaz cujo atual subtítulo lê-se: "Vamos parar de escrever quando vocês pararem de ler". Como guia de inteligência por detrás de mais de trinta jornais de estudantes, Rivlin é talvez a pessoa mais bem posicionada no país para observar esta tendência em ação. E ele concorda que a geração corrente de jovens homens acha particularmente difícil comprometer-se com mulheres.

"Meninos adolescentes sempre têm sido inúteis com meninas, mas definitivamente existe um medo de que ser bem-intencionado não é o suficiente, e você pode acabar em problemas só por ser desajeitado", diz ele. "Por exemplo, inclinar-se para um beijo pode te rotular nojento, em vez de apenas inepto".

As novas regras que se espera que os homens sigam nunca são explicadas claramente, diz Rivlin, deixando os garotos desorientados e neuróticos sobre como interagir com garotas. "Isto pode soar como algo bom porque encoraja que os homens usem a abordagem não-romântica mas prática de perguntar às mulheres como eles deveriam agir, mas isto faz com que um monte deles simplesmente desista do jogo e retire-se para o santuário de seus grupos de garotos, onde ser rude com mulheres rende aprovação, e onde você pode em algum grau evitar completamente a socialização individual com o sexo oposto".

"Há também um monte de velhos que ignoram mulheres porque estão assustados e não sabem como agir. Não é necessário dizer que homens que nunca passaram tempo sozinhos com mulheres não são muito bons em relacionamentos".

Rivlin tinha notado a crescente dependência em substâncias, normalmente álcool, que meninos estão usando para acalmar seus nervos. "Eu já soube de um monte de estudantes homens gloriando-se de não ter experimentado sexo sóbrio", ele afirma. "Eles estão obviamente assustados, o que é natural, mas eles estariam bem menos assustados e disfuncionais se compreendessem 'as regras'".

O resultado? "Um monte de homens jovens legais mas esquisitos estão desistindo de abordar porque não há oportunidade para eles de cometer erros sem sofrer um embaraço pior do que antes".

Mais perturbador ainda, este efeito é mais agudamente sentido entre as comunidades mais pobres e menos educadas, onde o pacote de recursos de suporte disponíveis aos homens jovens é minúsculo. Em minha alma mater, a University of Cambridge, o fenômeno quase não é registrado no radar, de acordo com o presidente da sociedade Union, Tim Squirrell.

"Eu não penso que realmente tenha notado alguma mudança recentemente", diz ele. "Este ano foi a introdução de palestras mandatórias de consentimento para novatos, o que eu acredito ser uma coisa boa, e há um grande esforço da Campanha das Mulheres em testar e combater a cultura dos garotos no campus.

A atmosfera aqui é a mesma de um ano atrás - a maior parte de garotos nerds que estão apavorados demais para aproximar-se de qualquer um em primeiro lugar, e daí uma pequena percentagem que é confiante o bastante para fazer algum movimento. Obviamente mulheres têm agência também, e elas abordam homens em números próximos aos que fariam em outros lugares. Certamente não tem havido quaisquer histórias no [jornal do campus] The Tab acerca de um deserto sexual no campus.

"Eu creio que as pessoas estejam provavelmente tendo sexo como nunca", ele acrescenta. Em Cambridge, é claro, isto pode não significar muito, e por uma variedade de razões socioeconômicas e baseadas em classe as tribos em Oxford e Cambridge estão de alguma forma isoladas do efeito da evasão escolar masculina.

Mas mesmo em uma tão prestigiada universidade com uma população largamente de classe média e alta, estas classes mandatórias e condescendentes de "consentimento" ainda são implementadas. Squirrell, que admite ser feminista de centro-direita, pensa que elas são uma boa ideia. Mas acadêmicos como Camille Paglia têm advertido por anos [09] que "diretivas de estupro" no campus colocam mulheres em maior risco, se fazem algo [10].

Mulheres hoje são ensinadas no vitimismo, treinadas para ser agressivamente vulneráveis e convencidas que a menor das infrações, abordagens percebidas ou desentendimentos grosseiros representam um "assalto", "abuso" ou "intimidação". Isto pode funcionar nos confins seguros do campus, onde homens podem ter suas carreiras acadêmicas destruídas pelo mero capricho de uma estudante feminina.

Mas, de acordo com Paglia, quando mulheres vão para o mundo real sem a rede de segurança dos comitês de [combate ao] estupro da faculdade, elas são deixadas totalmente despreparadas para a realidade por vezes violenta da sexualidade masculina. E o pânico e o alarmismo estão servindo para piorar ainda mais para os homens. Ao fim e ao cabo, a educação tornou-se uma experiência miserável para os meninos.


Nas escolas de hoje em dia ao longo da Bretanha e da América, meninos são implacavelmente patologizados [11], como os estudiosos estão alertando desde 2001 [12]. A puerilidade e tempestuosidade tem sido vista como "problemática", com o comportamento das meninas sendo um padrão moral contra o qual os meninos defeituosos são medidos. Quando são achados abaixo do esperado, a solução geralmente são drogas.

Um em cada sete meninos americanos será diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) [13] em algum momento de sua carreira escolar. Será prescrito um poderoso estabilizador de humor, como a Ritalina, a milhões deles, pelo crime de terem nascido homens. Os efeitos colaterais destas drogas [13] podem ser hediondos e incluem morte repentina.

Enquanto isso, homens estão ficando cada vez mais para trás das garotas academicamente, possivelmente porque tem sido dado um foco implacável e bem-financiado às realizações de meninas nas últimas décadas e pouco ou nenhum para meninos que agora estão conquistando graus menores, menos honrarias, menos graus e menos proficiência em economia da informação comercializável. A alfabetização dos meninos, em particular, está em crise ao longo do Ocidente. Temos ficado tão obcecados com as garotas que não notamos que os garotos estão entrando em sérios problemas acadêmicos.

Então, o que aconteceu com aqueles garotos que, em 2001, estavam indo pior que as meninas na escola, eram menos propensos a ir para a faculdade, estavam sendo enterrados de drogas que não precisavam e cujas questões de auto-estima e confiança não estavam apenas sendo ignoradas como também estavam sendo ativamente escarnecidas pelo establishment feminista que tem tamanho poder de estrangulamento sobre os sindicatos de educação e os partidos políticos de inclinação esquerdista?

Resumindo: eles cresceram disfuncionais, desprezados pela sociedade, profundamente miseráveis e, em muitos casos, completamente incapazes de se relacionar com o sexo oposto. São os garotos que têm sido traídos pelo sistema educacional e pela cultura em geral em tão vastos números entre 1990 e 2010 que representam a primeira geração do que eu chamo de sexodus, um abandono em larga escala da sociedade mainstream por parte de homens que decidiram que simplesmente não vão defrontar ou preocupar-se em formar relacionamentos saudáveis e participar mais completamente em suas comunidades locais, democracias nacionais e outras estruturas sociais do mundo real.

Uma segunda geração de sexodus está em gestação hoje, potencialmente com danos ainda maiores sendo feitos a eles pelo ataque de absurdas, hipócritas e flagrantemente misândricas leis [14] como a legislação californiana "sim significa sim" - e pelo feminismo de terceira onda, que domina os jornais como o Guardian e novas companhias midiáticas como Vox e Gawker, mas atualmente está desfrutando de um último suspiro antes de as próprias mulheres rejeitarem-no e por uma margem ainda maior que as presentes 4 em cada 5 mulheres que dizem que não querem nada com a temível palavra com F [15].


O sexodus não veio do nada, e as mesmas pressões que forçaram tantos mileniais a sair da sociedade também exercem pressões na geração de seus genitores. Um pesquisador profissional no final de seus trinta anos, sobre os quais eu tenho conversado neste tópico por alguns meses, pôs de forma picante: "Antigamente, pelo menos, 25 anos, me disseram para fazer mais e manter uma mulher. Mas ninguém me disse o que fariam para me manter"

"Eu posso te dizer como um homem heterossexual casado em gerência, que não desistiu da sociedade, a mensagem das jovenzinhas é: "Não é apenas preferível que vocês vão se foder, mas é imperativo. Vocês devem pagar por tudo e deixar tudo funcionando; mas vocês mesmos e suas preferências e necessidades podem ir à merda e morrer".

Mulheres têm enviado mensagens misturadas nas últimas décadas, deixando os rapazes completamente confusos sobre como eles deveriam apresentar-se às mulheres, o que talvez explique a forte linguagem que alguns deles usem quando descrevendo sua situação. Como o papel do provedor tem sido tirado deles para as mulheres que ganham mais e vão melhor na escola, homens são largados para intuir o que fazer, tentando encontrar um meio virtuoso entre o que as mulheres dizem e o que elas realmente procuram, o que podem ser coisas bem diferentes.

Homens dizem que a disparidade entre o que mulheres dizem e o que fazem nunca foi tão larga. Homens são constantemente informado que devem ser companheiros viajantes delicados e sensíveis no caminho feminista. Mas as mesmas mulheres que dizem que querem um namorado legal e não-ameaçador vão pra casa e desmaiam diante de bonitões estúpidos, de peitoral largo e saturados de testosterona em Game of Thrones. Homens sabem disso, e, para alguns, esta gigante inconsistência faz o joguinho todo aparentar-se muito como um trabalho duro. Por que preocupar-se em tentar notar o que uma mulher quer, quando se pode praticar esportes, masturbar-se ou apenas jogar video games no conforto da própria cama?

Jack Donovan, um escritor radicado em Portland, que escreveu diversos livros sobre homens e masculinidade, cada um deles tendo se tornado um sucesso cultuado [16], diz que o fenômeno já é endêmico entre a população adulta. "Eu vejo um monte de homens jovens, que de outra forma estariam flertando e casando, desistindo das mulheres", explica ele, "Ou desistindo da ideia de ter esposa e família. Isto inclui tanto o tipo de homem que tradicionalmente seria um pouco inábil com mulheres quanto o tipo de homem que não é nem um pouco inábil.

"Eles fizeram uma análise de custo-benefício e notaram que este é um mau negócio. Eles sabem que se investem num casamento e filhos, a mulher pode tomar tudo isso dele por um simples capricho. Então eles usam apps como Tinder e OKCupid para encontrar mulheres a fim de obter sexo protegido e resignam-se a si mesmos a serem 'jogadores', ou quando se cansam disso, 'namorados'".

Ele prossegue: "Quase todos os rapazes jovens têm comparecido em seminários obrigatórios sobre abuso sexual e anti-estupro, e eles sabem que podem ser demitidos, expelidos ou detidos baseados mais ou menos na palavra de qualquer mulher. Eles sabem que são basicamente culpados até provar a inocência na maioria das situações".

Donovan coloca muito da culpa pela forma que homens sentem-se à porta do moderno movimento feminista e o que ele vê como sua desfaçatez. "Os rapazes jovens que mais lutam estão em conflito porque eles estão operando sob a suposição que feministas argumentam de boa-fé", diz ele, "quando de fato elas estão engajadas em uma luta de soma zero por posição sexual, social, política e econômica - e elas estão ganhando".

"A mídia agora permite que feministas radicais moldem todos os debates, em parte porque o sensacionalismo atrai mais cliques que qualquer espécie de discurso justo ou balanceado. Mulheres podem basicamente dizer qualquer coisa sobre homens, não importa o quão degradante, em uma mistura de aplausos e risadas".

Esta certamente tem sido a experiência de diversas coalizões esparsas de homens na mídia recentemente, seja de cientistas escandalizados pelas denúncias de feministas ao Dr Matt Taylor [17], ou video gamers fazendo campanha debaixo do estandarte de uma ética de imprensa que diz que seu movimento é tachado como um grupo de ódio misógino por feministas guerrilheiras fraudulentas [18] e os assim chamados "justiceiros sociais".

Donovan tem visões sobre como foi tão fácil para feministas triunfar nas batalhas midiáticas. "Como os homens instintivamente desejam proteger mulheres e brincar de heróis, se um homem escreve mesmo uma provisional crítica aos homens ou ao feminismo, ele é denunciado por homens e mulheres como algum tipo de extremista demoníaco. A maioria dos livros e blogs de "estudos masculinos" e "direitos masculinos" que não sejam explicitamente pró-feminismo são abarrotados de pedidos de desculpas às mulheres".

"Livros como The Myth of Male Power e sites como A Voice for Men são os bichos-papões favoritos das feministas, mas somente porque eles apontam a hipocrisia unilateral das feministas quando se trata de perseguir a 'igualdade'".

Ao contrário das feministas modernas, que estão inserindo uma cunha de separação entre os sexos, Ativistas pelos Direitos dos Homens "na realidade mostram desejar igualdade sexual", diz ele. Mas autores de estudos masculinos e acadêmicos homens estão constantemente pisando em ovos e certificando-se de não parecerem radicais demais. Suas contrapartidas femininas não têm tal preocupação, é claro, o que ele chama de "feministas hipster", como a Jessica Valenti do jornal Guardian [19] exibindo uma camiseta em que se lê: "EU TOMO BANHO EM LÁGRIMAS DE MACHO".

"Eu sou um crítico do feminismo", diz Donovan. "Mas eu jamais andaria por aí vestindo uma camiseta escrito 'EU FAÇO MULHERES CHORAR'. Isto me faria parecer um otário valentão".

É a contenção dos estudiosos, sociólogos e escritores como Jack Donovan que uma atmosfera de implacável e escarnecedora hostilidade contra homens vinda de figuras de classe média bem mimadinhas da mídia, mais alguns homens colaboradores do projeto feminista, que tem sido parcialmente responsável por uma geração de meninos que simplesmente não quer mais saber de nada.

Na Parte 2 [20], vamos encontrar alguns dos homens que "deram o fora", desistindo do sexo e relacionamentos e se afundaram em perseguições solitárias ou em cultura jovem regada a álcool. E descobriremos que as reais vítimas do feminismo moderno são, é claro, as próprias mulheres, que têm sido deixadas mais solitárias e menos satisfeitas do que elas jamais foram.

Alguns nomes foram modificados


Notas e Links

[01]http://www.politifact.com/new-jersey/statements/2012/feb/20/stephen-sweeney/steve-sweeney-claims-more-two-thirds-marriages-end/
[02]http://blogs.discovermagazine.com/gnxp/2010/06/the-paternity-myth-the-rarity-of-cuckoldry/
[03]http://www.avoiceformen.com/mens-rights/france-upholds-the-ban-on-paternity-tests/
[04]https://www.lifesitenews.com/news/eliminating-feminist-teacher-bias-erases-boys-falling-grades-study-finds
[05]http://imgur.com/0sFuc8d
[06]http://www.pewsocialtrends.org/2011/11/07/the-rising-age-gap-in-economic-well-being/
[07]http://en.wikipedia.org/wiki/John_B._Calhoun#Mouse_experiments
[08]http://kernelmag.dailydot.com/features/interview/3923/moguls-aspirant/
[09]http://time.com/3444749/camille-paglia-the-modern-campus-cannot-comprehend-evil/
[10]http://dailycaller.com/2014/09/30/camille-paglia-gloriously-smacks-down-feminists-unserious-campus-rape-drivel/
[11]https://www.hooktube.com/watch?v=OFpYj0E-yb4
[12]http://www.amazon.co.uk/The-War-Against-Boys-Misguided/dp/0684849577
[13](1, 2) http://www.esquire.com/features/drugging-of-the-american-boy-0414
[14]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/10/02/Everywhere-you-look-sex-is-being-regulated-and-sanitised-We-should-stop-this-nannying-Puritanism
[15]http://www.huffingtonpost.com/2013/04/16/feminism-poll_n_3094917.html
[16]http://www.amazon.com/Jack-Donovan/e/B007LF4QJS/ref=sr_ntt_srch_lnk_1?qid=1417688645&sr=8-1
[17]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/11/15/Brilliant-anti-feminist-spoof-claims-space-scientist-s-shirt-is-sexist
[18]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/09/01/Lying-Greedy-Promiscuous-Feminist-Bullies-are-Tearing-the-Video-Game-Industry-Apart
[19]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/08/12/Guardianistas-are-demanding-free-tampons-on-the-taxpayer-Where-do-I-send-my-wish-list
[20]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/09/The-Sexodus-Part-2-Dishonest-Feminist-Panics-Leave-Male-Sexuality-In-Crisis

META
Título Original The Sexodus, Part 1: The Men Giving Up On Women And Checking Out Of Society
Autor Milo Yiannopoulos
Link Original http://www.breitbart.com/london/2014/12/04/the-sexodus-part-1-the-men-giving-up-on-women-and-checking-out-of-society/
Link Arquivado https://archive.fo/AJFmM

domingo, 3 de setembro de 2017

GirlWritesWhatSelecta - 4

GirlWritesWhatSelecta - 4

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Então sim, está errado pra caralho! Realmente errado demais. OK SRSSucks, mesmo que vocês aceitem as descuidadamente falsas alegações de GWW acriticamente, talvez vocês agora estejam imaginando o quanto isso impacta realmente seu argumento como um todo (de repente vocês são críticos - pensem nisso).

As fêmeas bonobo mantêm seu matriarcado mediante sua promiscuidade e formação de coalizões femininas.

A promiscuidade serve a dois propósitos:

  1. manter os machos cansados e felizes e desinteressados em dominar a sociedade (por que eles iriam dominar se eles estão obtendo todo o sexo pelo qual os machos da maioria das outras espécies têm que impiedosamente competir?); e
  2. tornar impossível para qualquer macho saber quem é sua descendência, então ele tolerará toda ela.

Machos bonobo competem entre si sexualmente, mas não mediante violência. Eles competem mediante competição espermática (enormes montantes de esperma).

Incerteza da paternidade tem seus bônus e seus ônus. Como eu notei, ela impede infanticídio competitivo por machos rivais -- algo visto em uma enormidade (talvez a maioria) de espécies sexualmente dimórficas. Infelizmente, isto também significa que não existe investimento parental na prole. Como eu disse no video, machos bonobo não se preocupam com nem proveem os juvenis, ou as fêmeas. Após uma caçada bem-sucedida, um macho bonobo irá algumas vezes oferecer a uma fêmea alguma carne em troca de sexo imediato, sem nenhum compromisso de provisão futura -- basicamente, prostituição na sua forma mais escancarada. Maior parte das vezes, fêmeas negociam sexo com machos pelos direitos de forragem em pedaços bons de terreno - em outras palavras não por comida, mas pelo direito de pegar comida para si mesmas.

A formação de coalizões femininas é absolutamente necessária para manter o matriarcado - se as fêmeas fossem incapazes de infligir ferimentos de tirar sangue, elas seriam incapazes de dominar a sociedade. Eu acho bizarro que vocêd descreva um sistema em que um grupo reúna-se como gangue e inflija danos a um indivíduo como "pacífico", mas que seja.

Também acho bizarro que você tenha errado totalmente o alvo do por que eu trouxe à baila os bonobos, nossos parentes primatas mais próximos. Investimento parental em nível individual (monogamia), combinado com vida coloetiva e equitarismo sexual (viver em grupos onde todos ou a maioria dos membros têm permissão para reproduzir), têm sido postulados por biólogos como responsáveis por fornecer as condições necessárias seguras e protegidas para a neotenização avançada.

Neotenização é o que desacelera o desenvolvimento juvenil de uma espécie, estendendo os períodos entre quando os genes de desenvolvimento ligam e quando desligam, o que prolonga diferentes períodos de desenvolvimento e estende prazos-limite. Esta prolongação de prazos inclui períodos de desenvolvimento cerebral, caso tu não saibas.

O que a extensão desses períodos faz é permitir que mais tempo, calorias e estimulação contribuam para a formação de estruturas cerebrais avançadas que existem em humanos, mas são truncadas em bonobos e outros primatas comparados aos seus próprios. Se o gene para desenvolvimento de certas partes do cérebro desgiga significativamente mais cedo em bonobos que em humanos, existe simplesmente menos tempo para os bonobos terem seus cérebros feitos.

A segurança dos números, a cooperação do coletivo, a natureza igualitária do "todo mundo consegue seu par, se puderem gerenciar isso", e os investimentos em proteção e provisão da prole fornecidos pela monogamia e pela certeza da paternidade, é o que forneceram um ambiente mais seguro, protegido e de pleno desenvolvimento para humanos em comparação ao bonobo ameaçado. É isto o que permitiu que nossos ancestrais não tivessem que acelerar para uma idade adulta independente, desacelerar seu desenvolvimento juvenil com o tempo, e tornar-se a espécie mais inteligente na terra.

Eu acho realmente interessante que você de alguma forma pense que eu não sabia que os bonobos eram matriarcais, ou teve a impressão que eu estava argumentando que eles não eram. Minha posição não é que a sociedade bonobo não seja matriarcal. Minha posicção é que ela é matriarcal, e esta forma de organização é precisamente o porquê de eles não serem tão espertos quanto nós

Se você vai debater comigo, você deve provavelmente escolher um ponto que eu de fato fiz, em vez de bater num espantalho e apenas conseguir ser bem-sucedido em apoiar a minha asserção.

Resumão: Sim, bonobos são uma cultura de putaria matriarcal. Esta é a exata razão pela qual seu grande avanço é um tosco uso de ferramentas como usar galhos de árvores podres como varetinhas, e por que eles não são os que vieram para dominar o planeta, inventar a roda, viver em casas, e rachar o átomo.

Bye.


META
Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/SRSsucks/comments/16sxsn/_/c7z66u2/
Link Arquivado http://archive.is/Uyn1U

terça-feira, 8 de agosto de 2017

GirlWritesWhat Selecta - 3

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Você está automaticamente saltando para uma situação onde mulheres têm uma clara vantagem e convenientemente ignorando onde tais vantagens não existem.

Não, não estou. Talvez você seja simplesmente incapaz de absorver um argumento e processá-lo. Então permita-me quebrá-lo em minúsculas partes digeríveis para você:

  1. enquanto cotas não existem de ponta a ponta em toda companhia, elas existem em muitas. Tais companhias comumente têm políticas para ativamente promover mulheres, agressivamente buscar talentos femininos, e priorizar mulheres na linha de carreira.

  2. não obstante estas medidas artificiais extensivas, a reserva de mulheres que são

    1. qualificadas, e
    2. interessadas

    nas posições ou assentos corporativos superiores permanece lamentavelmente pequena comparada aos homens. Estas companhias não conseguem preencher as posições que elas voluntária ou involuntariamente reservaram às mulheres, mesmo que estas empresas tenham suportes e infraestrutura massivos para buscar e promover tais mulheres.

  3. você mesmo indicou que as mulheres que estas grandes companhias estão agressivamente procurando não estão no alto escalão ou ao longo de "outro lugar" (isto é, em companhias menores). Elas não estão.

  4. firmas pequenas são isentas de todos os tipos de requerimento de diversidade que aplicam-se a companhias maiores. Por quê? Porque buscar, recrutar e agressivamente promover mulheres como política custa tanto que firmas pequenas não podem proporcionar isso. As iniciativas e medidas necessárias são caras demais para o restante da base trabalhadora compensar os custos.

Então, onde estão essas mulheres? Elas estão sendo convidadas. Estão sendo bem-vindas. Estão sendo encorajadas. Estão sendo procuradas. Estão sendo promovidas acima dos homens, com tudo o mais sendo igual (ou próximo de ser igual). Elas estão recebendo uma vantagem formal em um monte de grandes corporações. E elas são também as beneficiárias de vantagens informais na contratação (todo mundo está desesperado para melhorar a "diversidade de perfis" nesses dias).

Eventualmente você vai ter que se perguntar: "é este tipo de sucesso que a maioria das mulheres realmente quer?". Se não é isto o que a maior parte das mulheres quer, então como é que isto pode ser um problema? Se as mulheres que querem mesmo isso são capazes de fazê-lo, e as mulheres que não são capazes de fazer o que elas quiserem, isto é mesmo um problema real? Se isso não é um problema, como os ADHHM podem afirmar que mulheres são "o problema", ou que são "seus próprios problemas"?

A principal razão por que mulheres não são promovidas tão comumente quanto homens é que elas não querem ser promovidas. Adicionalmente, mesmo mulheres que têm nobres e exaltadas aspirações de ser parte ou chegar ao ofício executivo estão encontrando-se a si mesmas desencantadas e acabam escolhendo sair deste caminho. E não, não é porque elas encontram barreiras institucionais, ou porque "é mais difícil para mulheres que para homens" -- elas observam o que homens ao redor delas têm que fazer ali e dizem a si mesmas: "bem, dane-se, não quero parte alguma nesse monte de merda. O esforço é demais para a recompensa.

Eu não vejo problema algum nisso. Eu recusei toneladas de promoções no passado, e até mesmo requeri uma demoção antes (consegui a demoção e 15% de aumento com ela, longa história). Minha irmã está em posição bem alta na administração de serviços de saúde a nível federal, e ela recusou um porrilhão de promoções. Ela simplesmente não está interessada em gastar 1/3 de sua vida em aviões e hotéis em países estrangeiros. Outros homens e mulheres em volta dela tomaram essas promoções, e conseguiram o status e pagamento maiores (e mais stress, e nunca estar em casa, e a coisa toda).

O que é isto, além de indivíduos fazendo as escolhas que são corretas para eles? Se a você está sendo oferecida uma promoção, ou uma posição na escada, e você decide que a recompensa não vale o investimento, a você não está sendo negada igualdade de oportunidade.

Agora eu te garantirei, estas mulheres são de fato um problema para o feminismo.

Mas aí é que tá. Se às mulheres estão sendo oferecidas promoções e elas estão recusando, então a insuficiência de mulheres nos quadros corporativos e no alto escalão é "culpa das mulheres". De quem mais seria?

Agora vamos olhar para a custódia das crianças. Que quero te perguntar, e quero que você seja tão honesto contigo mesmo quanto puder possivelmente ser (o que provavelmente não é muito, mas enfim), mas digamos que tomássemos essa abordagem agressiva de recrutamento com homens e custódia.

Você acha que se você dissesse a qualquer outro pai médio de fim de semana "você gostaria de que te concedêssemos mais tempo com seus filhos?" a resposta principal destes homens seria "Obrigado, mas não, obrigado. É muito trabalho pelo que vale"?

Se estivessem disponíveis cotas e iniciativas e vieses favorecendo a concessão de mais tempo para os pais homens com seus filhos, você acha que homens, em geral, não tomariam vantagem disso? Que eles diriam "bem, você fez um bom caso, mas eu simplesmente não estou interessado"?

Você acha mesmo que este seria o resultado?

E agora eu quero que você realmente olhe para as duas situações.

Para mulheres e o alto escalão executivo, mesmo as companhias que são agressivas em termos de recrutamento e promoção de mulheres, que lhes dá mentoramento extra e suporte bem como prioridade de ação afirmativa na contratação e promoção, não temos representação 50-50. Estudos têm indicado que a razão para isso e que, na maior parte, mulheres não querem.

Agora observe a custódia. Há evidência que quando homens e mulheres requerem qualquer nível de custódia física, mulheres a recebem 65% mais comumente que homens. Então sim, mesmo quando homens pedem pela custódia, eles são significativamente menos propensos a obtê-la do que mulheres o são.

Temos evidência (anedótica, sim, mas informada) de advogados de direito de família que vão direto ao ponto e advertem seus clientes homens para não tentar a custódia a não ser que eles tenham bolsos profundos e um bom tanto de tempo. E apesar disso, há muitos homens que pedem por custódia. A proporção de homens que pedem por custódia quase certamente excede a proporção de mulheres comparada com homens no alto escalão ou nos quadros corporativos.

Ninguém está estendendo o tapete vermelho a homens no que concerne a custódia na forma que se tem feito por décadas com mulheres e empregos superiores. Ninguém está oferecendo a eles custódia a fim de que eles possam recusar, e de fato, profissionais no assunto estão lhes informando que pedir por isso é tipicamente sem sentido. E mesmo quando eles pedem, eles são menos propensos a obter qualquer medida de custódia do que as mulheres.

Eu só posso imaginar sua reação se eu alegasse o mesmo para mulheres em qualquer situação.

Certamente. Exceto pelo fato que a avassaladora evidência neste ponto é que não apenas mulheres não estão pedindo por promoções para o topo tão frequentemente quanto os homens, mas que quando tais promoções lhes são oferecidas, elas não aceitam -- que mulheres não aceitando promoções que lhes são oferecidas sem sequer terem pedido é a principal razão de serem sub-representadas no topo.

Você acredita mesmo que estas duas situações são remotamente comparáveis?


META
Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/PurplePillDebate/comments/6dhe4e/_/dibui0e/
Link Arquivado http://archive.is/4yxEL

segunda-feira, 10 de julho de 2017

GirlWritesWhatSelecta - 2

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BigBigHoe

Eu nunca vi um artigo, ou um TIL [1] ou qualquer forma de história indicando que ADHs estão de fato fazendo algo e angariando fundos e organizando-se para fazer uma mudança nesses problemas. Eu apenas ouço estas questões sendo trazidas a lume pelos ADH quando eles tentam argumentar que mulheres não são oprimidas e nem são sujeitas a discriminações reais. [E]

Earl Silverman fez. Ele botou para funcionar uma linha-de-crise para homens abusados do seu próprio bolso por vinte anos. Durante esse tempo, ele conseguiu um crédito do governo de $800.

Quando ele quis abrir um abrigo, ele aplicou para o departamento de saúde e serviços humanos do governo da província (HHS; eles são o único corpo que realmente concedem fundos para essas coisas). Eles disseram que tinham que obter aprovação do ministério federal responsável pela Situação das Mulheres (SOW - status of women) antes que pudessem liberar quaisquer fundos.

Veja, no Canadá violência doméstica é considerada uma "questão feminina" e qualquer negócio do governo que possa impactar mulheres deve ser vetado pela SOW.

A SOW falou para ele ir passear. Elas disseram que o mandado delas era lidar com questões que se referem a mulheres, e vítimas masculinas não tinham nada a ver com elas - volte ao HHS provincial e pergunte lá.

Ele disse que tinha feito isso, e eles o enviaram à SOW. Eles disseram que não tinham nenhuma ordem de liberar fundos para homens. Então ele voltou ao HHS e eles lhe disseram que como a violência doméstica era considerada uma questão feminina, eles não podem liberar fundos para um abrigo masculino sem a aprovação da SOW.

Quatro anos se passaram nesse vaivém. Finalmente, em 2006 se não me engano, ele apresentou uma ação na Comissão de Direitos Humanos (HRC - human rights commission). Ele afirmou que o governo estava discriminando contra homens. A HRC é interessante, porque eles têm largos poderes discricionários (eles podem confiscar propriedades sem mandado judicial), podem aplicar multas massivas quando encontram um caso de discriminação, podem registrar estas multas em uma corte comum e neste ponto se você não vai ou não pode pagar, você vai preso, e um monte do que acontece ali não é matéria de anotação pública.

De qualquer forma, sua primeira tentativa de audiência, em estágio preliminar, ele representou a si mesmo e estava contra dois advogados: um do HHS e outra do Alberta Provincial Network of Women's Shelters (estas nobres feministas).

Eles argumentaram com sucesso que, apesar de estatísticas do governo indicarem que quase metade das vítimas de violência doméstica são homens, ele não demonstrou a necessidade de tais abrigos. E adicionalmente, desde que não existia um corpo do governo cuja responsabilidade seja financiar serviços de violência doméstica para homens, não existia nenhum corpo formal do governo para ele processar. Também, no Canadá não é ilegal discriminar contra homens. Mesmo o governo tem permissão para essa discriminação.

Earl teve sua audiência negada.

Ele não desistiu. Ele abriu um abrigo em sua própria casa com seu próprio dinheiro. Ele tentou (não muito bem, dado que ele não era entendido de internet) publicizar e obter doações. Ele estava tão desprovido de grana que teve que cobrar $20 por noite dos homens para cobrir os custos com as refeições. Mas ele fez. Ele recebeu homens, alguns deles com crianças. Ele fez isso a fim de poder rebater o argumento de que não havia necessidade. Se ele abrisse um abrigo para homens abusados e homens abusados começassem a aparecer, então obviamente havia uma necessidade. Talvez não para igual financiamento, mas para alguma coisa que seja. A província recebe dezenas de milhões de dinheiro de impostos para serviços de violência doméstica para mulheres todo anos (eu já vi algumas estimativas de centenas de milhões), e o diretor médio de um abrigo recebe seis dígitos. Earl queria fundos operantes suficientes para manter as portas de um abrigo abertas.

Ele também construiu um argumento legal que ele pensou que funcionaria, e foi uma segunda vez para o HRC.

Precedentes Jurisprudenciais são uma coisa ardilosa. Pense nisso: A Ação Judicial 1 alega que mulheres estão em desvantagem, e o querelante vence e a desvantagem é remediada. Quando a Ação Judicial 2 está sendo discutida, eles apontam a Ação Judicial 1 e dizem "este julgado claramente reconhece a desvantagem contra as mulheres". Eles vencem, ainda mais facilmente que a Ação Judicial 1, porque agora a desvantagem das mulheres é uma matéria da jurisprudência. Então paralelamente vem a Ação Judicial 3. Eles apontam as duas decisões anteriores, ambas indicando em termos inequívocos que mulheres são desprivilegiadas, e seu caso é ainda mais fácil de vencer - ainda que ambas as desvantagens tenham sido remediadas. Cada caso que as feministas têm vencido melhorou as desvantagens das mulheres, mas reforçou sua posição como pessoas desprivilegiadas diante da lei. E em razão de como a nossa Carta de Direitos e Liberdades foi escrita, isso pode prosseguir indefinidamente.

Earl estava novamente representando a si mesmo contra dois advogados nos procedimentos preliminares que determinariam se ele obteria uma audiência.

Ele argumentou que as coisas mudam. A Justiça não é uma coisa estática, é orgânica. Como uma árvore, alguns ramos secam e outros se formam. Não seria possível que as desvantagens das mulheres tenham sido remediadas tal que agora os homens é que estejam sofrendo injusta discriminação? Ele argumentou que havia uma necessidade. Ele abriu um abrigo, vítimas masculinas tomaram refúgio ali.

E novamente ele teve sua audiência recusada.

Neste ponto ele estava desesperado em ter obtido todo esse fiasco no registro público, então ele empregou o que ele chamou de "Gambito [2] Rosa Parks". Ele redigiu uma citação aonde fez uma ameaça inverossímil contra um dos advogados da oposição. Eu creio que foi algo na linha de um "Se X, eu vou arrancar sua face". E claro, ele pesquisou no Google sobre se era realmente possível arrancar a face de alguém. Ele queria ser preso. Ele queria ser processado. Porque então, tudo o que ele fez estaria nos registros públicos.

A Polícia veio e apreendeu seus computadores, todos os arquivos, cada lasca de tudo que ele fez nos últimos anos. Eles o prenderam e o processaram. E, acredito eu, no decorrer de coletarem seus e-mails e pesquisar no histórico, descobriram o que ele pretendia fazer. Os processos foram silenciosamente descartados.

Mais ou menos um ano depois, incapaz de manter os pagamentos da hipoteca, ele foi forçado a vender sua casa. No dia que o novo morador tomou posse, ele encontrou Earl enforcado na garagem.

Este cara literalmente tentou fazer as coisas. Ele enfrentou o ministério federal responsável pela situação das mulheres, o departamento provincial de saúde e serviços humanos, e advogados contratados pela rede provincial de abrigos para mulheres, bem como uma Carta de Direitos e Liberdades canadense que permite discriminação contra homens, e quarenta anos de jurisprudência justificando e reforçando isso.

Mas si. A rede de abrigos para mulheres de Alberta arrecada $250 milhões anualmente (por uma das estimativas que vi), e Earl conseguiu uma única concessão de $800 no decurso de vinte anos de advocacia e mundo real, na assistência de base para homens abusados.

Por volta de uns oito anos antes de sua morte, Earl estava numa apresentação pública chamada Alberta Prime Time discutindo acerca das vítimas masculinas. A então chefe da rede de abrigos para mulheres, Jan Reimer (que era um tipo de celebridade local) foi convidada. Ela declinou. Produtores da apresentação falaram a ele, detrás das câmeras, que ela lhes disse que comparecer para discutir sobre vítimas masculinas levaria à falsa legitimidade da noção que tais vítimas existem.

E claro, depois de sua morte, feministas saíram da toca para a mídia mainstream a fim de retratá-lo como um maluco com um parafuso solto que era difícil e hostil e simplesmente "não queria trabalhar por dentro do sistema". Que compassivo da parte delas.

-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=-=

[1]TIL = Today I Learned - uma comunidade do reddit onde as pessoas comentam curiosidades que aprenderam por acaso.
[2]"Gambito" é como os enxadristas chamam, genericamente, estratégias de sacrifício, onde eles abrem mão de uma peça (um peão, um cavalo, uma rainha &c.) a fim de obter algo mais vantajoso no futuro (e.g. um xeque-mate ou uma peça mais valiosa).
[E]Contexto: o redittor BigBigHoe fez esse comentário, ao qual Karen respondeu com este post.

META
Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/Documentaries/comments/6b40ud/the_red_pill_2017_movie_trailer_when_a_feminist/dhkng70/
Link Arquivado http://archive.is/U0VeL

sábado, 8 de julho de 2017

GirlWritesWhatSelecta - 1

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Neste post, Karen responde um comentário falando sobre aquela velha lorota de "as feministas da primeira onda tinham um ideal justo e puro", que tenta sempre isentar as feministas de suas visões classistas, elitistas e supremacistas - resumindo: a luta por "iguais direitos" nunca existiu.

É óbvio que o feminismo foi iniciado por pessoas que não tinham os mesmos direitos que os homens. Homens e mulheres tinham conjuntos distintos de direitos.

Então vamos olhar para maridos e esposas (pois esta é a principal área onde homens e mulheres tornaram-se sujeitos da direitos diferentes).

Uma mulher tinha direito ao suporte financeiro do seu marido. Um homem não tinha direito ao apoio financeiro de sua esposa. Um homem tinha o direito de administrar a propriedade de sua esposa. Uma mulher tinha o direito a um interesse vitalício sobre na propriedade de seu marido (direitos de dote).

Então, basicamente o marido tinha o direito de administrar a renda e propriedade de todos os membros da família (sua esposa e seus filhos). Ele também tinha a responsabilidade de suportá-los no melhor de sua capacidade. Se os impostos não fossem pagos, ele seria penalizado por evasão de divisas, sua família não. Se os débitos da família entrassem em incumprimento, ele era enviado para a prisão dos devedores, sua família não.

Começando em 1860 no Reino Unido e propagando-se daí, as leis de propriedade marital foram reescritas. Isto deu às mulheres "direitos de propriedade iguais" no âmbito do casamento.

É claro que isso não é precisamente o que alguém chamaria de igual.

Primeiro, homens ainda eram 100% responsabilizados pelo suporte financeiro à esposa e aos filhos -- ainda era seu trabalho prover todas as suas "necessidades".

Anteriormente, ele teria a propriedade e renda da esposa e filhos à sua disposição a fim de habilitá-lo a fazer isso. Agora, a renda e propriedade de sua esposa era dela e dela somente, e ele não tinha nenhuma pretensão de direito sobre tais coisas e nem tinha direito algum de tocar nelas (ou sequer ser informado delas).

Debaixo desse novo conjunto de lei, ela ganhava os direitos do homem mas não as responsabilidades. De fato, se ocorresse um período (digamos que ele acabasse desempregado ou perdesse dinheiro em um investimento) onde ela fosse forçada a sustentar a ele, às crianças ou mesmo a si mesma com sua própria renda, ela tinha uma pretensão legal válida contra a propriedade dele para reembolso.

Isso levou a um número de desastres, um dos quais foi aproveitado pelas suffragettes no Reino Unido nos anos 1910 ao longo do ativismo de resistência à tributação. O lema delas era "sem voto, sem imposto", porém, embora a propriedade e a renda das mulheres casadas era tributada, as mulheres que detinham essa propriedade e renda não eram aquelas responsabilizadas por pagar as taxas sobre ela. Isto era considerado uma "necessidade" e portanto caía debaixo do guarda-chuva das responsabilidades do marido. A única maneira de absolver um homem dessa responsabilidade era mediante um divórcio onde ele tinha causa, o que era extremamente difícil de assegurar (e algumas vezes nem isso o absolvia).

Talvez o caso mais famoso desse tipo foi o de Mark Wilks, um professor de escola, e sua esposa Dra. Elizabeth Wilks, uma médica. Ele foi aprisionado por evasão de divisas quando sua esposa recusou-se a pagar os impostos dela mesma. Não apenas ele era incapaz de pagar os impostos sobre a opulenta renda de sua esposa com seu salário de professor (depois de pagar tudo o mais, dado que era seu dever como marido, não esqueça disso), em sua defesa diante das cortes ele atestou que mesmo que ele fosse capaz de proporcionar esse pagamento, ele era praticamente incapaz de fazê-lo porque sua esposa recusava-se a providenciar-lhe a documentação que ele precisava a fim de calcular os impostos e pagá-los. E a lei daquele tempo não lhe dava o direito de sequer demandar a documentação da renda dela a fim de que ele pudesse pagar os impostos dela.

Da parte dela, ela deu muitas entrevistas com jornalistas encorajando outras mulheres suffragettes, que ela descrevia como sendo quase totalmente "mulheres de posses" a seguir seu exemplo e recusar-se a pagar seus tributos e transformar seus maridos em ativistas de prisão involuntários.

Depois de passar algum tempo na prisão, a saúde do Sr. Wilks, que já não estava muito boa para começo de conversa, começou a deteriorar. Ele foi liberado sob fundamentação humanitária e morreu alguns meses depois.

Então você tinha literalmente uma mulher médica ricaça que era legalmente intitulada ao suporte do seu marido menos rico. Ela não tinha nenhuma obrigação financeira com respeito a si mesma, nem mesmo para si mesma, nem para o governo. E ela sentou-se e assistiu seu marido enfermo adoecendo na prisão enquanto assentada em dinheiro mais que suficiente para pagar os impostos devidos à sua renda que eram responsabilidade dele pagar. Não apenas ela julgou ser isso uma coisa boa, ela recomendou isso a outras suffragettes ricas.

Eu tenho visto algumas feministas responderem a esse caso com o argumento de que mulheres como a Dra. Wilks estavam lutando pela igual responsabilidade das mulheres (em pagar seus próprios tributos), mas não há nada nos contratos das sociedades de resistência à tributação, nem em qualquer documentação deste caso em particular, indicando que este era um objetivo. O ponto dessas sociedades era coagir o governo a dar o voto às mulheres, e não coagir o governo a forçar as mulheres a pagar seus próprios impostos.

Agora você pode argumentar que mulheres devem ter direitos de renda e propriedade iguais aos de seus maridos e que a reforma das leis era necessária. Eu não contestarei isso. Mas sinto informar que o feminismo de primeira onda não tinha interesse algum em abordar as grandes responsabilidades impostas sobre os homens, quanto mais removê-las.

Nos anos 1970, muitas dessas responsabilidades em homens permaneceram em voga nos EUA. Phyllis Shlafly dirigiu um balanço da opinião pública contra a passagem da Equal Rights Amendment [1] baseada parcialmente no fato que a ERA não daria direitos legais às mulheres que elas já não tivessem, mas removeria privilégios, intitulações e isenções que elas desfrutavam em razão de seu sexo, incluindo o direito de ser financeiramente sustentadas pelos maridos e o direito de não ser responsabilizada pelos débitos maritais. E mulheres ainda têm direitos de dote em alguns estados como Michigan que permitem-lhes legalmente impedir seus maridos de vender qualquer peça imobiliária porque a esposa está intitulada a continuar vivendo na propriedade às custas do marido se ela assim decidir.

"Por que isso importa?", você pergunta mais abaixo. Isso importa porque a figura completa importa, e não um pequeno pedaço dela.

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[1]Emenda de Direitos Iguais; como o nome tenta sugerir, foi uma emenda proposta a fim de impedir discriminações legais em razão do sexo. Antes que a emenda alcançasse a meta para ser devidamente promulgada, Phyllis de fato organizou um movimento para impedir sua concretização. Entre muitas das razões contrárias à ERA, havia o financiamento público ao aborto, leis acerca do serviço militar e também a outras tantas leis que privilegiam mulheres "por serem mulheres" - e até mesmo algumas que privilegiam homens, como certos benefícios concedidos aos veteranos militares (que, por mero acaso, são majoritariamente homens).

META
Autor Karen Straughan
Link Original https://reddit.com/r/PussyPass/comments/54b5af/_/d81yx8h
Link Arquivado http://archive.fo/CLXKR

domingo, 25 de junho de 2017

Feminismo e Eugenia [Prentice Reid]

Feminismo e Eugenia: Engenhando o Totalitarismo Reprodutivo

Feminismo e Eugenia: Engenhando o Totalitarismo Reprodutivo

Hoje em dia o feminismo é corretamente creditado por auxiliar a inauguração de uma revolução no planejamento familiar. Infelizmente, apresentar essa obsessão com o controle da fertilidade feminina sem examinar as motivações e filosofia por detrás deixa as pessoas tolas e com um entendimento superficial de onde esta forma de pensamento originou-se.

O argumento rotineiramente usado por feministas de hoje em dia é que o governo deve ficar de fora das vaginas das mulheres; porém, o que é deixado de fora do argumento é o fato de que as pioneiras feministas demandavam que o governo não apenas se colocasse dentro das vaginas das mulheres (e dos corpos dos homens também) mas que os governos forçosamente esterilizassem homens que a elite julgasse inaptos. Estas pioneiras feministas que promulgaram estas ideias são hoje em dia celebradas, enquanto os homens que as promulgaram são, com justiça, condenados.

A íntima conexão do feminismo com a eugenia e a perfeição reprodutiva começa com Victoria Woodhull [l01]. Woodhull foi a primeira mulher a candidatar-se à presidência dos EUA em 1872, uma líder do movimento pelo sufrágio feminino, a primeira mulher corretora de ações e a primeira pessoa a publicar o Manifesto Comunista em inglês em seu periódico Woodhull & Claflin’s Weekly.

Seu periódico também foi famoso por promover saias curtas e prostituição licenciada junto com outras ideias feministas e incluía escritos regularmente de outras feministas proeminentes como Elizabeth Cady Stanton, a qual foi talvez a mais influente de todas elas. Woodhull constantemente promovia a ideia de que o governo deveria impedir o casamento e portanto a procriação daqueles considerados inaptos para a reprodução, com declarações como:

Um governo humanitário deveria estigmatizar os casamentos dos inaptos como crimes; ele legislaria para impedir o nascimento do criminoso em vez de legislar para puni-lo após ter nascido.

O termo "eugenia" foi cunhado pelo primo de Charles Darwin, Francis Darwin, e basicamente significa controlar a reprodução humana usando instituições do estado e a instituição científica para obstar a classe inferior de procriar e favorecer a reprodução da classe superior ou daquela que eles julgassem ser a geneticamente propícia. Adolf Hitler foi inspirado pela popularidade dos movimentos eugenistas americanos e britânicos e os capitalizou para fanaticamente maquinar sua "solução final".

Victoria Woodhull não originou as ideias que resultaram na cunhagem do termo mas ela foi provavelmente a primeira pessoa a arriscar tão audaciosamente sua reputação [l01] para popularizar a ideia, de acordo com o historiador Michael W. Perry:

Ela não foi a primeira a ter a ideia, ou a primeira a escrever sobre [explica ele], mas ela pode ter sido a primeira a escorar sua reputação na eugenia tornando-se uma causa.

Em seu livro "The human body the temple of God" [l02] ela enaltece as cirurgias forçadas nos ovários das garotas consideradas inaptas e recomendava os métodos que os antigos gregos utilizavam para eliminar crianças indesejáveis da população:

Nova Zelândia realizou ovariotomia em garotas jovens ... o precedente indica que certos selvagens têm pelo menos alguma preocupação com os membros de sua comunidade ... eu recomendaria o remédio dos antigos gregos...

Em 1972 a decisão da Corte, em Buck v. Bell, determinou que a esterilização forçada daqueles considerados inaptos para a reprodução pelas mãos do governo não violava direitos constitucionais. Uma mulher de nome Carrie Buck foi subsequentemente forçada a ter suas tubas ligadas sob supervisão policial.

Victoria Woodhull, próxima ao final de sua vida, em maio daquele ano, aplaudiu a decisão [l03] e orgulhosamente afirmou que ela originou a ideia de o estado controlar a fertilidade das mulheres (e homens):

Sra. Martin, que escreveu e palestrou por trinta anos sobre eugenia, notou que ela estava satisfeita em ler que a Lei de Eugenia de Virginia logrou sucesso em estabelecer o direito de esterilizar os retardados. "Eu defendi isso cinquenta anos atrás em meu livro "Casamento dos Inaptos", dizia ela.

Emilia Murphy, a famosa feminista canadense, e primeira magistrada do império britânico, acreditava que os inferiores chineses e a classe imigrante [l04] estava reproduzindo-se mais que a população branca nativa e portanto apelou ao governo canadense pela esterilização forçada daqueles considerados inaptos para a reprodução.

Seus escritos ... posicionam uma crítica à família inadequada ou degenerada junto a um sentimento racista anti-imigrante, intimando que o vício estava relegado à imoralidade desenfreada dos imigrantes chineses ... acoplado a uma forte convicção que a população (branca) fundadora do Canadá estava sob ameaça devido à super-reprodução e falida moralidade dos imigrantes ... Ela também argumentou que as crianças mentalmente defeituosas eram "uma ameaça à sociedade, e um enorme custo ao estado" que deveriam ser cerceados ... mediante eugenia negativa, como a esterilização.

A obsessão de Murphy com o controle reprodutivo da população resultou em ela também promover controle de natalidade, em especial suas formas permanentes. Este era o clima e a mentalidade da qual a expressão controle de natalidade teve sua gênese. Marie Stopes, uma antiga feminista britânica que criou a Marie Stopes International, uma organização não governamental que fornece serviços de contracepção e aborto em pelo menos 38 países ao redor do mundo, também era uma fanática propagandista da eugenia e admiradora de Adolf Hitler.

Stopes era "uma elitista, idealista interessada em criar uma sociedade onde apenas os melhores e os mais belos deveriam sobreviver ... Ela compareceu ao congresso inaugural da Sociedade Eugenista de 1912 e tornou-se participante em 1921 ... Stopes escreveu sobre casamento e controle de natalidade refletindo suas teorias eugênicas. Ela defendia "a total esterilização daqueles totalmente inaptos para a paternidade [seja] feita em possibilidade imediata, de fato feita compulsória"

Em 1935 [l05] Stopes compareceu no International Congress for Population Science em Berlim, feita no segundo ano do governo de Hitler. Stopes era também anti-prussiana, anticatólica e anti-Rússia, se for possível julgar pela seguinte peça não publicada de um verso, escrito em 1942, sob o peso da luta com os poderes do Eixo.

Católicos, Prussianos,
Judeus e Russos
São todos maldição
Ou coisa pior então...

Stopes, que estava sempre pronta a promover seus escritos, enviou uma cópia de suas Canções para Jovens Amantes a Adolf Hitler com a seguinte carta:

Caro Herr Hitler,

Amor é uma das maiores coisas do mundo: assim, aceita de mim estes (poemas) que você pode permitir ao jovem povo de sua nação que as tenha?

Os jovens devem aprender o amor desde o particular até que sejam sábios o bastante para o universal.

Eu também espero que você mesmo possa encontrar algo para desfrutar no livro.

- carta de Marie Stopes a Hitler, agosto de 1939

Marie Stopes é congratulada hoje em dia com seu próprio selo postal do governo inglês, junto com outras honrarias.

Margaret Sanger [l06] é hoje em dia considerada a feminista pioneira na América em controle de natalidade e planejamento familiar. Sua American Birth Control League [tr01] veio a tornar-se a Planned Parenthood [tr02], a mais poderosa e ativa organização para aborto e controle de natalidade nos Estados Unidos.

Sanger também foi uma incansável promotora da eugenia e da esterilização forçada dos inaptos. Em um certo ponto de 1925, ela estava tão firme de suas convicções que de fato queria que a American Birth Control League se juntasse ao movimento eugenista.

Sra. Margaret Sanger, fundadora da American Birth Control League, declarou que a liga estava pronta para juntar-se ao movimento eugenista quando os eugenistas estiverem prontos.

Em 1950 Sanger instou o governo americano [l07] a iniciar um sistema de esterilização de pessoas que ela rotulava de retardados.

Toda essa informação raramente é discutida quando a história do feminismo é examinada no discurso diário, mas não podemos dar ao feminismo o crédito pelo lado positivo de suas líderes históricas sem também discutir o lado negro também.


Notas e Links

[tr01]"Liga Americana pelo Controle de Natalidade"
[tr02]"Parentela Planejada"
[l01](1, 2) http://tinyurl.com/mmn3lqy ; http://archive.is/IIs9q
[l02]Livro no Archive.org: https://archive.org/details/humanbodytemple00cookgoog
[l03]http://tinyurl.com/pm9hzrw
[l04]http://tinyurl.com/qjdjfl5
[l05]https://en.wikipedia.org/wiki/Marie_Stopes#Advocacy_of_eugenics
[l06]http://tinyurl.com/ob5n4jw
[l07]http://tinyurl.com/qjq8wv8

META
Título Original Feminism and eugenics: Engineering reproductive totalitarianism
Autor Prentice Reid
Link Original https://www.avoiceformen.com/feminism/feminism-and-eugenics-engineering-reproductive-totalitarianism/
Link Arquivado http://archive.is/Irvya