domingo, 8 de outubro de 2017

GirlWritesWhatSelecta - 7

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Quem quiser uma cerimônia na igreja pode ter seu desejo negado.

Quem quer uma cerimônia em igreja quando a igreja não quer deve ter seu desejo negado. A não ser que esta linguagem seja parte da bula, sabe-se lá como você vai saber se não haverá igrejas levadas diante de tribunais de direitos humanos por discriminação.

Não tem como. A discussão não houve. A esquerda parece indisposta a discutir para começo de conversa, xingando qualquer um que mencione o assunto de intolerante.

E não, o negócio dos pronomes não é uma questão fundamentalmente diferente.

Se o lobby LGBT estivesse tranquilo quanto o "cada um no seu quadrado" isso não seria problema. Mas eles estão preparados para arrastar pessoas às cortes em razão de declinarem-se a fazer bolos de casamento, ou de ser videógrafo de casamento, ou de sediar o casamento em sua propriedade mesmo que tal propriedade sejam também as suas próprias casas.

O negócio dos pronomes não é uma questão fundamentalmente diferente. É perfeitamente análoga a esta situação.

Uma bula é proposta. Proponentes asseguram ao povo "não se preocupem, ninguém lhes forçará a usar pronomes, ninguém lhes forçará a casar dois machos em sua igreja, ninguém lhes forçará a fazer um bolo para um casório gay, ninguém os forçará a tirar fotos num casório gay ... Fala sério, a bula nem fala dessas coisas".

E então, não ficou sabendo? Assim que a bula é aprovada, todas essas coisas acabam acontecendo. Porque a bula não esclarece nenhuma dessas coisas. Pessoas acabam enfrentando batalhas judiciais longas e caras para proteger seus direitos religiosos. Mesmo em casos que eventualmente vencem, elas acabam gastando uma tonelada de dinheiro e por vezes perdem seus meios de subsistência.


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Autor Karen Straughan
Link Original https://reddit.com/r/MensRights/comments/731chy/_/dnn2orb
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GirlWritesWhatSelecta - 6

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Desculpe-me, mas é por isso que este movimento não pode avançar! É porque está sendo estrangulado por reacionários e regressistas que querem nos levar de volta aos anos 1950. Não é assim que vocês dirigem um movimento e deveríamos discutir isso.

Bearing trouxe diversas preocupações válidas acerca das potenciais implicações do casamento entre pessoas do mesmo sexo na Austrália, particularmente sobre liberdade de expressão e religião.

Estas preocupações não foram abordadas em termos do que acontece a alguém que publicamente diz que discorda do casamento gay, igrejas que desejam abster-se de realizar cerimônias gays, negócios que não desejam participar de celebrações gays por questões religiosas etc.

Estes são os pontos onde os direitos constitucionais das pessoas entram em conflito.

Quais direitos devemos priorizar? O direito de um casal gay ter sua cerimônia em uma igreja específica? Ou o direito de aquela igreja em particular declinar de presidir uma união que viola suas crenças religiosas? O casal gay deveria ser forçado a ir a uma igreja diferente que esteja disposta a casá-los? Ou a igreja que eles demandam deveria ser forçada a casá-los?

Quando a Bula C-16 foi proposta no Canadá, a qual instanciaria identidade de gênero e expressão de gênero como categorias protegidas pelos nossos atos de direitos humanos, Jordan Peterson pronunciou-se e alertou a todos que passar a bula da forma que estava seria controle de expressão. Isto não meramente proibiria certos dizeres, mas forçaria as pessoas a engajar em certas expressões -- ela instanciaria um requerimento legal para que as pessoas usassem os pronomes preferidos de qualquer um que alegasse que não se identificam como cisgêneros.

Proponentes da bula disseram "oh, isso já é delírio paranoico! Isso nunca vai acontecer! Tira esse chapéu de papel-alumínio! Não tem sequer nada na bula que menciona pronomes! Pare de ser um preconceituoso transfóbico!". Um ministro conservador sugeriu que a linguagem da bula fosse expandida a fim de incluir uma cláusula garantindo que ela não coagiria legalmente pessoas a usar certas palavras ou discursos. Isto foi, obviamente, recusado, porque é claro que tal cláusula seria completamente desnecessário. A bula nada dizia sobre pronomes ou discurso forçado.

Poucos meses após a bula ter sido aprovada, o CUPE (o maior sindicato do Canadá) soltou um vídeo com a participação de um advogado "não-binário", que estava ensinando as pessoas sobre como elas deveriam usar os pronomes preferidos. A primeiríssima razão de sua lista foi "está na lei". Ele foi citar a Bula C-16 como instanciando em lei uma obrigação de usar os pronomes prediletos das pessoas.

Debaixo das condições descritas no vídeo de Bearing, eu votaria contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo - ainda que eu apoie totalmente.


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Autor Karen Straughan
Link Original https://reddit.com/r/MensRights/comments/731chy/_/dnmzyeu
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GirlWritesWhatSelecta - 5

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OK, então, sob a Sharia, quando um homem e uma mulher estão por casar (seja o casamento arranjado ou não), eles assentam-se junto com seus advogados e negociam um mahr.

Este é o "presente da noiva". É uma soma de dinheiro que o homem empenha a ela como sua "garantia". (Sob a Sharia, mulheres casadas detêm sua renda e propriedade inteiramente para si mesmas, mas são intituladas a serem sustentadas pelos seus maridos. Basicamente, "o que é meu é meu e o que é seu é nosso, mozão". Isto é importante a fim de entender o real impacto do mahr.)

Mahr pode ser dinheiro, mas não precisa ser. Pode ser um presente em terras, outra propriedade real, gado, &c. Mas na maior parte dos casos, até onde se, inclui um presente de entrada em moedas de ouro, e o resto é considerado um "débito em papel" que a esposa pode invocar a qualquer momento.

As somas diferem, dependendo da classe e do status (e de quão bom o advogado da mulher seja). Quando meu amigo Aladdhin (nós chamamos ele de Alex) voltou ao Líbano para formalizar seu compromisso, o total acordado foi de $35.000, incluindo $4.000 em moedas de ouro como entrada e $31.000 deferidos. Esta não é uma soma pequena, dado que Alex trabalhava como "expo" e ocasionalmente cozinhava no Tony Roma por $14 a hora. Estamos falando de mais de um ano em salário bruto, próximo a um ano e meio depois dos impostos.

Outro colaborador meu, Saddadhin (Sam, também do Líbano), quando casou há 10 anos, negociou um mahr de quase $70.000. Sam trabalhava em três empregos (um integral, outro parcial, e um terceiro casual), inicialmente como expo no restaurante, então como cozinheiro gerente, como entregador em suas folgas, e renovando casas informalmente para o irmão, um contratante independente. Ele tem cinco filhos, incluindo duas gêmeas que devem ter uns 4 anos hoje em dia se não me engano.

Estes dois homens têm uma vantagem sobre homens voltando ao lar. Mesmo trabalhando nos trabalhos deles, eles ganham mais por ano que, digamos, uma pessoa média no Irã (renda média familiar anual de $8.000, mahr médio de mais de $50.000).

Então, de qualquer forma, o mahr existe para garantir que a mulher é sustentada no evento de algo der errado. Geralmente ele é atrelado no momento em que assinam, mesmo antes de estarem tecnicamente casados (de tal forma, se ele rompe o compromisso, ele está endividado em muito dinheiro). Além do mahr, mulheres, assim que oficialmente casadas, são intituladas a uma alimônia mensal se seus maridos divorciam-se sem causa. (E, interessantemente, se ela sente que ele não a está sustentando de acordo com a capacidade dele enquanto estão casados, ela pode requerer em uma corte judicial que ele a pague uma alimônia enquanto ainda estão casados, para cobrir necessidades como vestuário, artigos de higiene pessoal &c.)

Quando o homem morre, o mahr é extraído de suas propriedades antes de qualquer divisão na forma de herança a seus filhos. Ela pega as suas verbas compensatórias. Os filhos pegam uma parte do que sobrar, e se sobrar. Se não tiver o suficiente nas propriedades a fim de cobrir o montante, os pais ou irmãos dele podem ser requeridos a pagar. E claro, enquanto viúva, se ela tem pai, irmãos ou filhos vivos, ela está intitulada a ser sustentada por eles até recasar. Suas filhas também estão igualmente intituladas ao suporte financeiro dos irmãos (se tiver) até elas mesmas casarem. É por isso que sob a Sharia os filhos herdam o dobro da porção das filhas - porque eles também herdam a obrigação de seus pais em pagar por todas as necessidades das irmãs (comida, abrigo, educação &c).

Então, basicamente, se o homem divorcia-se de sua esposa sem causa (como é de seu direito), ele é obrigado a pagá-la o restante de seu mahr (usualmente dentro de um par de meses), e também a pagar-lhe uma alimônia mensal até ela morrer ou recasar. Se ele tem motivo, em alguns casos será absolvido da obrigação de pagar ambos, em alguns casos terá que pagar uma porção reduzida, e em alguns casos será obrigado a pagar um ou outro. Isto é, sua obrigação de pagar mahr e alimônia será reduzida ou eliminada se ele tem causa suficiente para divórcio. Mas se ele não tem causa, ele será posto para pagar ambas integralmente.

Teve muito clamor na mídia ocidental quando o Irã impôs regras mais estritas sobre o que constituiriam as "bases para divórcio" das mulheres.

Estas novas bases "mais estritas" incluíam:

  • ele não fez sexo com ela por seis meses ou mais;
  • ele tem um trabalho pelo qual a esposa sente-se humilhada;
  • se a situação no lar é tal que a esposa tenha que sofrer injúria física ou financeira, ou "injúria à sua dignidade" (isto incluiria ficar na mão das outras esposas, se ele tem mais de uma);
  • impotência por parte do marido;
  • se o marido não a engravidou nos cinco primeiros anos de casamento.

Isto parece bem injusto e sexista quando tudo que você ouve na mídia ocidental é que mulheres requerem bases legais para o divórcio, enquanto o homem pode divorciar-se por qualquer razão ou por razão nenhuma afinal.

Mas no Irã, mesmo após as novas diretrizes mais estritas serem promulgadas, 70% dos divórcios são iniciados pela mulher.

Certamente, meu amigo Alex pode (estritamente sob os termos da Sharia) divorciar-se de sua nova esposa por qualquer motivo, ou sem motivo algum, mas se ele não tiver um bom motivo, ele terá que pagar a ela $31.000 em um montante fixo dentro de poucos meses do divórcio, e também pagá-la uma alimônia mensal até ela morrer ou recasar. E os termos do casamento acerca do intitulamento de sua esposa ao seu sustento são tais que ele não pode simplesmente começar a poupar dinheiro a fim de economizar para este dia. Ele deve sustentá-la em um nível comensurável com sua renda e padrão social, ou ela pode requerer legalmente ter uma alimônia mensal paga diretamente por ele a ela de forma que ela possa ter belas roupas e sair para almoçar com as amigas e comprar cosméticos caros se ele puder proporcioná-los. Ele não terá permissão, se processado numa corte da Sharia, de mantê-la em farrapos enquanto ele está coletando uma boa renda.

Os costumes e requerimentos legais deste papel ativamente impedem-no de sequer divorciar de sua esposa só porque "não está 100% contente". Ele não pode economizar para o momento em que ele poderia dar-se ao luxo de assim o fazer e ainda provê-la como a lei requer.

Esposas podem às vezes assegurar um divórcio nas cortes sem bases (se elas forem persistentes, ou o homem não contesta, geralmente será concedido), mas se elas o fazem, o pior que acontece é que elas não conseguem ganhar a loteria. Elas vão embora com menos do que teriam, ou com nada.

Aqui no ocidente, nós ouvimos falar sobre como as filhas herdam metade do total que os seus irmãos herdam, mas nós não ouvimos falar que seus irmãos tornam-se seus sustentos financeiros legalmente obrigados quando o pai morre. Se eu fosse fazer meu próprio testamento, e soubesse que minha filha seria legalmente intitulada a ser sustentada financeiramente pelos meus filhos, eu deixaria praticamente toda minha herança aos meus filhos, e não apenas dar a eles o dobro do que deixaria à irmã deles. Eu certamente não lhes deixaria porções iguais, sabendo que munha filha jamais precisaria ser auto-suficiente e meus filhos seriam forçados a tomar responsabilidades por ela.

Nós no Ocidente costumamos ouvir sobre como as mulheres que querem divórcio precisam de bases, enquanto homens não, e como isso é injusto demais, porque implica que mulheres não tenham o mesmo direito de divórcio que os homens têm. Mas não ouvimos sobre o mahr e a alimônia que homens são obrigados a pagar se divorciarem-se sem motivos, e certamente não ouvimos falar sobre como, apesar disso, homens quase nunca se divorciam sem motivo, que mesmo sob essas condições a maioria dos divórcios é iniciada pela mulher, e que estas "bases" para divórcio incluem "ele trabalha no McDonals, e isso é vergonhoso para mim".

Nós ficamos sabendo sobre como homens sob a Sharia têm direito ao sexo com suas esposas, e isto é estupro. O que não ouvimos sobre é que se ele não tem sexo com ela por seis meses, ou não pode ter sexo com ela porque está impotente, ele será forçado a pagá-la toda aquela dinheirama e não terá sequer alguém para cozinhar para ele ou limpar sua casa enquanto trabalha 70 horas semanais para receber salário e manter-se longe da prisão.

Qual a diferença entre "se você não fizer sexo comigo, me é permitido, após tentar várias estratégias distintas como dar um gelo, dar palmadas na sua bunda dentro de certos limites legais para assegurar que não te desfigure ou cause dano permanente" (que é o que é dito sob a Sharia acerca dos direitos do marido ao sexo), e "se você não fizer sexo comigo, eu estou intitulada a ir embora com um total de sete anos de renda média familiar, mais alimônia, e se você não puder pagar vai preso (em um país islâmico, que não pode ser moleza se comparado aos EUA, francamente)"?

E eu quero que saiba que eu não endorso nada disso. Mas estamos recebendo uma representação seriamente enviesada de como as coisas funcionam em outras culturas.

Alguns países muçulmanos têm emendado suas leis para estipular que meninas herdam uma fatia igual a de seus irmãos na herança do pai. O que eles não fizeram foi emendar as leis que obrigam seus irmãos e maridos a financeiramente sustentá-las. Quando um homem herda, ele ainda tem que partilhar sua herança com as mulheres de sua família, e quando uma mulher herda seu quinhão agora igualitário, ela fica com tudo para ela. Como essa porra pode ser justa?

De qualquer forma eu espero que isso te ajude a compreender que nem tudo são flores e bombons para os homens nesses países, e que simplesmente não ouvimos falar sobre o outro lado das coisas aqui no Ocidente. Se tudo o que eu ouvisse fosse a mídia ocidental, eu estaria 100% certa de que as mulheres estão muito mal naquelas culturas. Mas sabendo o que eu sei, não estou tão certa disso.


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Autor Karen Straughan
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segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Sexodus II por MILO

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Sexodus, Parte II: Pânico de Feministas Desonestas Mantém a Sexualidade Masculina em Crise

Disfunção sexual não é única ao século XXI - nem, certamente, ao Ocidente. Os "herbívoros" japoneses - homens que afastam-se de sexo [01] e preferem guardar dinheiro e andar longas caminhadas a andar de motocicletas e flertar com garotas - têm sido bem documentados e são considerados por cientistas sociais como o melhor exemplo de sexualidade masculina voltando-se contra si mesma.

Mas apesar de o sexodus, um novo recuo para a solidão por homens ocidentais [02], ter um sabor diferente para isso e uma etiologia dramaticamente diferente da s crises sociais anteriormente observadas, muitas características são idênticas. E o que é problemático acerca de homens jogando a toalha tanto no Oriente quanto no Ocidente é a rapidez com que o desconforto está se espalhando ao longo de várias gerações, abastecida não apenas pela insatisfação sexual mas também pelas pressões econômica e educacional sentidas por muitos jovens rapazes.

Talvez não devêssemos ficar surpresos. É de pouco se espantar que no mundo moderno desorientado, homens deveriam procurar medidas extremas a fim de ajudá-los a relacionar-se, e obter o que desejam, do sexo oposto. Isto provavelmente explica o surgimento de Julien Blanc, que alega que seus seminários podem transformar a forma que mulheres podem responder a ti. Blanc está na extremidade de um movimento conhecido como PUA, "pick-up artists" ou "artistas da sedução".

Mas outras vozes no PUA ou no movimento "pílula vermelha", incluindo Daryush Valizadeh, que identifica-se pelo apelido Roosh V [03], afirmam que há razões estruturais por que a sociedade está afastando-se evolutivamente do contentamento inter-gênero. Parte do problema são as expectativas irrealistas femininas, diz Valizadeh. "Ficar om uma mulher atraente tornou-se extremamente difícil para o homem mediano. Mulheres medianas ou mesmo submedianas de hoje em dia desejam um homem de elite com aparência, músculos, inteligência e confiança além da média.

"Se uma mulher esforçar-se o bastante, ela será capaz de obter uma noitada com um cara 'gostoso' vez em quando porque pode acontecer de ele estar excitado e a fim de uma trepada fácil. A garota então pensa que ela realmente pode ter aquele homem para compromissar-se com ela por um longo período, e assim não dá ao cara mediano uma chance, retendo-a para o tipo de resistindo para o tipo de garanhão com quem ela teve um breve encontro sexual no passado".

Valizadeh tem algumas visões controversas sobre o estado da mulheridade moderna também. Ele diz: "Também é danoso que a atratividade da mulher esteja rapidamente em declínio, principalmente devido à epidemia da obesidade. Não importa o que membros do movimento da 'aceitação gorda' digam, homens têm uma necessidade inata por mulheres em forma. O que ocorre é que poucas mulheres atraentes são deixadas com montantes inimagináveis de atenção".

De acordo com Valizadeh, o mercado sexual atual representa uma distribuição de Pareto aonde "20% dos rapazes no topo detém acesso a 80% das melhores mulheres", o que acaba por ter o efeito de deixar as mulheres aguardando pelo homem perfeito, um homem que obviamente nunca virá.

Valizadeh concorda que o autor sobre masculinidade Jack Donovan que homens têm sido feminizados por uma cultura que rejeita e ridiculariza características e hábitos masculinos. "Boa sorte nomeando um modelo de papel masculino que homens têm hoje em dia que realmente lhes ajude a tornar-se homens", ele nota. Estes pensamentos são ecoados em ocasionalmente rudes mas convincentes blogs voltados para homens, tais como o fenomenalmente popular Chateau Heartiste [04].

Eles são também apoiados pelo estado corrente das guerras sexuais, que são bizarramente constituídas. Uma das coisas notáveis sobre a recente escaramuça de alto padrão com feministas é quão pouco os homens heterossexuais de destaque têm sido envolvidos. Na controversa questão GamerGate, a oposição aos "justiceiros sociais" e às suas tentativas de censura no Twitter tem vindo de gays mais velhos na vida pública [05] e de geeks mais jovens, gamers e evasores; no caso de Matt Taylor, ela veio de geeks e de outras mulheres.

Homens héteros jovens simplesmente não querem mais saber. Eles não estão mais se engajando. Algumas mulheres, também, terrificadas pelo que o feminismo de terceira onda lesbianizado alega fazer em nome delas, desistem do confronto. O absurdo resultado é que geeks, queers e lésbos estão dominando a discussão sobre como homens e mulheres devem interagir. Jack Donovan, por exemplo, é gay, assim como este correspondente que vos escreve. É como se gays fossem os únicos homens deixados preparados para lutar pelo partido da masculinidade.

Homens querem relacionamentos normais que incluam sexo, diz Valizadeh. Alguns destes lerão livros de PUAs ou ir a seminários como os de Roosh V se eles não conseguem ou precisam se treinados com comportamentos de "cavaleiro branco" instilados neles por uma cultura dominada pelas fêmeas. (Homens têm sido ensinados que ser um cara legal faz com que consigam um caso. Isto não é verdade.)

O que atinge várias várias mulheres com estranheza é o quão racional e sistemática é feita muita dessa tomada de decisão pelos homens. Muitos rapazes literalmente realizam uma análise de custo-benefício e decidem que mulheres não valem a pena. São as moças que perdem nesse cenário: homens não querem a estabilizada intimidade emocional que advém de um relacionamento sexual gratificante e podem recolher-se em atividades masturbatórias, prostituição e ficadas de uma noite muito mais confortavelmente.

Mas é exatamente disso que se trata, de um posto masculino de vista: uma evasão racional da educação, trabalho e casamento por parte dos homens que já tiveram que aturar o bastante, como o notável livro de Dra. Helen Smith chamado Men on Strike alertou em julho do ano passado [06]. (O consenso acerca disso cresce rapidamente.)

Homens, guiados - como muitos deles gostam de dizer - pelos fatos e não pela emoção, podem verificar que a sociedade não é justa para com eles e lhes é mais perigosa. Eles apontam para o fato que eles são mais propensos a serem vítimas de assassinato e mais propensos a cometer suicídio. Mulheres não escolhem servir as Forças Armadas e experimentam menos mortes e danos no ambiente de trabalho em geral.

Mulheres obtêm sentenças custodiais mais curtas pelos mesmos crimes. Há mais bolsas de estudos disponíveis para elas nas faculdades. Elas recebem assistência médica melhor e mais barata, e podem selecionar pacotes favoráveis de seguro disponíveis somente para elas. Quando se trata de crianças, mulheres são presumidamente o cuidador primário e recebem tratamento preferencial das Cortes. Elas têm mais e melhores opções contraceptivas.

Mulheres são menos propensas a ficarem sem-teto, desempregadas ou a sofrerem abuso de drogas em relação aos homens. Elas são menos propensas a ficarem deprimidas ou sofrer de doenças mentais. Há menos pressão sobre elas para que alcancem o sucesso financeiro. Elas são menos propensas a viver na pobreza. Elas recebem prioridade em serviços médicos e de emergência.

Alguns podem chamar estas tendências estatísticas de "privilégio feminino". Mesmo assim, em todo canto e em todos os tempos, dizem os defensores dos direitos dos homens, as "experiências vívidas" e opressões percebidas pelas mulheres recebem cem por cento do tempo de exibição midiática, desafiando a realidade de que mulheres não apenas alcançaram a paridade com os homens mas superaram-nos em quase todo aspecto concebível [07]. As desigualdades que subsistem são resultado das escolhas das mulheres, dizem respeitáveis estudiosas feministas como Christina Hoff Sommers, não vieses estruturais.

E mesmo assim homens são constantemente atacados sobre bizarras invenções conceituais como cultura do estupro e privilégio patriarcal. A bizarra mas inevitável conclusão disso tudo é que estas mulheres estão abastecendo sua própria infelicidade ao levar os homens a cogitá-las como objetos sexuais e nada mais, porque o pensamento de engajar-se em um relacionamento com uma mulher é horripilante, ou exaustivo demais para se contemplar. E o sexodus afetará mulheres de forma desproporcionalmente severa porque pesquisas mostram que quando mulheres "agem como homens" ao ter muito sexo casual, elas acabam infelizes, mais propensas a sofrer de depressão e destroem suas chances de assegurar um relacionamento significativo de longa duração [08].


Não são apenas nos video games e no sexo casual que os homens estão se refugiando. Eles também estão imergindo-se em fetiches que para a geração de seus avós relembrariam razões para encarceramento, e as quais os afastam ainda mais do sexo antes mais ajustado. Imagine, por exemplo, a cultura furry e o fetiche de sexo animal antropomórfico, ambos os quais experimentam um crescimento explosivo alimentado pela internet.

O jornal estudantil de Jack Rivlin, The Tab, o qual encontramos na Parte I, notou a tendência espalhando-se pelos campi do Reino Unido [09]. (Ela já é abundante ao longo de todo o EUA.) Outras condutas sexuais alternativas, incluindo homossexualidade e transgenerismo, também são mais prevalente nos campi agora.

"É eminentemente plausível que existe um número maior de pessoas que identificam-se como homossexuais, bi, ou com outras sexualidades que estão felizes em serem rotulados como tais nestes dias", concorda o presidente da Cambridge Union, Tim Squirrell, com quem falamos na Parte I, sobre como os estudantes que ele vê passando pela sua União. "Eu penso que estamos nos tornando mais abertos e aceitáveis para pessoas que vivem diferentes estilos de vida e têm diferentes tipos de identidades".

Emancipação gay, claro, pode não ser uma coisa uniformemente boa para as mulheres. Dependendo de que figuras você acredita - e você é esperto o bastante para não levar as alegações dos grupos de defesa dos gays ou as revistas gays muito a sério, por razões óbvias - algo entre 1% e 10% da população adulta masculina é gay. (Provavelmente é muito mais próximo de 1%).

Há apenas algumas décadas, muitos desses homens - correndo risco de estereotipar, os mais sensíveis, artísticos, atraentes e de maior poder aquisitivo; isto é, perfeito material para bons maridos - acabariam casados, teriam poucos filhos e levariam uma vida dupla perseguindo seus impulsos proibidos. Eles não preocupariam suas esposas por sexo e teriam sido pais grandiosos.

Mas agora eles estão estabelecidos com homens, em muitos casos sem ter filho algum. Em outras palavras, um saudável punhado dos mais desejáveis homens - homens que sem dúvida teriam murmurado favoravelmente a exortações feministas - agora estão fora do mercado, deixando ainda menos homens elegíveis no estoque de namoro.

(Como nota de rodapé, eis um argumento que você não vai ouvir poe aí: homens gays obtêm valores significativamente superiores, em média, de QI, e sabemos que QI é ao menos parcialmente determinado geneticamente. Gays não reproduzem-se tanto, agora que não têm que manter a fachada em relacionamentos heterossexuais. De fato, pesquisas mostram que eles mal reproduzem-se afinal.

É forçoso demais perguntar se a recém-descoberta tolerância da sociedade para com os homossexuais tem tornado a sociedade, hum, bem, um tanto mais estúpida? OK, concordo, isto parece exagerado. Mas enquanto não há dúvida que liberar homens gays da vergonha de suas vidas duplas foi um imperativo moral, impulsionado por compaixão, nenhuma mudança social rápida vem sem seus reveses.)

Tudo isso surgiu antes mesmo de discutirmos o rápido crescimento do sexo sadomasoquista entre os jovens e a "nova frente dos direitos civis" do transgenerismo, uma desordem psiquiátrica atualmente no processo de ser reempacotada pela esquerda como um estilo sexual de vida alternativo. [10]


A resposta à Parte I desta série foi colossal. Até o presente, mais de 300.000 leitores compartilharam-na no Facebook, 16.500 comentaram e mais de 500 homens me escreveram privativamente para expressar sua gratidão, de todos os continentes e de todas as faixas etárias. Os mais jovens falaram de forma especialmente tocante. (Previsivelmente, centenas de feministas furiosas no Twitter zombaram disso como "reclamações mimadas de homens brancos bebezões", o que acaba por provar para mim o ponto da premissa da história.) Aqui estão as mais representativas citações de minhas conversações, reimpressas com permissão.

Mark, 24:

Todos que eu conheço sentem o mesmo. Seu artigo falou diretamente para nós. Não somos todos perdedores e nerds, apenas rapazes normais que ou estão apavorados de sermos acusados de coisas terríveis por harpias ou simplesmente não podem mais ser incomodados. Não acredito que estou dizendo isso mas eu simplesmente não posso mais lidar com as inconveniências femininas.

Mickey:

Eu digo não à coisa toda, mesmo que eu seja seriamente heterossexual e gostaria da intimidade de um relacionamento baseado em respeito mútuo. Bem, eu pensei ter conseguido, mas foi há tanto tempo e o padrão de comportamento para as mulheres permaneceu tão baixo, junto à minha tolerância para idiotices de dinâmica de flerte, que não me parece mais um desejo realista.

Francis, 28:

Eu sou um atleta. Meus pais têm muito dinheiro. Eu tenho uma plenitude de amigos e uma boa vida social. Eu não saio mais com mulheres. Ocasionalmente tenho noitadas, mas na maior parte das vezes preencho meu tempo com outas coisas. Eu fui acusado de molestar uma menina na faculdade e desde então eu simplesmente pensei, "ah, quer saber, que seja". Eu pratico esportes em vez disso.

Tilo, 20:

Eu não sei com certeza, mas seu artigo soou familiar para mim e um monte de amigos. Eu secretamente procuro coisas furry na internet. Eu ficaria horrorizado se meus pais descobrissem, mas isto é tudo que me resta. Meninas são um pesadelo. Eu tenho um irmão de dez anos e ele sente-se da mesma forma. Nós desistimos.

Hector, 26:

Eu mantive-me àquela crendice social por um breve tempo pensando que a necessidade de um relacionamento sério viria com a idade, mas isto nunca aconteceu, e lentamente desisti. Hoje, algumas horas antes de ler seu artigo, estava almoçando com minha mãe e ela continuamente falava de namoradinhas e de como preciso casar, enquanto eu pensava "por que eu iria perder minha vida com essa merda?" e não foi até eu ler seu artigo algumas horas depois que eu entendi. E eu não penso que seja somente a minha geração a ser afetada por isso.

Podemos estar bastante seguros que o sexodus não é algum movimento limítrofe isolado na internet como o "Homens Seguindo Seu Próprio Caminho" (MGTOW) tem sido por vezes caracterizado. Uma combinação de engenharia social desastrosa, privilégios especiais às mulheres, escárnio incessante do homem branco em razão do seu sexo e cor de sua pele e o abandono educacional de meninos [11] já criou uma, se não duas, gerações perdidas.

Homens criaram maior parte do que há de bom no mundo [12]. Os excessos da masculinidade, que se certifique, também são responsáveis por muito do que há de ruim. Mas se pretendemos evitar deslizamento até o declínio, a mediocridade [13] e um mundo onde homens sofrem discriminação ativa, devemos impedir o declínio de atitudes sociais dirigidas a eles antes que toda esperança de reconciliação entre os sexos se perca. Se isto acontecer, serão as mulheres que sofrerão.

Alguns nomes foram modificados


Notas e Links

[01]http://www.slate.com/articles/news_and_politics/foreigners/2009/06/the_herbivores_dilemma.html
[02]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/The-Sexodus-Part-1-The-Men-Giving-Up-On-Women-And-Checking-Out-Of-Society
[03]http://www.rooshv.com/the-roosh-program
[04]https://heartiste.wordpress.com/
[05]http://dish.andrewsullivan.com/2014/11/11/the-sjws-now-get-to-police-speech-on-twitter-ctd/
[06]http://www.amazon.co.uk/Men-Strike-Boycotting-Marriage-Fatherhood/dp/1594036756
[07]http://www.amazon.co.uk/Who-Stole-Feminism-Women-Betrayed/dp/0684801566/ref=asap_B000AP9N5S_1_1?s=books&ie=UTF8&qid=1418122050&sr=1-1
[08]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#5
[09]http://tab.co.uk/2014/07/29/its-like-a-sexuality-these-students-dress-up-as-giant-animals-but-want-to-show-furries-are-people-too/
[10]http://yiannopoulos.net/2014/08/15/transgenderism-is-a-psychiatric-disorder-its-sufferers-need-therapy-not-surgery/
[11]http://imgur.com/5XqyNwz,avzUR7V,wASaasz,eKsY7ik,2djbM1S,cQ7wlgB,bwJxZ4E,EoziThx,VLAzpE6#4
[12]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/04/In-defence-of-the-patriarchy
[13]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/11/26/Scientific-Proof-That-Public-Debate-Is-Dominated-By-Stupid-People

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Título Original The Sexodus, Part 2: Dishonest Feminist Panics Leave Male Sexuality In Crisis
Autor Milo Yiannopoulos
Link Original http://www.breitbart.com/london/2014/12/09/the-sexodus-part-2-dishonest-feminist-panics-leave-male-sexuality-in-crisis/
Link Arquivado http://archive.fo/p6w7u

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Sexodus I por MILO

Sexodus, Parte I: Os Homens Desistindo das Mulheres e Abandonando a Sociedade

Sexodus, Parte I: Os Homens Desistindo das Mulheres e Abandonando a Sociedade

"Os garotos da minha geração estão f***dos", diz Rupert, um jovem alemão entusiasta de video games que conheci nos últimos meses. "O casamento está morto [01]. Divórcio implica que você está ferrado pela vida toda. Mulheres desistiram da monogamia, o que as torna desinteressantes para nós acerca de qualquer relacionamento sério ou constituir família. É simplesmente assim que é. Mesmo que encaremos o risco, as possibilidades são de que os filhos nem sejam nossos [02]. Na França, temos até mesmo que pagar pelos filhos que a esposa teve ao longo de casos adulterosos [03].

"Na escola, garotos são ferrados o tempo todo várias vezes. Escolas são projetadas para mulheres [04]. Nos EUA, eles entopem os meninos de Ritalina como se fossem balinhas Skittles para dopá-los. E enquanto meninas são favorecidas para preencher cotas [05], meninos estão descendo para um distante segundo lugar.

"Ninguém da minha geração acredita que conseguirá uma aposentadoria significativa. Temos um terço ou um quarto da riqueza que gerações anteriores tinham [06], e todo mundo está fugindo da educação superior a fim de evitar o desemprego e a pobreza em razão da falta de empregos.

"Tudo isso não seria tão ruim se pelo menos pudéssemos tapear a dor com garotas. Mas somos tratados como pedófilos e estupradores em potencial somente por mostrar interesse. Minha geração é a geração dos bonitinhos" [07], ele suspira, referindo-se a um experimento feito em ratos pelos idos dos anos 1960, o qual supostamente previa um futuro sombrio para a raça humana.

Depois de a superpopulação ter ficado fora de controle, as ratas fêmeas do "universo dos ratos" de John Calhoun pararam de procriar, e os ratos machos abstiveram-se inteiramente da companhia de outros, comendo, dormindo, alimentando-se e enfeitando-se a si mesmos mas fazendo pouca coisa além disso. Eles tinham cascas brilhantes mas vidas vazias.

"Os paralelos são surpreendentes", diz Rupert.


Nunca antes na história as relações entre os sexos têm sido tão recheadas de ansiedade, animosidade e falta de compreensão. Para as feministas radicais, que têm sido a força-motriz por detrás de muitas mudanças sociais tectônicas nas recentes décadas, isto é um sinal de sucesso: elas querem derrubar as instituições e estruturas de poder que apoiam a sociedade, sem importar-se com o efeito colateral. Destruição niilística é parte do seu projeto.

Mas para o restante de nós, a visão da sociedade colapsando, e homens e mulheres ordinários sendo levados a misérias separadas mas iguais, graças a um pequeno mas organizado grupo de agitadores, é dolorosa. Particularmente porque, como um crescente número de observadores sociais está notando, uma geração inteira de jovens - majoritariamente homens - está sendo deixada para trás nos escombros deste projeto de engenharia social.

Comentaristas sociais, jornalistas, acadêmicos, cientistas e os próprios jovens rapazes notaram a tendência: entre homens de 15 a 30 anos, números cada vez maiores estão abandonando a sociedade completamente, desistindo de mulheres, sexo e relacionamentos e enclausurando-se na pornografia, fetiches sexuais, vícios em substâncias tóxicas, video games e, em alguns casos, cultura masculina bárbara, tudo isso isolando-os de um ambiente social hostil e debilitante criado, segundo alguns, pelo movimento feminista moderno.

Dificilmente se pode culpá-los. Cruelmente desprezados como crianções e bebês chorões por recusar-se a condições absurdamente injustas nas escolas, bares, clubes e mais coisas, homens são recriminados se agem e recriminados se não agem: ridicularizados como moradores de porões por evitar mulheres agressivas e exigentes com expectativas irrealísticas, ou chamados de misóginos estupradores meramente por expressar interesse sexual.

Jack Rivlin é editor-chefe do tabloide estudantil start-up The Tab [08], um sucesso fugaz cujo atual subtítulo lê-se: "Vamos parar de escrever quando vocês pararem de ler". Como guia de inteligência por detrás de mais de trinta jornais de estudantes, Rivlin é talvez a pessoa mais bem posicionada no país para observar esta tendência em ação. E ele concorda que a geração corrente de jovens homens acha particularmente difícil comprometer-se com mulheres.

"Meninos adolescentes sempre têm sido inúteis com meninas, mas definitivamente existe um medo de que ser bem-intencionado não é o suficiente, e você pode acabar em problemas só por ser desajeitado", diz ele. "Por exemplo, inclinar-se para um beijo pode te rotular nojento, em vez de apenas inepto".

As novas regras que se espera que os homens sigam nunca são explicadas claramente, diz Rivlin, deixando os garotos desorientados e neuróticos sobre como interagir com garotas. "Isto pode soar como algo bom porque encoraja que os homens usem a abordagem não-romântica mas prática de perguntar às mulheres como eles deveriam agir, mas isto faz com que um monte deles simplesmente desista do jogo e retire-se para o santuário de seus grupos de garotos, onde ser rude com mulheres rende aprovação, e onde você pode em algum grau evitar completamente a socialização individual com o sexo oposto".

"Há também um monte de velhos que ignoram mulheres porque estão assustados e não sabem como agir. Não é necessário dizer que homens que nunca passaram tempo sozinhos com mulheres não são muito bons em relacionamentos".

Rivlin tinha notado a crescente dependência em substâncias, normalmente álcool, que meninos estão usando para acalmar seus nervos. "Eu já soube de um monte de estudantes homens gloriando-se de não ter experimentado sexo sóbrio", ele afirma. "Eles estão obviamente assustados, o que é natural, mas eles estariam bem menos assustados e disfuncionais se compreendessem 'as regras'".

O resultado? "Um monte de homens jovens legais mas esquisitos estão desistindo de abordar porque não há oportunidade para eles de cometer erros sem sofrer um embaraço pior do que antes".

Mais perturbador ainda, este efeito é mais agudamente sentido entre as comunidades mais pobres e menos educadas, onde o pacote de recursos de suporte disponíveis aos homens jovens é minúsculo. Em minha alma mater, a University of Cambridge, o fenômeno quase não é registrado no radar, de acordo com o presidente da sociedade Union, Tim Squirrell.

"Eu não penso que realmente tenha notado alguma mudança recentemente", diz ele. "Este ano foi a introdução de palestras mandatórias de consentimento para novatos, o que eu acredito ser uma coisa boa, e há um grande esforço da Campanha das Mulheres em testar e combater a cultura dos garotos no campus.

A atmosfera aqui é a mesma de um ano atrás - a maior parte de garotos nerds que estão apavorados demais para aproximar-se de qualquer um em primeiro lugar, e daí uma pequena percentagem que é confiante o bastante para fazer algum movimento. Obviamente mulheres têm agência também, e elas abordam homens em números próximos aos que fariam em outros lugares. Certamente não tem havido quaisquer histórias no [jornal do campus] The Tab acerca de um deserto sexual no campus.

"Eu creio que as pessoas estejam provavelmente tendo sexo como nunca", ele acrescenta. Em Cambridge, é claro, isto pode não significar muito, e por uma variedade de razões socioeconômicas e baseadas em classe as tribos em Oxford e Cambridge estão de alguma forma isoladas do efeito da evasão escolar masculina.

Mas mesmo em uma tão prestigiada universidade com uma população largamente de classe média e alta, estas classes mandatórias e condescendentes de "consentimento" ainda são implementadas. Squirrell, que admite ser feminista de centro-direita, pensa que elas são uma boa ideia. Mas acadêmicos como Camille Paglia têm advertido por anos [09] que "diretivas de estupro" no campus colocam mulheres em maior risco, se fazem algo [10].

Mulheres hoje são ensinadas no vitimismo, treinadas para ser agressivamente vulneráveis e convencidas que a menor das infrações, abordagens percebidas ou desentendimentos grosseiros representam um "assalto", "abuso" ou "intimidação". Isto pode funcionar nos confins seguros do campus, onde homens podem ter suas carreiras acadêmicas destruídas pelo mero capricho de uma estudante feminina.

Mas, de acordo com Paglia, quando mulheres vão para o mundo real sem a rede de segurança dos comitês de [combate ao] estupro da faculdade, elas são deixadas totalmente despreparadas para a realidade por vezes violenta da sexualidade masculina. E o pânico e o alarmismo estão servindo para piorar ainda mais para os homens. Ao fim e ao cabo, a educação tornou-se uma experiência miserável para os meninos.


Nas escolas de hoje em dia ao longo da Bretanha e da América, meninos são implacavelmente patologizados [11], como os estudiosos estão alertando desde 2001 [12]. A puerilidade e tempestuosidade tem sido vista como "problemática", com o comportamento das meninas sendo um padrão moral contra o qual os meninos defeituosos são medidos. Quando são achados abaixo do esperado, a solução geralmente são drogas.

Um em cada sete meninos americanos será diagnosticado com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) [13] em algum momento de sua carreira escolar. Será prescrito um poderoso estabilizador de humor, como a Ritalina, a milhões deles, pelo crime de terem nascido homens. Os efeitos colaterais destas drogas [13] podem ser hediondos e incluem morte repentina.

Enquanto isso, homens estão ficando cada vez mais para trás das garotas academicamente, possivelmente porque tem sido dado um foco implacável e bem-financiado às realizações de meninas nas últimas décadas e pouco ou nenhum para meninos que agora estão conquistando graus menores, menos honrarias, menos graus e menos proficiência em economia da informação comercializável. A alfabetização dos meninos, em particular, está em crise ao longo do Ocidente. Temos ficado tão obcecados com as garotas que não notamos que os garotos estão entrando em sérios problemas acadêmicos.

Então, o que aconteceu com aqueles garotos que, em 2001, estavam indo pior que as meninas na escola, eram menos propensos a ir para a faculdade, estavam sendo enterrados de drogas que não precisavam e cujas questões de auto-estima e confiança não estavam apenas sendo ignoradas como também estavam sendo ativamente escarnecidas pelo establishment feminista que tem tamanho poder de estrangulamento sobre os sindicatos de educação e os partidos políticos de inclinação esquerdista?

Resumindo: eles cresceram disfuncionais, desprezados pela sociedade, profundamente miseráveis e, em muitos casos, completamente incapazes de se relacionar com o sexo oposto. São os garotos que têm sido traídos pelo sistema educacional e pela cultura em geral em tão vastos números entre 1990 e 2010 que representam a primeira geração do que eu chamo de sexodus, um abandono em larga escala da sociedade mainstream por parte de homens que decidiram que simplesmente não vão defrontar ou preocupar-se em formar relacionamentos saudáveis e participar mais completamente em suas comunidades locais, democracias nacionais e outras estruturas sociais do mundo real.

Uma segunda geração de sexodus está em gestação hoje, potencialmente com danos ainda maiores sendo feitos a eles pelo ataque de absurdas, hipócritas e flagrantemente misândricas leis [14] como a legislação californiana "sim significa sim" - e pelo feminismo de terceira onda, que domina os jornais como o Guardian e novas companhias midiáticas como Vox e Gawker, mas atualmente está desfrutando de um último suspiro antes de as próprias mulheres rejeitarem-no e por uma margem ainda maior que as presentes 4 em cada 5 mulheres que dizem que não querem nada com a temível palavra com F [15].


O sexodus não veio do nada, e as mesmas pressões que forçaram tantos mileniais a sair da sociedade também exercem pressões na geração de seus genitores. Um pesquisador profissional no final de seus trinta anos, sobre os quais eu tenho conversado neste tópico por alguns meses, pôs de forma picante: "Antigamente, pelo menos, 25 anos, me disseram para fazer mais e manter uma mulher. Mas ninguém me disse o que fariam para me manter"

"Eu posso te dizer como um homem heterossexual casado em gerência, que não desistiu da sociedade, a mensagem das jovenzinhas é: "Não é apenas preferível que vocês vão se foder, mas é imperativo. Vocês devem pagar por tudo e deixar tudo funcionando; mas vocês mesmos e suas preferências e necessidades podem ir à merda e morrer".

Mulheres têm enviado mensagens misturadas nas últimas décadas, deixando os rapazes completamente confusos sobre como eles deveriam apresentar-se às mulheres, o que talvez explique a forte linguagem que alguns deles usem quando descrevendo sua situação. Como o papel do provedor tem sido tirado deles para as mulheres que ganham mais e vão melhor na escola, homens são largados para intuir o que fazer, tentando encontrar um meio virtuoso entre o que as mulheres dizem e o que elas realmente procuram, o que podem ser coisas bem diferentes.

Homens dizem que a disparidade entre o que mulheres dizem e o que fazem nunca foi tão larga. Homens são constantemente informado que devem ser companheiros viajantes delicados e sensíveis no caminho feminista. Mas as mesmas mulheres que dizem que querem um namorado legal e não-ameaçador vão pra casa e desmaiam diante de bonitões estúpidos, de peitoral largo e saturados de testosterona em Game of Thrones. Homens sabem disso, e, para alguns, esta gigante inconsistência faz o joguinho todo aparentar-se muito como um trabalho duro. Por que preocupar-se em tentar notar o que uma mulher quer, quando se pode praticar esportes, masturbar-se ou apenas jogar video games no conforto da própria cama?

Jack Donovan, um escritor radicado em Portland, que escreveu diversos livros sobre homens e masculinidade, cada um deles tendo se tornado um sucesso cultuado [16], diz que o fenômeno já é endêmico entre a população adulta. "Eu vejo um monte de homens jovens, que de outra forma estariam flertando e casando, desistindo das mulheres", explica ele, "Ou desistindo da ideia de ter esposa e família. Isto inclui tanto o tipo de homem que tradicionalmente seria um pouco inábil com mulheres quanto o tipo de homem que não é nem um pouco inábil.

"Eles fizeram uma análise de custo-benefício e notaram que este é um mau negócio. Eles sabem que se investem num casamento e filhos, a mulher pode tomar tudo isso dele por um simples capricho. Então eles usam apps como Tinder e OKCupid para encontrar mulheres a fim de obter sexo protegido e resignam-se a si mesmos a serem 'jogadores', ou quando se cansam disso, 'namorados'".

Ele prossegue: "Quase todos os rapazes jovens têm comparecido em seminários obrigatórios sobre abuso sexual e anti-estupro, e eles sabem que podem ser demitidos, expelidos ou detidos baseados mais ou menos na palavra de qualquer mulher. Eles sabem que são basicamente culpados até provar a inocência na maioria das situações".

Donovan coloca muito da culpa pela forma que homens sentem-se à porta do moderno movimento feminista e o que ele vê como sua desfaçatez. "Os rapazes jovens que mais lutam estão em conflito porque eles estão operando sob a suposição que feministas argumentam de boa-fé", diz ele, "quando de fato elas estão engajadas em uma luta de soma zero por posição sexual, social, política e econômica - e elas estão ganhando".

"A mídia agora permite que feministas radicais moldem todos os debates, em parte porque o sensacionalismo atrai mais cliques que qualquer espécie de discurso justo ou balanceado. Mulheres podem basicamente dizer qualquer coisa sobre homens, não importa o quão degradante, em uma mistura de aplausos e risadas".

Esta certamente tem sido a experiência de diversas coalizões esparsas de homens na mídia recentemente, seja de cientistas escandalizados pelas denúncias de feministas ao Dr Matt Taylor [17], ou video gamers fazendo campanha debaixo do estandarte de uma ética de imprensa que diz que seu movimento é tachado como um grupo de ódio misógino por feministas guerrilheiras fraudulentas [18] e os assim chamados "justiceiros sociais".

Donovan tem visões sobre como foi tão fácil para feministas triunfar nas batalhas midiáticas. "Como os homens instintivamente desejam proteger mulheres e brincar de heróis, se um homem escreve mesmo uma provisional crítica aos homens ou ao feminismo, ele é denunciado por homens e mulheres como algum tipo de extremista demoníaco. A maioria dos livros e blogs de "estudos masculinos" e "direitos masculinos" que não sejam explicitamente pró-feminismo são abarrotados de pedidos de desculpas às mulheres".

"Livros como The Myth of Male Power e sites como A Voice for Men são os bichos-papões favoritos das feministas, mas somente porque eles apontam a hipocrisia unilateral das feministas quando se trata de perseguir a 'igualdade'".

Ao contrário das feministas modernas, que estão inserindo uma cunha de separação entre os sexos, Ativistas pelos Direitos dos Homens "na realidade mostram desejar igualdade sexual", diz ele. Mas autores de estudos masculinos e acadêmicos homens estão constantemente pisando em ovos e certificando-se de não parecerem radicais demais. Suas contrapartidas femininas não têm tal preocupação, é claro, o que ele chama de "feministas hipster", como a Jessica Valenti do jornal Guardian [19] exibindo uma camiseta em que se lê: "EU TOMO BANHO EM LÁGRIMAS DE MACHO".

"Eu sou um crítico do feminismo", diz Donovan. "Mas eu jamais andaria por aí vestindo uma camiseta escrito 'EU FAÇO MULHERES CHORAR'. Isto me faria parecer um otário valentão".

É a contenção dos estudiosos, sociólogos e escritores como Jack Donovan que uma atmosfera de implacável e escarnecedora hostilidade contra homens vinda de figuras de classe média bem mimadinhas da mídia, mais alguns homens colaboradores do projeto feminista, que tem sido parcialmente responsável por uma geração de meninos que simplesmente não quer mais saber de nada.

Na Parte 2 [20], vamos encontrar alguns dos homens que "deram o fora", desistindo do sexo e relacionamentos e se afundaram em perseguições solitárias ou em cultura jovem regada a álcool. E descobriremos que as reais vítimas do feminismo moderno são, é claro, as próprias mulheres, que têm sido deixadas mais solitárias e menos satisfeitas do que elas jamais foram.

Alguns nomes foram modificados


Notas e Links

[01]http://www.politifact.com/new-jersey/statements/2012/feb/20/stephen-sweeney/steve-sweeney-claims-more-two-thirds-marriages-end/
[02]http://blogs.discovermagazine.com/gnxp/2010/06/the-paternity-myth-the-rarity-of-cuckoldry/
[03]http://www.avoiceformen.com/mens-rights/france-upholds-the-ban-on-paternity-tests/
[04]https://www.lifesitenews.com/news/eliminating-feminist-teacher-bias-erases-boys-falling-grades-study-finds
[05]http://imgur.com/0sFuc8d
[06]http://www.pewsocialtrends.org/2011/11/07/the-rising-age-gap-in-economic-well-being/
[07]http://en.wikipedia.org/wiki/John_B._Calhoun#Mouse_experiments
[08]http://kernelmag.dailydot.com/features/interview/3923/moguls-aspirant/
[09]http://time.com/3444749/camille-paglia-the-modern-campus-cannot-comprehend-evil/
[10]http://dailycaller.com/2014/09/30/camille-paglia-gloriously-smacks-down-feminists-unserious-campus-rape-drivel/
[11]https://www.hooktube.com/watch?v=OFpYj0E-yb4
[12]http://www.amazon.co.uk/The-War-Against-Boys-Misguided/dp/0684849577
[13](1, 2) http://www.esquire.com/features/drugging-of-the-american-boy-0414
[14]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/10/02/Everywhere-you-look-sex-is-being-regulated-and-sanitised-We-should-stop-this-nannying-Puritanism
[15]http://www.huffingtonpost.com/2013/04/16/feminism-poll_n_3094917.html
[16]http://www.amazon.com/Jack-Donovan/e/B007LF4QJS/ref=sr_ntt_srch_lnk_1?qid=1417688645&sr=8-1
[17]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/11/15/Brilliant-anti-feminist-spoof-claims-space-scientist-s-shirt-is-sexist
[18]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/09/01/Lying-Greedy-Promiscuous-Feminist-Bullies-are-Tearing-the-Video-Game-Industry-Apart
[19]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/08/12/Guardianistas-are-demanding-free-tampons-on-the-taxpayer-Where-do-I-send-my-wish-list
[20]http://www.breitbart.com/Breitbart-London/2014/12/09/The-Sexodus-Part-2-Dishonest-Feminist-Panics-Leave-Male-Sexuality-In-Crisis

META
Título Original The Sexodus, Part 1: The Men Giving Up On Women And Checking Out Of Society
Autor Milo Yiannopoulos
Link Original http://www.breitbart.com/london/2014/12/04/the-sexodus-part-1-the-men-giving-up-on-women-and-checking-out-of-society/
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domingo, 3 de setembro de 2017

GirlWritesWhatSelecta - 4

GirlWritesWhatSelecta - 4

GirlWritesWhatSelecta - 4

Então sim, está errado pra caralho! Realmente errado demais. OK SRSSucks, mesmo que vocês aceitem as descuidadamente falsas alegações de GWW acriticamente, talvez vocês agora estejam imaginando o quanto isso impacta realmente seu argumento como um todo (de repente vocês são críticos - pensem nisso).

As fêmeas bonobo mantêm seu matriarcado mediante sua promiscuidade e formação de coalizões femininas.

A promiscuidade serve a dois propósitos:

  1. manter os machos cansados e felizes e desinteressados em dominar a sociedade (por que eles iriam dominar se eles estão obtendo todo o sexo pelo qual os machos da maioria das outras espécies têm que impiedosamente competir?); e
  2. tornar impossível para qualquer macho saber quem é sua descendência, então ele tolerará toda ela.

Machos bonobo competem entre si sexualmente, mas não mediante violência. Eles competem mediante competição espermática (enormes montantes de esperma).

Incerteza da paternidade tem seus bônus e seus ônus. Como eu notei, ela impede infanticídio competitivo por machos rivais -- algo visto em uma enormidade (talvez a maioria) de espécies sexualmente dimórficas. Infelizmente, isto também significa que não existe investimento parental na prole. Como eu disse no video, machos bonobo não se preocupam com nem proveem os juvenis, ou as fêmeas. Após uma caçada bem-sucedida, um macho bonobo irá algumas vezes oferecer a uma fêmea alguma carne em troca de sexo imediato, sem nenhum compromisso de provisão futura -- basicamente, prostituição na sua forma mais escancarada. Maior parte das vezes, fêmeas negociam sexo com machos pelos direitos de forragem em pedaços bons de terreno - em outras palavras não por comida, mas pelo direito de pegar comida para si mesmas.

A formação de coalizões femininas é absolutamente necessária para manter o matriarcado - se as fêmeas fossem incapazes de infligir ferimentos de tirar sangue, elas seriam incapazes de dominar a sociedade. Eu acho bizarro que vocêd descreva um sistema em que um grupo reúna-se como gangue e inflija danos a um indivíduo como "pacífico", mas que seja.

Também acho bizarro que você tenha errado totalmente o alvo do por que eu trouxe à baila os bonobos, nossos parentes primatas mais próximos. Investimento parental em nível individual (monogamia), combinado com vida coloetiva e equitarismo sexual (viver em grupos onde todos ou a maioria dos membros têm permissão para reproduzir), têm sido postulados por biólogos como responsáveis por fornecer as condições necessárias seguras e protegidas para a neotenização avançada.

Neotenização é o que desacelera o desenvolvimento juvenil de uma espécie, estendendo os períodos entre quando os genes de desenvolvimento ligam e quando desligam, o que prolonga diferentes períodos de desenvolvimento e estende prazos-limite. Esta prolongação de prazos inclui períodos de desenvolvimento cerebral, caso tu não saibas.

O que a extensão desses períodos faz é permitir que mais tempo, calorias e estimulação contribuam para a formação de estruturas cerebrais avançadas que existem em humanos, mas são truncadas em bonobos e outros primatas comparados aos seus próprios. Se o gene para desenvolvimento de certas partes do cérebro desgiga significativamente mais cedo em bonobos que em humanos, existe simplesmente menos tempo para os bonobos terem seus cérebros feitos.

A segurança dos números, a cooperação do coletivo, a natureza igualitária do "todo mundo consegue seu par, se puderem gerenciar isso", e os investimentos em proteção e provisão da prole fornecidos pela monogamia e pela certeza da paternidade, é o que forneceram um ambiente mais seguro, protegido e de pleno desenvolvimento para humanos em comparação ao bonobo ameaçado. É isto o que permitiu que nossos ancestrais não tivessem que acelerar para uma idade adulta independente, desacelerar seu desenvolvimento juvenil com o tempo, e tornar-se a espécie mais inteligente na terra.

Eu acho realmente interessante que você de alguma forma pense que eu não sabia que os bonobos eram matriarcais, ou teve a impressão que eu estava argumentando que eles não eram. Minha posição não é que a sociedade bonobo não seja matriarcal. Minha posicção é que ela é matriarcal, e esta forma de organização é precisamente o porquê de eles não serem tão espertos quanto nós

Se você vai debater comigo, você deve provavelmente escolher um ponto que eu de fato fiz, em vez de bater num espantalho e apenas conseguir ser bem-sucedido em apoiar a minha asserção.

Resumão: Sim, bonobos são uma cultura de putaria matriarcal. Esta é a exata razão pela qual seu grande avanço é um tosco uso de ferramentas como usar galhos de árvores podres como varetinhas, e por que eles não são os que vieram para dominar o planeta, inventar a roda, viver em casas, e rachar o átomo.

Bye.


META
Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/SRSsucks/comments/16sxsn/_/c7z66u2/
Link Arquivado http://archive.is/Uyn1U

terça-feira, 8 de agosto de 2017

GirlWritesWhat Selecta - 3

GirlWritesWhatSelecta - 3

GirlWritesWhatSelecta - 3

Você está automaticamente saltando para uma situação onde mulheres têm uma clara vantagem e convenientemente ignorando onde tais vantagens não existem.

Não, não estou. Talvez você seja simplesmente incapaz de absorver um argumento e processá-lo. Então permita-me quebrá-lo em minúsculas partes digeríveis para você:

  1. enquanto cotas não existem de ponta a ponta em toda companhia, elas existem em muitas. Tais companhias comumente têm políticas para ativamente promover mulheres, agressivamente buscar talentos femininos, e priorizar mulheres na linha de carreira.

  2. não obstante estas medidas artificiais extensivas, a reserva de mulheres que são

    1. qualificadas, e
    2. interessadas

    nas posições ou assentos corporativos superiores permanece lamentavelmente pequena comparada aos homens. Estas companhias não conseguem preencher as posições que elas voluntária ou involuntariamente reservaram às mulheres, mesmo que estas empresas tenham suportes e infraestrutura massivos para buscar e promover tais mulheres.

  3. você mesmo indicou que as mulheres que estas grandes companhias estão agressivamente procurando não estão no alto escalão ou ao longo de "outro lugar" (isto é, em companhias menores). Elas não estão.

  4. firmas pequenas são isentas de todos os tipos de requerimento de diversidade que aplicam-se a companhias maiores. Por quê? Porque buscar, recrutar e agressivamente promover mulheres como política custa tanto que firmas pequenas não podem proporcionar isso. As iniciativas e medidas necessárias são caras demais para o restante da base trabalhadora compensar os custos.

Então, onde estão essas mulheres? Elas estão sendo convidadas. Estão sendo bem-vindas. Estão sendo encorajadas. Estão sendo procuradas. Estão sendo promovidas acima dos homens, com tudo o mais sendo igual (ou próximo de ser igual). Elas estão recebendo uma vantagem formal em um monte de grandes corporações. E elas são também as beneficiárias de vantagens informais na contratação (todo mundo está desesperado para melhorar a "diversidade de perfis" nesses dias).

Eventualmente você vai ter que se perguntar: "é este tipo de sucesso que a maioria das mulheres realmente quer?". Se não é isto o que a maior parte das mulheres quer, então como é que isto pode ser um problema? Se as mulheres que querem mesmo isso são capazes de fazê-lo, e as mulheres que não são capazes de fazer o que elas quiserem, isto é mesmo um problema real? Se isso não é um problema, como os ADHHM podem afirmar que mulheres são "o problema", ou que são "seus próprios problemas"?

A principal razão por que mulheres não são promovidas tão comumente quanto homens é que elas não querem ser promovidas. Adicionalmente, mesmo mulheres que têm nobres e exaltadas aspirações de ser parte ou chegar ao ofício executivo estão encontrando-se a si mesmas desencantadas e acabam escolhendo sair deste caminho. E não, não é porque elas encontram barreiras institucionais, ou porque "é mais difícil para mulheres que para homens" -- elas observam o que homens ao redor delas têm que fazer ali e dizem a si mesmas: "bem, dane-se, não quero parte alguma nesse monte de merda. O esforço é demais para a recompensa.

Eu não vejo problema algum nisso. Eu recusei toneladas de promoções no passado, e até mesmo requeri uma demoção antes (consegui a demoção e 15% de aumento com ela, longa história). Minha irmã está em posição bem alta na administração de serviços de saúde a nível federal, e ela recusou um porrilhão de promoções. Ela simplesmente não está interessada em gastar 1/3 de sua vida em aviões e hotéis em países estrangeiros. Outros homens e mulheres em volta dela tomaram essas promoções, e conseguiram o status e pagamento maiores (e mais stress, e nunca estar em casa, e a coisa toda).

O que é isto, além de indivíduos fazendo as escolhas que são corretas para eles? Se a você está sendo oferecida uma promoção, ou uma posição na escada, e você decide que a recompensa não vale o investimento, a você não está sendo negada igualdade de oportunidade.

Agora eu te garantirei, estas mulheres são de fato um problema para o feminismo.

Mas aí é que tá. Se às mulheres estão sendo oferecidas promoções e elas estão recusando, então a insuficiência de mulheres nos quadros corporativos e no alto escalão é "culpa das mulheres". De quem mais seria?

Agora vamos olhar para a custódia das crianças. Que quero te perguntar, e quero que você seja tão honesto contigo mesmo quanto puder possivelmente ser (o que provavelmente não é muito, mas enfim), mas digamos que tomássemos essa abordagem agressiva de recrutamento com homens e custódia.

Você acha que se você dissesse a qualquer outro pai médio de fim de semana "você gostaria de que te concedêssemos mais tempo com seus filhos?" a resposta principal destes homens seria "Obrigado, mas não, obrigado. É muito trabalho pelo que vale"?

Se estivessem disponíveis cotas e iniciativas e vieses favorecendo a concessão de mais tempo para os pais homens com seus filhos, você acha que homens, em geral, não tomariam vantagem disso? Que eles diriam "bem, você fez um bom caso, mas eu simplesmente não estou interessado"?

Você acha mesmo que este seria o resultado?

E agora eu quero que você realmente olhe para as duas situações.

Para mulheres e o alto escalão executivo, mesmo as companhias que são agressivas em termos de recrutamento e promoção de mulheres, que lhes dá mentoramento extra e suporte bem como prioridade de ação afirmativa na contratação e promoção, não temos representação 50-50. Estudos têm indicado que a razão para isso e que, na maior parte, mulheres não querem.

Agora observe a custódia. Há evidência que quando homens e mulheres requerem qualquer nível de custódia física, mulheres a recebem 65% mais comumente que homens. Então sim, mesmo quando homens pedem pela custódia, eles são significativamente menos propensos a obtê-la do que mulheres o são.

Temos evidência (anedótica, sim, mas informada) de advogados de direito de família que vão direto ao ponto e advertem seus clientes homens para não tentar a custódia a não ser que eles tenham bolsos profundos e um bom tanto de tempo. E apesar disso, há muitos homens que pedem por custódia. A proporção de homens que pedem por custódia quase certamente excede a proporção de mulheres comparada com homens no alto escalão ou nos quadros corporativos.

Ninguém está estendendo o tapete vermelho a homens no que concerne a custódia na forma que se tem feito por décadas com mulheres e empregos superiores. Ninguém está oferecendo a eles custódia a fim de que eles possam recusar, e de fato, profissionais no assunto estão lhes informando que pedir por isso é tipicamente sem sentido. E mesmo quando eles pedem, eles são menos propensos a obter qualquer medida de custódia do que as mulheres.

Eu só posso imaginar sua reação se eu alegasse o mesmo para mulheres em qualquer situação.

Certamente. Exceto pelo fato que a avassaladora evidência neste ponto é que não apenas mulheres não estão pedindo por promoções para o topo tão frequentemente quanto os homens, mas que quando tais promoções lhes são oferecidas, elas não aceitam -- que mulheres não aceitando promoções que lhes são oferecidas sem sequer terem pedido é a principal razão de serem sub-representadas no topo.

Você acredita mesmo que estas duas situações são remotamente comparáveis?


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Autor Karen Straughan
Link Original https://www.reddit.com/r/PurplePillDebate/comments/6dhe4e/_/dibui0e/
Link Arquivado http://archive.is/4yxEL

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